Gouveia e Melo ordena vacinação contra covid-19 de todos os operacionais da Marinha

Gouveia E Melo, Vacinação

14/01/2022 22:58:00

O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Henrique Gouveia e Melo, ordenou, esta sexta-feira, a que todos os militares das unidades operacionais da Marinha sejam vacinados contra a covid-19, com objetivo de diminuir a "incidência, gravidade e transmissão da doença" e evitar quebras nas missões.

De acordo com um despacho assinado no dia 13 de janeiro e que foi publicado nas Ordens da Armada e disponível no 'site' da Marinha, o recém empossado CEMA definiu que "todos os militares que integram ou venham a integrar unidades operacionais sejam vacinados contra a covid-19".

Consulte Mais informação: Jornal SOL »

Gouveia e Melo ordena vacinação dos operacionais da MarinhaO Chefe do Estado-Maior da Armada ordenou, esta sexta-feira, a vacinação contra a covid-19 dos militares das unidades operacionais da Marinha , para diminuir a 'incidência, gravidade e transmissão da doença' e evitar quebras nas missões. E já agora, porque não, que saltem da ponte também... Deram lhe mais prestígio do que ele merecia agora ele sente que tem que ser tudo como ele quer eu não vejo herói nenhum qualquer um com responsabilidade fazia ó que ele fez ou melhor e atenção sem ajuda dos outros ele não fazia nada

Gouveia e Melo ordena vacinação dos operacionais da MarinhaO Chefe do Estado-Maior da Armada ordenou, esta sexta-feira, a vacinação contra a covid-19 dos militares das unidades operacionais da Marinha , para diminuir a 'incidência, gravidade e transmissão da doença' e evitar quebras nas missões. E já agora, porque não, que saltem da ponte também... Deram lhe mais prestígio do que ele merecia agora ele sente que tem que ser tudo como ele quer eu não vejo herói nenhum qualquer um com responsabilidade fazia ó que ele fez ou melhor e atenção sem ajuda dos outros ele não fazia nada

Maiores de 18 anos que tomaram Janssen já podem agendar vacinaOs maiores de 18 anos podem agora fazer o pedido de agendamento para tomarem a dose de reforço da vacina contra a covid-19.

Mais de 3,5 milhões já têm reforço da vacina contra Covid-19O número de pessoas com o reforço da vacina contra a covid-19 em Portugal continental ultrapassou os 3,5 milhões, com mais 83.415 inoculações nas últimas 24 horas.

Covid-19: Supremo dos EUA bloqueia decisão de Biden de obrigar vacinação nas empresas - SIC NotíciasNo entanto, o Supremo validou a obrigatoriedade da vacinação para funcionários de estruturas de saúde do Estado. Não devia ser citado, não é exemplo de nadaaaaa. Lá ainda é respeitado a liberdade dos cidadãos. Boa. 👍🏽

Covid-19: Nova vaga faz renascer mercado negro de certificados de vacinação e testagemA Check Point Research assegura que ″Portugal não é exceção″,dando o exemplo real de um grupo de Telegram, chamado 'Certificado de vacina covid-19 Portugal', ″onde os quase 800 subscritores são incentivados a fazer a compra ilícita de um certificado de vacinação que o anunciante descreve como '100% autêntico' e garante que ″podem ser utilizados no trabalho, escola, espaços públicos e para viajar″.

marinha O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Henrique Gouveia e Melo, ordenou, esta sexta-feira, a que todos os militares das unidades operacionais da Marinha sejam vacinados contra a covid-19, com objetivo de diminuir a "incidência, gravidade e transmissão da doença" e evitar quebras nas missões. De acordo com um despacho assinado no dia 13 de janeiro e que foi publicado nas Ordens da Armada e disponível no 'site' da Marinha, o recém empossado CEMA definiu que "todos os militares que integram ou venham a integrar unidades operacionais sejam vacinados contra a covid-19". De referir que o despacho prevê que os requisitos de aprontamento sanitário dos militares das unidades operacionais, além de seguir as normas das autoridades de saúde, passem a incluir a vacinação contra o vírus.  Para o ex-coordenador da 'task force' para a vacinação contra a covid-19 em Portugal, "reveste-se de primordial importância o cumprimento do plano de Plano de Vacinação da Marinha contra a covid-19, de modo a que os militares que integram as unidades operacionais estejam aptos para o serviço diminuindo, ao mesmo tempo, a incidência, gravidade e transmissão da doença, evitando quebras operacionais das respetivas unidades". "De modo a que as missões da Marinha e da Autoridade Marítima Nacional não fiquem limitadas na sua execução, com prejuízo do interesse nacional, é de fulcral importância assegurar que os elementos das guarnições das unidades navais, de fuzileiros, de mergulhadores e dos helicópteros, estejam permanentemente aptos para o serviço", refere ainda o despacho, fazendo ainda a comparação com as regras que são seguidas "em missões em outras zonas do globo em cujos territórios existe uma grande incidência de outras doenças, a toma de vacinas contra essas doenças, que não constam do Plano Nacional de Vacinação, são um requisito de aprontamento sanitário dos militares para a missão". Assim sendo, "estando o mundo atualmente sob uma pandemia global, provocada pela covid-19, num qualquer aprontamento de uma unidade naval os respetivos militares têm que estar protegidos contra esta doença, contribuindo, igualmente, para a proteção dos demais militares da mesma unidade operacional", observou Gouveia e Melo, ao realçar que "apesar da vacinação contra a covid-19 não ser obrigatória, uma vez que não se encontra prevista no Plano Nacional de Vacinação (...) esta desempenha um papel central na preservação de vidas humanas e na disseminação da doença no contexto da pandemia covid-19". De notar ainda que o almirante sustenta, no documento, que o 25º artigo da Lei de Defesa Nacional, na sua redação atual, "estipula que os militares das Forças Armadas servem, exclusivamente, a República e a comunidade nacional e assumem voluntariamente os direitos e deveres que integram a condição militar, nos termos da lei" e que o Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR), "estabelece um conjunto de deveres gerais e especiais a que os militares estão sujeitos". Ou seja, "o militar deve estar sempre pronto a defender a pátria, mesmo com sacrifício da própria vida (...) bem como deve, em todas as circunstâncias, pautar o seu procedimento pela sujeição à condição militar", assinala o almirante.  "Em sede de deveres especiais, constantes do artigo 12º do EMFAR, cumpre salientar os deveres de obediência, de disponibilidade e responsabilidade. Deste modo, todo o militar deve estar sempre pronto a cumprir com as missões que lhe forem cometidas, ainda que com sacrifício dos interesses pessoais, aceitando os riscos físicos e morais decorrentes de cada missão", assevera no mesmo despacho, ao recordar que, de forma a "assegurar a normalização das funções essenciais do Estado, os profissionais das Forças Armadas foram inseridos, em sede de Plano de Vacinação contra a covid-19, a par dos profissionais das forças de segurança, de serviços críticos e de titulares de órgãos de soberania e altas entidades públicas, na primeira fase de vacinação, o que é demonstrativo da importância da vacinação no seio das Forças Armadas".