5 estratégias para ter engajamento e segurança psicológica no home office

@EstadaoEconomia 5 estratégias para ter engajamento e segurança psicológica no home office

21/06/2021 16:30:00

EstadaoEconomia 5 estratégias para ter engajamento e segurança psicológica no home office

Na nova gestão de pessoas, é importante que as empresas ouçam suas lideranças sobre como estão se sentindo e saibam se elas

4. Momentos desafiadores pedem mais levezaVocê já ouviu falar em inteligência lúdica? Wellington Nogueira, fundador dos Doutores da Alegria no Brasil, tem se dedicado a levar essa ideia para as organizações. Ainteligência

lúdica pode nos ajudar a promover ambientes em que estamos em constante aprendizado, como se fosse uma brincadeira em que os erros fazem parte do processo/ ‘brincadeira’, onde jogamos com o outro e não contra o outro. Levar-se menos a sério e julgar menos, sendo mais cooperativo e criativo fazem parte de um processo que se torna mais divertido e, não por isso, menos desafiador.

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Na tarde deste domingo (15), deputados de Alagoas elegeram Paulo Dantas (MDB) como governador-tampão do estado, para um mandato até o fim do ano. Ele já tomou posse. O cargo de vice já estava vago desde 2020, anos de eleições municipais. Consulte Mais informação >>

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Garimpeiros afundam canoa com crianças na Terra YanomamiA Hutukara Associação Yanomani enviou mais um ofício à Funai, à PF, ao Exército e ao MP pedindo proteção Sou plenamente a favor que as comunidades se defendam usando seus conhecimentos, empregando dardos venenosos e flechas, visto que o miliciano narconazifascista genocida e sua corriola promovem holocausto no Brasil e não fazem nada para proteger os povos originários! Vai mandar a força nacional e não vai adiantar nada. Não vão prender nem matar esses filhos da puta Covardia 🤬😡

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Cangaço das togas na Bahia - ISTOÉ IndependenteUm clima de insegurança jurídica na titulação de terras expõe uma organização criminosa que atua com a compra de sentenças: agentes do estado na mira da Justiça

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, tudo isso continua sendo possível, mas é preciso ter disciplina e colocar essa agenda como parte da rotina. 4. Momentos desafiadores pedem mais leveza Você já ouviu falar em inteligência lúdica? Wellington Nogueira, fundador dos Doutores da Alegria no Brasil, tem se dedicado a levar essa ideia para as organizações. A inteligência lúdica pode nos ajudar a promover ambientes em que estamos em constante aprendizado, como se fosse uma brincadeira em que os erros fazem parte do processo/ ‘brincadeira’, onde jogamos com o outro e não contra o outro. Levar-se menos a sério e julgar menos, sendo mais cooperativo e criativo fazem parte de um processo que se torna mais divertido e, não por isso, menos desafiador. Nessa perspectiva, a indicação é a de que as empresas promovam mais jogos, transformando os desafios em ‘ gamificação ’, que possam promover ambientes emocionalmente mais leves, olhando mais para a perspectiva das possibilidades do que para a perspectiva das adversidades. Já imaginou uma reunião que começa com um dos membros da equipe tocando e cantando uma música e esse passa a ser acompanhado pela equipe? Ou um projeto em que o jogo é o de que se possa acumular o máximo possível de pontos com a contribuição oferecida e que a premiação é para todos? Ressignificar a relação com o trabalho passa ser cada vez mais necessário. 5. A empatia deveria ser cada vez mais praticada Muitas vezes temos dificuldade em “tomar a perspectiva” do outro se olharmos pelas nossas lentes, a partir da nossa história de vida, das nossas próprias experiências. Mas tomar a perspectiva do outro tem a ver com imaginarmos como ele se sente a partir de seu próprio contexto. Quando nos possibilitamos a perspectiva do outro e imaginamos com ele se sente, abrimos o caminho para acessarmos o lado emocional, agindo a partir da ética do cuidado. Compreendemos até que ponto podemos avançar e em que tempo, promovendo uma experiência de cuidado genuíno e atenção em relação ao bem-estar do outro. Nem sempre concordaremos com a atitude do outro, mas é possível compreender. E essas experiências de compreensão acabam por gerar reciprocidade entre as pessoas e potencializando a confiança. Penso que as áreas de gestão de pessoas poderiam promover cada vez mais repertório e momentos de diálogo entre as equipes e lideranças para que a empatia seja exercitada. Com isso, diminuiríamos a quantidade de julgamentos e aumentaríamos o acolhimento às diferenças, abrindo espaço para reflexões seguras e mudanças de comportamento. O medo daria lugar a uma atitude mais conectada com os grandes propósitos, sejam eles pessoais ou organizacionais. As lideranças poderiam perguntar mais ‘como você está sentindo?’; ‘como você imagina que o Beltrano se sentiu quando isso aconteceu?’. Essas perguntas abririam um importante espaço de reflexão. De tudo o que foi citado, o que é mais interessante pensar? Tudo, absolutamente tudo, pode ser realizado remotamente, no home office. Mas é preciso disponibilidade! As exuberantes estruturas físicas se mostram cada vez menos importantes. Entendo que seja momento de as empresas compreenderem que as pessoas são o meio para que os resultados sejam atingidos e que se lançarmos luz ao cuidado com elas, potencializando ambientes emocionalmente mais seguros, teremos os resultados em seus mais altos níveis e com sustentabilidade, além de pessoas mais felizes e engajadas. * Izabela Mioto é mestre em Psicologia, fundadora da Arquitetura RH, consultoria especializada em desenvolvimento humano, coordenadora da pós-graduação em Gestão de Pessoas – Desenvolvimento Estratégico do Capital Humano da FAAP. É palestrante e professora de pós e MBA de várias escolas no Brasil. Mãe do Luca, acredita que todos os dias podemos ser um pouquinho melhores. Notícias relacionadas