‘Genera+ion’, série da HBO Max escrita pela jovem Zelda Barnz, mostra fluidez de gênero da geração Z - Cultura - Estadão

‘Genera+ion’, série da HBO Max escrita pela jovem Zelda Barnz, mostra fluidez de gênero da geração Z (via @EstadaoCultura)

04/08/2021 07:00:00

‘Genera+ion’, série da HBO Max escrita pela jovem Zelda Barnz, mostra fluidez de gênero da geração Z (via EstadaoCultura)

A estreia da comédia dramática, que acaba de chegar ao Brasil pela HBO Max, causou inevitáveis comparações com 'Euphoria', o sucesso da HBO estrelado por Zendaya

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The O.C., outro clássico teen ambientado na mesma região. Há Arianna (Nathanya Alexander), filha de pais gays, e a tímida Greta (Haley Sanchez), que é lésbica, Nathan (Uly Schlesinger), um bissexual no armário, e a ativista Delilah (

Lukita Maxwell). A estrela da turma é Chester (Justice SmithJurassic World: Reino Ameaçado), um adolescente sem medo de ser gay. “Eu me inspirei emAmerica’s Next Top ModeleRu Paul’s Drag Racepara criar o jeito de ele andar e seu senso fashion”, disse Smith. “Eu acho que os roteiristas foram muito corajosos de criar alguém extrovertido, barulhento, ousado, mas cheio de camadas. Porque muitas vezes gente assim é considerada superficial ou unidimensional. E Chester tem muita profundidade. Ele é provocador e autêntico, às vezes intimida os outros, o que afasta as pessoas. Ele se sente solitário.” O ator viu o papel como uma oportunidade de representatividade. “É uma pessoa LGBTQIA+ e negra, como eu, e não vemos muita gente assim em Anaheim. Eu sei porque sou de Anaheim. Imagino que muita gente vai se identificar com ele.” headtopics.com

Zelda Barnz tinha apenas 16 quando começou a escrever a série, incentivada por seus pais, Daniel, que é um dos diretores, e Ben, produtor deGenera+ion. Ninguém achava que ia muito longe, mas Hollywood está sedenta por vozes originais e autênticas, e logo eles encontraram uma casa. “Eu realmente sinto que posso me conectar com adolescentes, porque tenho quase a mesma idade”, disse Zelda, que é fã de séries mais antigas sobre essa fase, como

Freaks and Geeks(1999-2000) eFriday Night Lights(2006-2011). “Eu entendo quais são as experiências do ensino médio hoje e o que é a escola moderna.” Filha de dois homens,LGBTQIA+, precoce artisticamente, ela também se identifica com várias personagens. 

Daniel Barnzacha que essa identificação é a chave paraGenera+ion. “Nós ajudamos, mas não queríamos que a série fosse filtrada pela visão de um adulto. Ela dizia como esses adolescentes agem, qual seu visual, o que eles falam.” Daniel Barnz gostaria de ter tido uma adolescência mais parecida com a dos jovens de hoje. “Por mais que tenham dificuldades, eles são muito abertos e corajosos. Acho inspirador.”

 Por exemplo, Zelda fez questão de que as redes sociais não fossem só vistas negativamente, como motivo pelo qual os adolescentes não se concentram. “Zelda acha que elas têm um papel importante, especialmente para quem é LGBTQIA+, que podem ver outros no mundo como eles”, disse Daniel. Zelda Barnz também não queria que a série fosse só drama e tragédia. “Esse período é complicado, com muitos momentos negativos, mas também muita alegria”, afirmou. “Acho que foi essa dicotomia que me inspirou a criar a série. Queria escrever algo que contivesse os altos e os baixos. Há muita alegria na vida de um adolescente, porque é uma hora de conquista de liberdade e independência, de poder dirigir, de poder sair só com seus amigos, sem a supervisão dos pais. E acho que isso se reflete na nossa série.”  headtopics.com

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Na comparação comEuphoria, portanto,Genera+ionsai ganhando no quesito coisas que podem terminar em tragédia e dor. “Eu acho engraçado porque tratam as séries sobre adolescentes como um gênero. E ninguém faz isso com as séries sobre pessoas de 30 anos”, disse Justice Smith, 25, fã de

Minha Vida de Cão, no ar nos anos 1990. “Pode haver pontos em comum, masGenera+ioncoloca em discussão a sexualidade, a identidade sexual e de gênero e como tudo isso se manifesta na geração Z.Há muitas pessoas LGBTQIA+, o que é original. E não há drama por serem gays.” Para o ator, é chegada a hora de mostrar que ser homossexual como Chester não é uma tragédia. “Claro que muita gente sofre, tem dificuldade de assumir. Mas esta não é uma história de pessoas tristes por serem gays. Esse peso diminuiu. Nesta geração, a sexualidade é muito mais aberta e fluida. A série é um sinal de progresso, o que é bonito de ver.”

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