Mais de 40 milhões de telemóveis rastreados em Espanha para enfrentar pandemia

01/04/2020 23:26:00
Mais de 40 milhões de telemóveis rastreados em Espanha para enfrentar pandemia

Mais de 40 milhões de telemóveis rastreados em Espanha para enfrentar pandemia

Mais de 40 milhões de telemóveis rastreados em Espanha para enfrentar pandemia

Trata-se do estudo DataCOVID, promovido pelo Ministério da Economia e Transformação Digital em colaboração com o Instituto Nacional de Estatística (INE) e que permitirá analisar as deslocações da população durante o período de emergência sanitária devido à covid-19, segundo anunciaram esta quarta-feira fontes do governo espanhol

Mais de 40 milhões de telemóveis vão ser rastreados em Espanha num estudo de mobilidade anónima que permitirá conhecer os movimentos da população entre territórios e contribuir para tomar decisões para enfrentar a pandemia de covid-19.

.O estudo, que já tinha sido divulgado há dias pela terceira vice-presidente e ministra da Economia e Transformação Digital, Nadia Calviño, não irá acompanhar movimentos individuais, mas usará dados de posicionamento de dispositivos móveis, anónimos e agregados.

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Mais de 40 milhões de telemóveis ″seguidos″ em Espanha para enfrentar pandemiaMais de 40 milhões de telemóveis vão ser rastreados em Espanha num estudo de mobilidade anónima que permitirá conhecer os movimentos da população entre territórios e contribuir para tomar decisões para enfrentar a pandemia de Covid-19.

Novo coronavírus já causou a morte a mais de 40 mil pessoas no mundoMais de metade das mortes foram registadas na Europa.

Espanha é o terceiro país mais afetado pela Covid-19Resgista 8.189 mortos em 94.417 casos.

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Iraque com menos 40% de rendimentos em março pela exportação de petróleoO barril foi vendido a 28,436 dólares (25,8 euros), em comparação com os 51,374 dólares (46,6 euros) do mês anterior.

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Lusa Mais de 40 milhões de telemóveis vão ser rastreados em Espanha num estudo de mobilidade anónima que permitirá conhecer os movimentos da população entre territórios e contribuir para tomar decisões para enfrentar a pandemia de covid-19.Trata-se do estudo DataCOVID, promovido pelo Ministério da Economia e Transformação Digital em colaboração com o Instituto Nacional de Estatística (INE) e que permitirá analisar as deslocações da população durante o período de emergência sanitária devido à Covid-19, segundo anunciaram hoje fontes do governo espanhol.Amor e família em tempos de Covid-19 e isolamento A pandemia do novo coronavírus já matou 40.Amor e família em tempos de Covid-19 e isolamento Espanha registou, nas últimas 24 horas, 849 mortos com o novo coronavírus, um novo recorde de falecidos num só dia, elevando o balanço total para 8.

. O estudo, que já tinha sido divulgado há dias pela terceira vice-presidente e ministra da Economia e Transformação Digital, Nadia Calviño, não irá acompanhar movimentos individuais, mas usará dados de posicionamento de dispositivos móveis, anónimos e agregados. Os dados serão fornecidos diretamente pelas operadoras, excluirão quaisquer informações pessoais e não irão identificar ou rastrear números ou titulares de telemóvel individualmente. Os dados serão fornecidos diretamente pelas operadoras, excluirão quaisquer informações pessoais e não irão identificar ou rastrear números ou titulares de telemóvel individualmente.645 casos foram oficialmente declarados em todo o mundo, mais da metade deles na Europa (440. Embora as fontes governamentais não o tenham precisado, a Telefónica, a Orange e a Vodafone irão participar no estudo, segundo confirmaram à agência de notícias espanhola Efe fontes daquelas operadoras espanholas após o anúncio da ministra. Para a realização do estudo, Espanha irá ser dividida em cerca de 3200 áreas de mobilidade, que identificarão populações entre cinco mil e 50 mil habitantes e, especificamente, serão analisados dados de posicionamento de mais de 40 milhões de telemóveis. Para a realização do estudo, Espanha irá ser dividida em cerca de 3. Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

200 áreas de mobilidade, que identificarão populações entre 5. O estudo usará as possibilidades oferecidas por 'big data' (megadados) para analisar uma grande quantidade de informações e tirar conclusões para tomar decisões baseadas em evidências, de uma forma mais coordenada e adaptada a cada território. Os Estados Unidos e Canadá têm, segundo os mais recentes números, 172.000 e 50.000 habitantes e, especificamente, serão analisados dados de posicionamento de mais de 40 milhões de telemóveis. Segundo as fontes, por não usar dados pessoais, o estudo não entra em conflito com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) e segue as diretrizes estabelecidas pela Agência Espanhola de Proteção de Dados. O objetivo é analisar o efeito das medidas sobre a mobilidade da população para identificar se as deslocações entre territórios aumentam ou diminuem ou se há áreas com uma maior concentração populacional.421 na Ásia (3. O estudo usará as possibilidades oferecidas por 'big data' (megadados) para analisar uma grande quantidade de informações e tirar conclusões para tomar decisões baseadas em evidências, de uma forma mais coordenada e adaptada a cada território. O INE será responsável pelo processamento dos dados. Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 8.

A análise do estudo terá a Comunidade Valenciana como primeira área piloto. Segundo as fontes, por não usar dados pessoais, o estudo não entra em conflito com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) e segue as diretrizes estabelecidas pela Agência Espanhola de Proteção de Dados.428 mortes, a Itália é o país com mais mortes no mundo, seguida pela Espanha (8. As normas sanitárias em vigor permitem às autoridades usar dados para fins de investigação em situações excecionais e de gravidade para a saúde pública, como a atual pandemia de covid-19. O INE será responsável pelo processamento dos dados. Mais Artigos . A AFP alerta, no entanto, que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que um grande número de países está atualmente a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.518 casos (mais de 76 mil recuperados) e regista 3.