Siron Franco presta tributo às vítimas da pandemia - Cultura - Estadão

@EstadaoCultura Instalação na Avenida Paulista presta tributo a vítimas da pandemia

18/01/2022 05:30:00

EstadaoCultura Instalação na Avenida Paulista presta tributo a vítimas da pandemia

Artista goiano é autor da instalação 'Renascimento', que pode ser vista na Avenida Paulista

17 de janeiro de 2022 | 19h53Montada desde o último sábado na Avenida Paulista, a instalaçãoRenascimento, do artista goiano Siron Franco, presta homenagem, por meio de 365 manequins suspensos a seis metros de altura, às vítimas da pandemia covid-19 e aos profissionais de saúde. Na verdade, o título da obra seria

Ressurreição, referência ao episódio do Novo Testamento, mas, em comum acordo com os organizadores da mostra, Siron Franco concordou com o títuloRenascimento. A mostra é uma parceria da Casa das Rosas, que cedeu seu jardim externo para a instalação, com o Museu da Imagem e do Som, também um equipamento da Secretaria e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

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Pelo menos cinco pessoas foram feitas reféns dentro de casa, hoje, na Zona Sul de São Paulo. Dos dois criminosos, um se entregou depois de mais de duas horas de negociação, segundo a polícia. O outro suspeito tentou fugir dos policiais, se machucou e foi levado a um hospital. Entre os reféns, ninguém ficou ferido. Consulte Mais informação >>

Cultura Poderiam ser gados dependurados...seria mais explicativo. Cultura Zzzzzzzzzzz Cultura Será o tal “discurso em cima de cadáveres”? Cultura Que coisa horrorosa🤦🏼‍♂️ Cultura Que coisa de mau gosto. Tantas outras formas elegantes de homenagear… Essa coisa horrorosa parece um suicídio coletivo🤦🏻‍♀️🤦🏻‍♀️🤦🏻‍♀️

Cultura Corrigindo: Vítimas do governo. VivaOSuS VivaaCiência QuemAmaCuida VacinasSalvamVidas VacinemNossasCriancas ForaBolsonaro Cultura Macabro isso aí, e tem imbecil que acha que essa peça vai salvar vidas. mmc032 Cultura Melhor seria vítimas deste governo..... Cultura Cultura cadáveres enforcados?

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Cultura Parece que todos foram para forca e a culpa de tudo isso é de uma pessoa só !

Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S. Paulo 17 de janeiro de 2022 | 19h53 Montada desde o último sábado na Avenida Paulista, a instalação Renascimento , do artista goiano Siron Franco, presta homenagem, por meio de 365 manequins suspensos a seis metros de altura, às vítimas da pandemia covid-19 e aos profissionais de saúde. Na verdade, o título da obra seria Ressurreição , referência ao episódio do Novo Testamento, mas, em comum acordo com os organizadores da mostra, Siron Franco concordou com o título Renascimento . A mostra é uma parceria da Casa das Rosas, que cedeu seu jardim externo para a instalação, com o Museu da Imagem e do Som, também um equipamento da Secretaria e Economia Criativa do Estado de São Paulo. “Bem no início da pandemia, tirei um manequim para limpar em meu ateliê de Aparecida de Goiânia e pendurei num varal a alguns metros de altura”, conta Siron. “O número de vítimas da covid-19 foi aumentando e surgiu a ideia dessa instalação para criticar o negacionismo de pessoas avessas à vacinação”.  A instalação, ainda segundo o artista, sugere a imagem de uma população que “flutua”, projetando sombras conforme a incidência da luz solar. Mais conhecido como pintor, o artista considera Renascimento mais como uma “pintura flutuante’, em que os personagens encapuzados “interrogam” o espectador. O número de manequins corresponde a cada dia do ano e é carregado de simbolismo. Os bonecos representam, segundo ele, “os que se foram, bradando pela união da pessoas”. Siron acredita que a solidariedade cresceu durante a pandemia, mas ainda é insuficiente. “Temos de ser mais solidários, é uma tragédia sanitária agravada pelo desemprego de 14 milhões de pessoas” no Brasil. Siron Franco já produziu no passado obras que comentam tragédias que afetaram os brasileiros, entre elas a série de pinturas e esculturas feita em 1987, logo que aconteceu o histórico acidente radioativo com o césio 137 em Goiânia. Em outubro daquele ano, um catador de sucata em Goiânia encontrou uma máquina de raio X abandonada em um terreno baldio na rua 57 e, ao abrir parte dela, encontrou uma cápsula de césio 137, substância altamente radioativa. “As pessoas do lugar e o próprio bairro ficaram estigmatizados”, lembra o artista.  Tudo o que sabemos sobre: