Atacados pelo ‘Gabinete do ódio’, Mourão e Ramos avisam: ‘paraquedistas andam sempre no mesmo passo’ - Política - Estadão

Atacados pelo ‘Gabinete do ódio’, Mourão e Ramos avisam: ‘paraquedistas andam sempre no mesmo passo’ (via @EstadaoPolitica)

09/04/2020 04:15:00

Atacados pelo ‘Gabinete do ódio’, Mourão e Ramos avisam: ‘paraquedistas andam sempre no mesmo passo’ (via EstadaoPolitica)

Vice-presidente e ministro se irritam com especulações de que pretendem formar uma Junta Militar para limitar o presidente Jair Bolsonaro

e o ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, elevaram o tom. “Aos aventureiros de muitos costados que nesta hora de dificuldades pretendem inviabilizar o @govbr lembro que sou o Vice do Presidente @jairbolsonaro e que os paraquedistas andam sempre no mesmo passo”, publicou Mourão. “O #Brasilvencerá o #COVID-19 como venceu todas as guerras de sua História”, ressaltou o general. Na verdade, o Império Brasileiro não conseguiu vencer a Guerra da Cisplatina, em 1828, e teve que aceitar uma negociação internacional que garantiu a independência do Uruguai. A derrota ou empate, historiadores divergem, arruinou a popularidade de D. Pedro I e a economia brasileira.

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Horas depois do Twitter de Mourão, foi a vez dogeneral Ramossair para o contra-ataque. “Só lembrando também que existem mais paraquedistas ao lado do nosso Pres Bolsonaro”, escreveu no Twitter. Ele citou os ministrosAugusto Heleno Ribeiro

(Gabinete de Segurança Institucional) eFernando Azevedo e Silva(Defesa) e o presidente dos Correios, Floriano Peixoto. “Paraquedistas são como águias, aves da mesma plumagem que voam juntas e enfrentam qualquer desafio! Vamos vencer o Covid-19.” No Palácio, o que mais se ouviu foi o desbotado mantra de que “a tropa está unida” e “trabalhando pelo governo”. “O presidente é Jair Bolsonaro e estamos aqui com ele e por causa do governo dele”, disse à reportagem um interlocutor militar.

Os ataques aos generais pelaala ideológica, recorrentes desde o início do governo, foram reiniciados no dia 2 de abril. O primeiro alvo foi Mourão, que naquele dia se reuniu com governadores da Amazônia. Ele foi designado por Bolsonaro para presidir o Conselho da Amazônia. No dia seguinte, sexta-feira passada, ele foi bombardeado pela militância após o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elogiá-lo e dizer que, se Bolsonaro entregar o governo para ele, o Brasil chegará em 2022 em melhores condições. Foi o suficiente para Carlos Bolsonaro perguntar no Twitter o que levava o vice-presidente a se reunir “com o maior opositor socialista do governo”. Mourão ficou calado.

Na segunda-feira, um dos apoiadores de Bolsonaro chegou a dizer ao presidente, na portaria do Palácio da Alvorada, para ele não se tornar “Rainha da Inglaterra”. Bolsonaro, não respondeu porque não ouviu ou porque preferiu fazer ouvido de mercador. Ele tinha outra batalha pela frente naquele dia. Precisava decidir se demitia o ministro da Saúde,

Luiz Henrique Mandetta, que provoca ciúmes nele e nos filhos desde que começou a aparecer em coletivas para falar sobre o coronavírus.Bolsonaro decidiu não demitir Mandetta, aceitando, assim, os conselhos justamente dos militares, especialmente do general Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil. A decisão realimentou a fúria do grupo de Carlos e da

militância bolsonaristaconta a “Junta Militar”. A ala extremista não poupou nem mesmo o “interventor”, como Braga Netto passou a ser tratado nas redes sociais. Por conta da polêmica com o ministro da Saúde, os generais do governo atuaram como bombeiros para tentar desfazer os imbróglios criados pela troca de farpas entre o presidente e Mandetta, e mantê-lo no governo. Neste momento, os generais avaliam que não é hora de aumentar as turbulências no Palácio e no País.

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Politica Mourao o gabinete tá do seu lado, só meter o pé na porta e prender todo mundo. Politica Ainda com essa narrativa falsa de gabinete do ódio? O único gabinete verdadeiro é o de vocês da mídia suja: Gabinete da Hipocrisia! Politica Tudo idiota. Politica Forza Mourão, quem disse que seria fácil!!! Politica Farinhas do mesmo saco. Se merecem. Tenho pena não...

Politica Eita!!! quem tem ouvidos ouça! Politica Politica Militar e uma categoria engraçada ! 🤣🤣🤣🤣🤣🤣 Politica Você tentam todos os dias Politica Provar que existe o gabinete do ódio que é bom nada. Politica Acho que o aviso foi bem direcionado para os fofoqueiros do ódio! Quem odeia O presidente é parte da Imprensa! Isso milhões de brasileiros já sabem!

Politica Politica GalParalelo não se esqueça de organizar tudo: Terno, cardápio, lista de convidados e principalmente o discurso para a posse! Politica Aí Estadão vai a merda! Politica só quem já foi militar entenderá o significado destas palavras Politica mouraopresidente Politica Andam não. Pulam no abismo!

Politica O Pessoal do Gabinete do ódio estão agindo com verdadeiras Milicias Digitais com apoio da Rede Social Facebook, que não faz nada contra eles. Quando o Dinheiro vale mais que a vida humana até o Facebook, opta pelo quem pode pagar. Politica A é?

Os incendiários e os bombeiros - Opinião - EstadãoEDITORIAL: A tarefa dos militares lotados no governo, como o general Braga Netto, tem sido a de proteger o presidente Bolsonaro de si mesmo e do tal 'gabinete do ódio' Na midia internacional se fala, em 'Golpe consentido' em relacao ao trablho do general Braga Netto: Proteger de si mesmo é o que a babá faz com uma criança de 2 anos? Qual a mentalidade desse lixo? E a missão da mídia é derrubar o Presidente!

Bolsonaro recolheu a caneta, mas os ataques contra Mandetta continuam | RadarNa carona do gabinete do ódio, o tema MandettaGenocida é o assunto mais comandado do Twitter Ei, roxmo oq vc tem a dzr sobre isso ? Ataques de robôs não tem validade.

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