USP desenvolve câmara de ozônio para desinfecção e reuso de máscaras hospitalares - Saúde - Estadão

USP desenvolve câmara de ozônio para desinfecção e reuso de máscaras hospitalares:

10/04/2020 23:30:00

USP desenvolve câmara de ozônio para desinfecção e reuso de máscaras hospitalares:

Protetores respiratórios são muito requisitados por profissionais da saúde durante o enfrentamento do coronavírus

), campus de São Carlos, interior de São Paulo, criaram uma câmara de ozônio capaz de eliminar os vírus presentes em máscaras hospitalares. A proposta é utilizar o sistema para desinfetar esses protetores respiratórios muito requisitados por profissionais da saúde durante o enfrentamento do

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coronavírus. O equipamento, inédito, tem capacidade para esterilizar até 10 mil máscaras a cada duas horas. Após a desinfecção, esses materiais podem ser reutilizados. Atualmente, em razão da escassez, a mesma máscara chega a ser utilizada por até sete dias ou mais, com risco de contaminação. Depois disso, é descartada.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que as máscaras de uso mais comuns nos hospitais, como equipamentos de proteção individual, são as chamadas TNT e PFF, com e sem filtros, inclusive a KN95, uma das mais requisitadas. Esses produtos estão em falta no mercado mundial e a previsão é de que a demanda cresça muito, em função do avanço da pandemia. “A repetição do uso sem esterilizar é um problema que coloca em risco os profissionais da saúde, que neste momento são os que mais devem ser preservados”, informou o instituto, por meio da assessoria. headtopics.com

Os pesquisadores concluíram que os métodos convencionais de autoclave não são apropriados, por destruírem a estrutura das máscaras. “O uso do UV (raio ultravioleta) pode não ser o mais indicado neste momento, pois os micro-organismos estão emaranhados na estrutura das malhas ou no filtro da máscara e o UV não penetra nestas regiões. O melhor, no momento, é o uso de ozônio, que é um gás de grande penetrabilidade e eficaz contra o vírus”, informou. O ozônio, que é molécula reativa de oxigênio, é conhecido como um dos microbicidas de ação mais rápida contra bactérias e vírus.

Sua ação oxidante destrói principalmente lipídios, proteínas e aminoácidos, sendo também bastante agressivo para material genético. “Especialmente no vírus, o ozônio age oxidando a camada proteica que o protege como um envelope, modificando sua estrutura e destruindo completamente sua funcionalidade. Bactérias e fungos também não resistem ao ozônio”, dizem os autores do estudo. O inconveniente desse gás é que ele pode trazer problemas aos brônquios, se respirado em alta concentração.

O produto, no entanto, tem a vantagem de ser amigável ao meio ambiente, já que se transforma em oxigênio 30 minutos depois de ser liberado. A solução encontrada pelo Instituto de Física foi desenvolver uma câmara compacta para fazer a descontaminação das máscaras a seco, sem risco para a estrutura do material. As máscaras são colocadas em um saco de poliéster trançado e colocadas no interior do equipamento. Com a tampa hermeticamente fechada, o material passa por sete ciclos sucessivos de vácuos e atmosfera saturada de ozônio durante duas horas, até a descontaminação total. Em seguida, um sistema de exaustão retira o ozônio da câmara.

O processo é automatizado. O trabalho do operador é apenas de apertar o botão de liga e desliga. A câmara tem capacidade para desinfetar de 800 a 1 mil máscaras por ciclo. Outros equipamentos de proteção, como alguns tipos de luva, também podem ser descontaminados. De acordo com os pesquisadores, quatro ciclos bastam para eliminar os micro-organismos, mas são feitos outros três como garantia adicional. Se o usuário quiser, pode identificar sua máscara com uma etiqueta de fita antes de iniciar o processo.  headtopics.com

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O instituto da USP estuda a criação de uma central de descontaminação de máscaras em São Carlos para atender hospitais e unidades de saúde da região. Cada unidade faria a entrega e retirada do material, após a descontaminação. “Nada impede que cada hospital possa ter a sua unidade. Aliás, temos de nos preocupar com o novo coronavírus, mas também com outros vírus e bactérias que continuam por aí, causando a pneumonia, por exemplo. Não devemos continuar colocando em risco os profissionais de saúde”, diz a nota da USP.

O equipamento passou pelos últimos testes nesta quarta-feira (8). O Centro de Óptica e Fotônica do Instituto de Física de São Carlos, onde aconteceu o desenvolvimento da câmara de ozônio, recebe financiamento de órgãos de fomento à pesquisa, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o CNPq, e trabalha há mais de dez anos em processo de descontaminação de alimentos, órgãos para transplantes e infecções do trato respiratório.

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