'O vírus da covid-19 não é bobo', diz especialista em gestão de saúde - Saúde - Estadão

15/01/2022 18:00:00

'O vírus da covid-19 não é bobo', diz especialista em gestão de saúde

'O vírus da covid-19 não é bobo', diz especialista em gestão de saúde

Apesar de considerar que há mais preparo para enfrentar a Ômicron, médica adverte que novas variantes poderão surgir enquanto houver continentes inteiros sem cobertura vacinal

São duas grandes diferenças. Agora, a população está vacinada. Não toda, mas muita gente. E agora os médicos já sabem o que fazer com os pacientes de covid-19., a necessidade de terapia intensiva é menor. Aprendemos a tratar os pacientes. Estamos vivendo essa onda da Ômicron com pelo menos algum

Há menos internações, mas as emergências estão lotadas. Qual o impacto disso? Essas pessoas todas precisavam ir ao hospital?A questão da orientação é que existem dois lados: o que dá e o que aceita. Precisaríamos saber até que ponto as pessoas se sentiriam seguras com essas orientações. Essa questão das emergências lotadas não é um fenômeno da pandemia, da covid. Em muitos países, e o Brasil é um deles, as pessoas acham a atenção primária boa, gostam do médico da família, mas se sentem mais seguras no serviço de emergência. Nem sei se elas têm razão, mas é como se sentem.

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Não sou bobõ .. aglomera mesmo.... Ele faz escolha muito difícil Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Descobriu a Pólvora!!! Tem razao o bobo é so quem acredita nessa 'vacina' A China está de parabéns . A pronto, agora vírus tem consciência renatowgomes eduwgomes Se esses tals de 'cientistas' falassem a verdade o povo Africano ja tinham sido dissimado. Onde vai o dinheiro que os países colocam na OMS e UNICEF? A tal 'diplomacia' só serve pra angariar fundos e não pra negociar vacinação nesses países?

Covid-19: RJ avalia suspender cirurgias eletivas em hospitais públicos por falta de profissionais de saúdeSegundo esboço de resolução da Secretaria estadual de Saúde, variante Ômicron causa muitos afastamentos nas unidades Ué, não estava tudo sob controle com todo mundo vacinado.

Bobos são os seres humanos, que acham que na sapucai o vírus não circula, nem no réveillon. Deu no que deu Vírus chines Bobo é este especialista.

Ministério da Saúde deve entregar hoje a todos os estados vacina infantil contra Covid-19No início desta madrugada, um voo com 24 mil doses do imunizante da Pfizer chegou ao Espírito Santo. O primeiro lote da vacina pediátrica, com 1,2 milhão doses, foi entregue ontem ao governo federal. Essa é a primeira remessa de um total de 4,3 milhões unidades da vacina infantil que serão entregues ainda este mês. A expectativa é que, até o fim de março, sejam distribuídos 20 milhões de doses da vacina, volume suficiente para a primeira dose a essa faixa etária. Ouça os destaques do Jornal da CBN Não votem em quem apoia ou se cala frente ao Assédio das corretoras de crédito consignado... Telefone whatsapp...🤬🤬

Ministério da Saúde pede liberação de autoteste da Covid-19Na nota técnica enviada para a Anvisa, o governo afirma que a autotestagem é uma estratégia adicional para prevenir e interromper a cadeia de transmissão da... Meu fala sério até parece que a área da saúde vão obedecer o filho um rapaz de 36anos mora aqui na vizinhança conseguiu o emprego ele é manobrista de carteira a mais de 4 anos ficou desempregado e agora que eleconaeguiu na brorocracia infernal entro a um mês

Sergio Moro testa positivo para covid-19 - Política - EstadãoO Pré-candidato do Podemos à Presidência informou que não manifestou nenhum sintoma Politica Eu sempre soube que esse homem tinha algo de positivo Politica levacoronga Politica Hahahaha Igual Bolsonaro! Falou debate já mete um atestado!

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Covid-19: Taxa de ocupação de UTI alcança nível ‘crítico’ em um Estado e 4 capitais - Saúde - EstadãoNota da Fiocruz afirma que número de casos deve subir ainda mais nas próximas semanas, pressionando os serviços de saúde internados que não tomaram as doses de reforço Por coisas desse tipo não é o caso de iniciar um processo contra esse Ministro da Saúde e colocá-lo na cadeia por suas atitudes na vacinação ? E vem posar como promotor da vacina. Essa pose prova que é um canalha.

Brasil registra 110 mil novos casos de covid e 238 mortes nas últimas 24 horas Ana Maria acha que é momento de revermos algumas estratégias para a redução da disseminação do vírus.PUBLICIDADE RIO — A Secretaria de Estado de Saúde (SES) estuda suspender a realização de cirurgias eletivas no Rio de Janeiro em razão da grande quantidade de profissionais de saúde afastados com Covid-19, entre outros motivos.DURAÇÃO: 00:10:45 Copie o código abaixo para usar no seu site: Código copiado! Ministro Queiroga acompanha chegada de doses pediátricas da vacina da Pfizer contra Covid-19.Vídeo: homem é preso após roubar carro dos Correios na zona norte de SP O público alvo seria qualquer indivíduo que esteja ou não apresentando sintomas da Covid-19, independente da idade ou estado vacinal, que tenha interesse em realizar a auto exame.

"Escola para criança é importante; jogo de futebol, não", exemplificou. A especialista alerta ainda que a chance do surgimento de novas variantes seguirá alta enquanto a vacinação não estiver disponível em todos os países. Nas últimas semanas, o rápido avanço da variante Ômicron, somado à epidemia de influenza, retirou muitos médicos, enfermeiros e trabalhadores da saúde da linha de frente contra a pandemia: só na capital, segundo a Secretaria municipal de Saúde (SMS). "O vírus não é bobo", diz. Quais são as principais diferenças entre as ondas de variantes anteriores e a atual, de Ômicron? São duas grandes diferenças.. Agora, a população está vacinada. Atualmente, são permitidos autotestes de diabetes, de HIV e de gravidez no Brasil.

Não toda, mas muita gente.) também afeta os profissionais de saúde, resultando no acréscimo do número de afastamentos pelos casos positivos”. E agora os médicos já sabem o que fazer com os pacientes de covid-19. No ano passado vimos o colapso do sistema de saúde em vários lugares. Podcasts Por que a conta de luz fica alta mesmo após a crise hídrica? Lauro e Gabeira O isolamento de Bolsonaro e o temor pelo desastre eleitoral A Malu tá ON Fernando Haddad: 'Temos que pavimentar o segundo turno já' Panorama CBN Chegada de vacinas para crianças; novo recorde de casos de COVID no mundo; alerta de ONG para risco de autocracias O texto propõe a suspensão de todos os procedimentos cirúrgicos eletivos nos hospitais gerais públicos e universitários, com exceção das cirurgias oncológicas e cardiovasculares, no estado do Rio de Janeiro, por tempo indeterminado. A senhora acha que isso pode se repetir? O colapso, o caos que vimos em ondas anteriores, foi decorrente do fato de que houve muita necessidade de terapia intensiva. Dessa vez, embora haja mais casos, e a convivência com a , a necessidade de terapia intensiva é menor. A adoção da medida está sendo pactuada entre a SES e o Conselho das Secretarias municipais de Saúde do Rio de Janeiro (Cosems-RJ).

Aprendemos a tratar os pacientes. Estamos vivendo essa onda da Ômicron com pelo menos algum know-how prévio sobre como enfrentar uma crise sanitária dessas proporções. Para o virologista Amílcar Tanuri, coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Ômicron mata de forma indireta ao tirar da linha de frente profissionais da saúde expostos ao coronavírus. Há menos internações, mas as emergências estão lotadas. Qual o impacto disso? Essas pessoas todas precisavam ir ao hospital? As pessoas se sentem seguras indo para os serviços de emergência porque estão no hospital, acham que ali há toda a infraestrutura necessária para atendê-las. É preciso fazer um protocolo para retornar com esses profissionais o mais rápido possível. Quando discutimos planejamento de unidades de emergência, nós, que trabalhamos com gestão de saúde, levamos sempre em conta que existe a urgência do ponto de vista da saúde e a urgência do ponto de vista do cidadão.

Falta orientação? A questão da orientação é que existem dois lados: o que dá e o que aceita. Saiba Mais Rio Ômicron: Confira que regiões do Rio registraram mais casos de Covid desde o fim do ano Rio Aumento de casos de Covid provoca adiamento de show de Menescal e Rodrigo Santos pelos 60 anos do Cadeg Rio Covid-19: inspirado em decisão internacional, Paes brinca nas redes e sugere proibir cerveja de litrão para não vacinados Rio. Precisaríamos saber até que ponto as pessoas se sentiriam seguras com essas orientações. Essa questão das emergências lotadas não é um fenômeno da pandemia, da covid. Em muitos países, e o Brasil é um deles, as pessoas acham a atenção primária boa, gostam do médico da família, mas se sentem mais seguras no serviço de emergência. Nem sei se elas têm razão, mas é como se sentem.

Muitos profissionais de saúde estão com covid-19, afastados de seus trabalhos. Em algumas unidades temos baixas de até 20%. Qual o impacto Sim, esse número é muito alto, sobretudo em janeiro, quando boa parte das equipes está de férias. Todos os profissionais que estão nos serviços de saúde ou em contato com a população correm risco de contágio. O que mais chama atenção no caso dos profissionais de saúde é que eles sabem direitinho como se proteger, as precauções que têm que tomar.

E ainda assim estão se infectando. Isso mostra que a exposição está bem pesada. Além disso, há o fator estresse e o fator cansaço. Em janeiro de 2021, eu falei que estávamos no décimo-terceiro mês de 2020. Agora, só não digo que estamos no 25º mês de 2020 porque temos a vacina.

A Ômicron é, disparado, a mais transmissível das variantes. Estamos com uma taxa altíssima de disseminação do vírus. Não era hora de adotarmos de novo algumas medidas de restrição? As pessoas não aguentam mais. Alguns países voltaram, se não ao lockdown, a algumas medidas restritivas. No réveillon, a única capital que manteve a festa sem restrições foi Madrid.

Todas as outras tiveram restrições, como Nova York, Paris. E no Rio também. Até teve fogos, mas nada comparável aos anos anteriores. Mas o que estamos vivendo hoje não é, em parte, decorrente dos encontros do fim do ano? Isso não foi previsto? Sim, o que estamos vendo hoje ainda é a ressaca de Natal e Ano Novo. E também das férias de fim de ano.

Com certeza foi previsto. Todo mundo sabe que nos encontros familiares o risco é maior. Algumas foram mais cautelosas, se testaram antes. Mas muitas acabaram se contaminando. Não seria o momento de adotarmos novas medidas restritivas? Acho que é o momento de rever o que vamos fazer.

Por exemplo, jogo de futebol não é necessário. Escola para criança é necessário. Hoje em dia, entendemos melhor o que está acontecendo, temos mais controle da situação, então podemos tomar decisões mais consequentes. Possivelmente teremos alguma restrição para o Carnaval. Até porque não é só Ômicron.

É Ômicron e influenza. Sim, e ainda temos a questão da falta de testes... Não entendo bem porque as pessoas querem saber se é Ômicron ou influenza.

Se está sintomático, fica em casa. Isto é, se você puder ficar em casa. Na nossa realidade, o difícil é poder ficar em casa. Ou ter uma casa para ficar. Alguns especialistas acham que a Ômicron pode ser a derradeira variante, apontando para o fim da pandemia, por conta de sua alta transmissibilidade.

A senhora concorda? Acho que é uma análise otimista, apropriada para o momento. Mas só queria lembrar que influenza tem todo ano. Então, provavelmente, teremos algum corona todos os anos também, mas com consequências menos graves do que em 2020 e 2021. Mas enquanto não houver disponibilidade real de vacina para o mundo todo, enquanto houver países, continentes inteiros, sem cobertura vacinal, o risco do surgimento de novas variantes não é pequeno. O vírus não é bobo.

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