Geração Z aposta na criatividade e na tecnologia contra a covid-19 - Internacional - Estadão

Geração Z aposta na criatividade e na tecnologia contra a covid-19 (via @EstadaoInter)

06/06/2020 18:00:00

Geração Z aposta na criatividade e na tecnologia contra a covid-19 (via EstadaoInter)

Jovens entre 15 e 24 anos desenvolvem drones para levar medicamentos, bicicleta mensageira e usam as redes para continuarem praticando artes

"Estamos aprendendo a ser úteis para a população, para o planeta, com projetos que levam em consideração vários critérios, como o meio ambiente, as necessidades da população e também a redução de custos, porque somos um país pobre e não podemos pensar em projetos extravagantes", diz o futuro engenheiro senegalês.

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Em Paris, Roméo Estezet, um estudante de 15 anos, especializou-se na impressão 3D de viseiras protetoras para o coronavírus. Até agora, fez mais de 1.500 graças aos dispositivos que instalou em seu quarto."Meu sonho é mostrar aos outros jovens a utilidade e, acima de tudo, a facilidade dessa tecnologia, que disponibiliza a produção de objetos para todos", especialmente em tempos de crise, diz ele.

ArtesOutros jovens, trancados em pequenos apartamentos nos subúrbios das grandes cidades, encontraram na arte uma maneira de quebrar as barreiras do confinamento e da doença.Wan Jamila Wan Shaiful Bahri, pintora autista da Malásia, fez uma série de pinturas chamadas"Nossos Heróis" para homenagear"todas as pessoas na linha de frente" contra a pandemia, que causou mais de 369 mil mortes em todo o mundo."Reúno as histórias que vejo no noticiário", diz a jovem de 17 anos, mais conhecida pelo nome"Artjamila".

Suas pinturas estão cheias de personagens mascarados vestidos de azul e com um olhar inquieto.Essa artista autodidata, que passou oito horas por dia em sua oficina nos subúrbios de Kuala Lumpur durante os dois primeiros meses de confinamento, conseguiu selecionar uma de suas obras para uma campanha de conscientização do Ministério da Saúde.

A mais de 10 mil km da capital da Malásia, Eva Stojcevska, uma estudante de 16 anos que vive no centro de Skopje (norte da Macedônia), trabalhou duro para manter sua paixão: teatro. Desde que o vírus chegou a este pequeno país nos Balcãs, no início de março, as peças em que atuaria foram canceladas.

Para não deixar o festival cultural anual da escola morrer, Eva e suas amigas mudaram o programa e, no final, dezenas de artistas puderam apresentar seus shows ao vivo no Facebook. Com mais de 40 mil visualizações e comentários complementares,"foi muito melhor do que o previsto", diz.

Protestos De Hong Kong a Santiago, passando por Argel, Bagdá ou Beirute, a pandemia interrompeu as aspirações de mudança dos movimentos pró-democracias que abalaram o planeta antes do surgimento do coronavírus. Mas é apenas uma"pausa", adverte a chilena Camila, uma trompetista de 24 anos que prefere não dar seu sobrenome e que participa de protestos contra as desigualdades sociais em seu país desde outubro. 

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Camila acusa o governo chileno de ter favorecido a retomada da atividade econômica, apesar do fato de a América Latina ter se tornado o epicentro da pandemia no final de maio."Sentimos o abandono, que somos mão de obra barata e é assim que eles nos tratam (...) Esse governo carece de muita humanidade, prefere ter mortes do que fazer suas empresas sofrerem perdas econômicas", afirma.

Muitos habitantes de Santiago já violaram o confinamento obrigatório para reivindicar ajuda alimentar diante da explosão do desemprego nos bairros mais pobres da capital."Quando a pandemia terminar, não teremos medo de um vírus, mas ficaremos com muita raiva, vamos lembrar o que esses caras nos fizeram viver", garante Camila."Muitas pessoas irão às ruas reclamar porque perderam um ente querido", acredita.

Apesar do sentimento de injustiça e, às vezes, de raiva, os jovens também expressam muito otimismo. Todos esperam que o mundo tire lições positivas da pandemia."Espero que as pessoas estejam mais conscientes de sua saúde, do meio ambiente e entendam que mesmo seus pequenos passos podem influenciar o mundo", diz Eva Stojcevska, que insiste na ameaça climática para as gerações futuras. 

O jogador de handebol francês Badi sonha com uma sociedade mais propensa a"igualdade, coesão social".Os jovens com entre 15 e 24 anos já são as principais vítimas da crise econômica, com um em seis sem emprego, de acordo com um estudo da Organização Internacional do Trabalho."Vejo o mundo pós-covid com muita incerteza para muitas pessoas", teme José Otero.

Com uma taxa de 13,6% em 2019, o desemprego juvenil já é maior do que em qualquer outro grupo populacional."Tempos difíceis estão chegando, diz Malak Sabah. Mas eles não duram para sempre." / Consulte Mais informação: Estadão »

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