Inflação na OCDE sobe para 5,2% em outubro, um máximo em quase 25 anos

03/12/2021 03:22:00

Inflação na OCDE sobe para 5,2% em outubro, um máximo em quase 25 anos

Inflação na OCDE sobe para 5,2% em outubro, um máximo em quase 25 anos

Na zona euro, onde se inclui Portugal, o ritmo de aumento da inflação foi superior, mas para um valor inferior ao verificado no conjunto dos 38 países da OCDE, registando-se uma progressão e 0,7 pontos percentuais, para 4,1%.

Num comunicado divulgado esta quinta-feira, 2 de dezembro, a OCDE precisa que, na zona euro, onde se inclui Portugal, o ritmo de aumento da inflação foi superior, mas para um valor inferior ao verificado no conjunto dos 38 países da OCDE, registando-se uma progressão e 0,7 pontos percentuais, para 4,1%.

Nos Estados Unidos da América, o aumento foi mais pronunciado e o valor final mais elevado, com a inflação homóloga a subir 0,8 pontos percentuais, para 6,2% em outubro, o nível mais elevado desde novembro de 1990, quase 31 anos.

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Preços na produção industrial na zona euro e UE mantêm em outubro trajetória em altaNa variação homóloga, os preços na produção industrial aumentaram em todos os Estados-membros, com as maiores subidas registadas na Irlanda (89,9%), Dinamarca (39,8%) e Bélgica (34,5%).

Taxa de desemprego recua em outubro na zona euro e na União EuropeiaDe acordo com o Eurostat, a taxa de desemprego entre os países da moeda única recuou para os 7,3%. Nos 27, a taxa diminuiu para os 6,7%

Oito medidas essenciais para um Natal e fim de ano seguros em famíliaA menos de um mês para os festejos de Natal e de fim de ano, o Expresso conversou com Bernardo Gomes, médico especialista de Saúde Pública, e criou um conjunto de oito recomendações para garantir que as comemorações familiares que aí estão à porta sejam feitas de forma segura para todas as pessoas. Tome nota e boas festas

Aumentos no Estado abaixo da inflação deste anoA inflação que serve de referência para os salários já vai em 1%. Sem uma fórmula que o vincule às atualizações “regulares”, como acontece no caso das pensões, o Governo decidiu que aos aumentos no Estado deverá ser descontada uma décima.

Dívida pública desce para 271.200 milhões de euros em outubroSegundo o Banco de Portugal, a redução face ao mês anterior 'refletiu, essencialmente, amortizações de títulos de dívida no valor de 500 milhões de euros'. Já face a outubro de 2020, a dívida pública na ótica de Maastricht aumentou em 3.035 milhões de euros Ah diminui os cargos familiares do governo ? Ou impostos do petroleo sao Ainda maiores com à subida desses mesmos? As eleiçoēs serao para brève ? Nao Nao propagande nunca neste Partido . 🤔🤔🤔

Empréstimos concedidos a particulares caem em outubro, em contraciclo com créditos a empresasOs juros dos créditos a particulares e a empresas subiram face a setembro. Já os depósitos, tanto de particulares como de empresas, cresceram em outubro face ao mês anterior, apesar de as taxas de juro se manterem em mínimos históricos, de acordo com dados do Banco de Portugal divulgados esta quinta-feira

A inflação homóloga nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) subiu 0,6 pontos percentuais em outubro, face a setembro, para 5,2%, a mais elevada taxa em quase 25 anos, desde fevereiro de 1997.Na variação em cadeia, as maiores subidas foram observadas na Bélgica (11,2%), Itália (9,4%) e Roménia (8,6%), enquanto as únicas descidas foram registadas na Estónia (-2,1%), Luxemburgo (-0,3%) e Suécia (-0,2%).Lusa A taxa de desemprego recuou, em outubro, para os 7,3% na zona euro e para os 6,7% na União Europeia (UE), face ao mesmo mês de 2020, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat..

Num comunicado divulgado esta quinta-feira, 2 de dezembro, a OCDE precisa que, na zona euro, onde se inclui Portugal, o ritmo de aumento da inflação foi superior, mas para um valor inferior ao verificado no conjunto dos 38 países da OCDE, registando-se uma progressão e 0,7 pontos percentuais, para 4,1%. Nos Estados Unidos da América, o aumento foi mais pronunciado e o valor final mais elevado, com a inflação homóloga a subir 0,8 pontos percentuais, para 6,2% em outubro, o nível mais elevado desde novembro de 1990, quase 31 anos.. Ao longo do ano terminado em outubro, os preços da energia subiram 24,2% na OCDE, um ritmo mais de cinco pontos percentuais superior ao verificado em setembro (18,9%) e o mais elevado desde julho de 1980. O Eurostat estima que, em outubro, havia 14. A subida dos preços dos alimentos na OCDE manteve-se estável em 4,5%. Excluindo alimentos e energia, a inflação homóloga da OCDE subiu mais moderadamente, para 3,5% em outubro, em comparação com 3,2% em setembro.

Só o Japão escapa ao aumento dos preços Em outubro, a inflação homóloga aumentou em todos os países do G7, exceto no Japão, onde caiu ligeiramente para 0,1%, contra 0,2% em setembro, apesar do forte aumento dos preços da energia (para 11,4%, contra 7,5% em setembro). No que respeita ao desemprego entre os jovens até aos 25 anos, este recuou para os 15,9% tanto na zona euro quanto na UE. A inflação homóloga aumentou acentuadamente no Reino Unido (para 3,8%, contra 2,9% em setembro) e nos Estados Unidos (para 6,2%, contra 5,4%) refletindo aumentos em todas as componentes da inflação para ambos os países. Todas as rubricas excluindo alimentos e energia foram as que mais contribuíram para a inflação global nestes dois países (em 2,8 pontos percentuais e 3,9 pontos percentuais, respetivamente). Os preços da energia contribuíram com 1,0 pontos percentuais no Reino Unido e 1,8 pontos percentuais nos Estados Unidos, enquanto os alimentos contribuíram modestamente (em 0,1 pontos percentuais e 0,4 pontos percentuais respetivamente). Na UE, havia em outubro 2. A inflação homóloga também aumentou nos outros quatro países do G7: para 4,7% no Canadá (contra 4,4% em setembro), para 4,5% na Alemanha (contra 4,1%), para 3,0% em Itália (contra 2,5%), e para 2,6% em França (contra 2,2%).

A subida dos preços da energia aumentou acentuadamente nestes quatro países e a energia foi o principal contribuinte para a inflação global em Itália e França, onde contribuiu com 2,1 pontos percentuais e 1,6 pontos percentuais da taxa de inflação, respetivamente. Ao mesmo tempo, a subida dos preços dos alimentos diminuiu ou manteve-se estável nestes quatro países, com contribuições limitadas para a inflação global.. Todos os itens excluindo alimentos e energia contribuíram mais para a inflação no Canadá e na Alemanha (em 2,3 pontos percentuais em ambos os países), e menos em Itália e França (em 0,7 pontos percentuais e 0,9 pontos percentuais, respetivamente). .