Privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PP

15/01/2022 03:35:00

Privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PP

Eleições Legislativas 2022, Nacional

Privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PP

Debate entre Catarina Martins e Francisco Rodrigues dos Santos marcado pela ausência de convergências.

Subscrever"Portugal é um dos países que mais privatizou os seus setores estratégicos e isto é um problema hoje", começou por sustentar Catarina Martins na primeira intervenção do debate transmitido na RTP 3.

O programa do BE prevê a reversão das privatizações de empresas como a EDP, CTT, REN ou GALP, uma medida em que os benefícios superariam os custos, assegura Catarina Martins:"Chegaria eventualmente aos 20 mil milhões de euros, mas a longo de vários anos, e permitiria ao Estado reaver boa parte do investimento, porque estamos a falar de empresas lucrativas".

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Claro que não! O BE está inspirado na ideologia Karl Marx e o CDS baseia-se no sistema Sociedade democratica em Capitalismo. Tal como os donos do DN que são capitalistas correcto?

Legislativas: privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PPCatarina Martins acusou o CDS-PP de “acreditar no Pai Natal”. Francisco Rodrigues dos Santos fala num programa do BE que “vai matar a nossa economia com uma “overdose” de nacionalizações.

Maioria dos agentes da Saúde considera essencial medidas para reter profissionais no SNS - RenascençaMais de dois terços dos inquiridos num estudo da consultora EY e da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares consideram os recursos humanos como o tema mais premente. Defendem também que o assunto deve estar nos programas eleitorais.

Utente obrigada a fazer 110 quilómetros para fazer exame ao coração pelo SNSMulher de 76 anos, com 86% de incapacidade e residente na Aboboreira, no concelho de Mafra, viu exame ser marcado para Leiria. Isso, nem na correia do Norte... Mas sim com a gestão hospitalar de costa!

Idosa obrigada a fazer 110 quilómetros para fazer exame ao coração pelo SNSFilha da utente com 86% de incapacidade e residente na Aboboreira, no concelho de Mafra, tem que a acompanhar. O Rui Rio tem razão o país não está organizado… temos que ter mais médicos Os salarios da função pública são os mais baixos da Europa e não é só no SNS (fora diplomatas e juizes) portanto, realisticamente..estavam à espera de quê? Melhor serviço a preço de cozinheiro? Perdão..'chef' até os cozedores de cabeça de peixe ganham mais, portanto..comam.

Profissionais de saúde preocupados com talento no SNS66% dos agentes do setor consideram essencial que os programas eleitorais indiquem as medidas a tomar em matéria de retenção dos profissionais do SNS. E 75% considera prioritário rever compensação.

Nunca tive razão de queixa. Mais de metade dos portugueses tem confiançagrande oumuito grande no SNS - CNN PortugalCNN Portugal. O canal de informação, com uma cultura multiplataforma, que acompanha, em tempo real e em diversos meios, os acontecimentos que marcam o país e o mundo. Depois do debate de ontem vem a reboque uma notícia tendenciosa! CNN quer eleger Costa ? Notícia encomendada?

e receba as informações em primeira mão.foi marcado por questões relacionadas com privatizações, impostos e o Serviço Nacional de Saúde, sem que houvesse convergências entre os dois partidos.O estudo revela que os agentes do setor apelam a que as medidas de política se centrem na experiência do utente, associando o financiamento à obtenção de resultados na saúde.e receba as informações em primeira mão.

Subscrever "Portugal é um dos países que mais privatizou os seus setores estratégicos e isto é um problema hoje" , começou por sustentar Catarina Martins na primeira intervenção do debate transmitido na RTP 3. O programa do BE prevê a reversão das privatizações de empresas como a EDP, CTT, REN ou GALP, uma medida em que os benefícios superariam os custos, assegura Catarina Martins: "Chegaria eventualmente aos 20 mil milhões de euros, mas a longo de vários anos, e permitiria ao Estado reaver boa parte do investimento, porque estamos a falar de empresas lucrativas". O primeiro tema em cima da mesa foi, desde logo, ilustrativo dessas diferenças e falando de diferentes sectores da economia, de um lado defenderam-se “dês privatizações” ( termo utilizado pelo BE ), enquanto do outro lado se propunha o seu contrário. Na reposta, o líder do CDS-PP contrapõe com contas diferentes, afirmando que a proposta representaria antes um agravamento de cerca de 15% da dívida pública e, por isso, Francisco Rodrigues dos Santos fala num programa que"vai matar a nossa economia com uma overdose de nacionalizações e criação de impostos". Promovido pela consultora EY (Ernst & Young) e pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), os resultados do inquérito referem ainda que 65% dos inquiridos considera importante conhecer o modelo organizativo proposto para o SNS e que 99% defende que a forma de financiamento do SNS faça parte dos programas eleitorais às legislativas de 30 de janeiro. Por outro lado, os centristas defendem privatizações em determinados setores, argumentando que "sempre que os empresários realizarem um trabalho que custa menos dinheiro aos contribuintes e presta melhor serviço às populações, o Estado tem de sair de cima" . O programa do BE prevê a reversão das privatizações de empresas como a EDP, CTT, REN ou GALP, uma medida em que os benefícios superariam os custos, assegura Catarina Martins: “Chegaria eventualmente aos 20 mil milhões de euros, mas a longo de vários anos, e permitiria ao Estado reaver boa parte do investimento, porque estamos a falar de empresas lucrativas”. Nesse equilíbrio, ou desequilíbrio, entre os setores público e privado, Catarina Martins acusou o CDS-PP de"acreditar no Pai Natal" por defender que a gestão privada de empresas estratégicas cumpre o interesse público do país, mas Rodrigues dos Santos respondeu afirmando que nenhum empresário vai investir em Portugal com o modelo económico proposto pelo BE. O CHO respondeu que,"no caso dos utentes com critérios de insuficiência económica e clínica, nos termos legais, o CHO assegura os encargos com o transporte desses utentes para a realização do exame".

Falando sobre os transportes e sobre a TAP, em concreto, o líder do CDS-PP apontou que as recentes injeções de capital na companhia aérea faziam falta"economia real", mas Catarina Martins considera que eram necessárias em função da pandemia da covid-19. Por outro lado, os centristas defendem privatizações em determinados sectores, argumentando que “sempre que os empresários realizarem um trabalho que custa menos dinheiro aos contribuintes e presta melhor serviço às populações, o Estado tem de sair de cima”. "Após dois anos de pandemia, a terceira prioridade -- identificada por 68% da amostra -- prende-se com a necessidade de se preverem mecanismos que permitam maior autonomia na contratação de pessoal, possibilitando assim melhor capacidade de resposta às necessidades dos utentes", refere o documento. "Não sabemos o caminho da pandemia, mas sabemos que o que foi feito segura a TAP e o pior que podíamos ter feito era colocar 3 mil milhões de euros na TAP e depois entregar a um interesse estrangeiro" , afirmou. Quanto à questão dos impostos e da carga fiscal, os líderes dos dois partidos voltaram a divergir e, à direita, o presidente do CDS-PP prefere apostar na redução do IRC, argumentando que assim é possível aumentar o volume de negócios e fazer crescer a economia, aumentando a receita fiscal. Falando sobre os transportes e sobre a TAP, em concreto, o líder do CDS-PP apontou que as recentes injecções de capital na companhia aérea faziam falta “economia real”, mas Catarina Martins considera que eram necessárias em função da pandemia da COVID-19. Já Catarina Martins acusou a direita de "convencer quem tem menos de que vai aliviar a sua vida, quando depois o seu plano alivia sempre os mais ricos e as empresas maiores" . Por outro lado, apontou como prioritário o alívio dos impostos dos trabalhadores. Quanto à questão dos impostos e da carga fiscal, os líderes dos dois partidos voltaram a divergir e, à direita, o presidente do CDS-PP prefere apostar na redução do IRC, argumentando que assim é possível aumentar o volume de negócios e fazer crescer a economia, aumentando a receita fiscal.

O frente a frente terminou com ataques de parte a parte quanto à Saúde, com Rodrigues dos Santos a insistir que os utentes que não consigam obter resposta no Serviço Nacional de Saúde (SNS) a tenham assegurada através de contratualização com o setor privado. "Se mandar as pessoas para consultas numa clínica privada, em dois ou três dias já gastou mais dinheiro do que com o salário dos médicos de família. Por outro lado, apontou como prioritário o alívio dos impostos dos trabalhadores. O que é preciso são carreiras dignas no SNS para fixar os profissionais e que as pessoas têm direito aos cuidados de que precisam" , respondeu a coordenadora do BE. Partilhar . “Se mandar as pessoas para consultas numa clínica privada, em dois ou três dias já gastou mais dinheiro do que com o salário dos médicos de família.