IGAI diz não ter informação para afirmar que extrema-direita está infiltrada nas polícias

IGAI diz não ter informação para afirmar que extrema-direita está infiltrada nas polícias

20/10/2021 18:11:00

IGAI diz não ter informação para afirmar que extrema-direita está infiltrada nas polícias

A inspetora-geral da Administração Interna disse hoje no parlamento não ter informação para afirmar que a extrema-direita e radicalização estão infiltradas na polícia portuguesa, mas garantiu ser uma realidade a que está atenta

"Não temos neste momento elementos que nos permitam afirmar que há introdução desses elementos nas forças e serviços de segurança, quer com vista à radicalização, quer elementos de extrema-direita. Não temos de facto elementos que nos permitam de uma forma segura chegar a essa conclusão" disse Anabela Cabral Ferreira aos deputados na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

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No entanto, sustentou que a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) está atenta a esta realidade, designadamente através da monitorização das redes sociais onde normalmente são expressos esses discursos de ódio e de incitamento à violência.

A juíza desembargadora manifestou-se também preocupada com os movimentos inorgânicos no seio das forças de segurança, como o Movimento Zero."É uma questão difícil a infiltração nas forças e serviços de segurança de radicalização. Naturalmente que nos preocupa os movimentos inorgânicos, porque esses movimentos são sem rosto e não fornecem interlocutores com quem podemos dialogar. Nessa medida a preocupação é grande", precisou. headtopics.com

A pedido da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, a inspetora-geral esteve na comissão parlamentar para explicar as atuações discriminatórias por parte das forças e serviços de segurança no exercício das suas funções.

Anabela Cabral Ferreira garantiu que"não há um problema generalizado de práticas discriminatórias" pelas polícias, mas ressalvou que isso"não significa que o problema não exista"."Efetivamente que existe [práticas discriminatórias]. Por todos os meios que temos ao nosso alcance, quer sejam legislativos, quer sejam ao nível da formação, isso tem de ser completamente eliminado da prática das forças e serviços de segurança", frisou.

A inspetora-geral sustentou que a função da manutenção da segurança é"absolutamente vital e fundamental para o funcionamento do estado de direito", sendo por isso natural que tenha de se"pautar sempre por critérios de que práticas discriminatórias não existam".

Anabela Cabral Ferreira sublinhou ainda que factos denunciados e que chegam ao conhecimento da IGAI"são sempre investigados", mas esta entidade tem"sempre o princípio de presunção de inocência, que é um princípio bacilar do estado de direito". headtopics.com

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