Marcelo Debates

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Marcelo alerta: Debates não são para preencher calendário

14/08/2020 12:46:00

“Os debates, em democracia, nunca são para preencher calendário. (...) Faz sentido fazer debates para preencher calendário porque é isso a democracia”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa, após ao veto a várias alterações no regimento do Parlamento. 

A indústria petrolífera e o lucro sobreposto à vida Se o Chega quer a “sharia”, não é aqui que a terá Vários feridos após ataque com arma branca perto das antigas instalações do “Charlie Hebdo”

AlertaO Chefe de Estado vetou a proposta que reduzia os debates sobre a construção europeia e, em relação à redução dos debates quinzenais, avisou para “não se passar do 80 para o oito”. Consulte Mais informação: Jornal SOL »

'Debates em democracia nunca são para preencher calendário', defende Marcelo Rebelo de SousaMarcelo Rebelo de Sousa ressalvou que a alteração ao Regimento da Assembleia da República é 'matéria do foro' do parlamento.

Marcelo vetava o fim dos debates quinzenais... se pudesseO Presidente da República não deixaria passar a redução do escrutínio do primeiro-ministro no Parlamento, se o diploma lhe passasse pelas mãos. Pelos menos, naqueles termos seria devolvido. Com os dois vetos desta semana, Marcelo tenta atenuar aquilo que considera serem os efeitos perversos para a democracia do entendimento de Rio com Costa.

Vacina russa pode ser perigosa e n\u00e3o foi devidamente testada, alerta AlemanhaPerigosa a quê?

Jair Bolsonaro afirma ser a ''prova viva'' da eficácia da cloroquinaComunidade científica não apoia a utilização do fármaco no tratamento para a Covid-19. Sim tal e qual a avó da sua mulher! 🤦‍♂️ Continue a tomar 6 vezes ao dia, 2 comprimidos de cada vez😝😝😝😝

Os Fontaines D.C. não são banha da cobraOs irlandeses abrem o velho canal de transmissão do rock, não esquecendo a história mas não ficando presa a ela.

Marcelo defende “tolerância zero” para atos racistasPresidente da República condena veementemente as ameaças racistas de que foram alvo deputados e ativistas. E diz que que há ser “firme” na aplicação dos princípios do Estado de Direito, confiar nas autoridades e saber responder a este desafios com “inteligência” E para cosos de corrupcao, fraudes, etc, como é comum em Portugal? Sejam eles quais forem.... Nem que se invente, a contrafação sempre foi um atributo bem português. Claro que podemos ter sucesso a fazer racismo contrafeito!