Diretora financeira da Huawei agradece à China após Canadá a libertar da prisão

A filha do fundador e diretora financeira da Huawei, expressou este sábado gratidão 'à China e ao povo chinês' após o Canadá a ter libertado como parte de um acordo com as autoridades para suspender o julgamento de fraude

25/09/2021 16:33:00

A filha do fundador e diretora financeira da Huawei, expressou este sábado gratidão 'à China e ao povo chinês' após o Canadá a ter libertado como parte de um acordo com as autoridades para suspender o julgamento de fraude

A filha do fundador e diretora financeira da Huawei, expressou este sábado gratidão 'à China e ao povo chinês' após o Canadá a ter libertado como parte de um acordo com as autoridades para suspender o julgamento de fraude.

...Meng está agora, segundo a televisão estatal CGTN, num voo charter fretado pelo Governo chinês que poderá aterrar já hoje à tarde na cidade de Shenzhen, a sede da companhia.Meng expressou desde o voo a sua"gratidão" à China e ao povo chinês pela sua"ajuda e apoio" no regresso a casa.

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"Sem uma pátria forte, eu não seria livre hoje", afirmou Meng, citada pela estação de televisão.Leia TambémDirigente da Huawei detida no Canadá pode voltar à China após acordo com EUAMeng disse que, nos últimos três anos, a sua vida tinha sido"virada do avesso", e que embora a sua detenção a tivesse afetado"como mãe, mulher e executiva", tinha sido também"uma experiência inestimável".

"Nunca esquecerei todos os bons votos que recebi de pessoas de todo o mundo. Mas quanto maior for a dificuldade, maior será o crescimento", disse.A justiça dos EUA aceitou o acordo entre o Departamento da Justiça e a Huawei, que vai permitir à filha do fundador e diretora financeira do conglomerado chinês de telecomunicações regressar à China. headtopics.com

Leia TambémEUA negoceiam com diretora financeira da Huawei para encerrarem processo criminal no CanadáUma juíza do tribunal federal de Brooklyn"aceitou" o acordo entre o Departamento da Justiça dos EUA e os advogados de Meng Wanzhou, que está no Canadá em detenção domiciliária há três anos e que a justiça dos EUA queria que fosse extraditada para a julgar no seu solo.

Em causa estavam acusações de mentira para contornar as sanções dos EUA ao Irão, o que lhe poderia determinar uma condenação a 30 anos de cadeia nos EUA.Durante a anterior presidência norte-americana, Meng foi acusada de ter mentido para enganar bancos sobre as relações empresariais com o Irão e de ter coberto, através de uma empresa de Hong Kong, a Skycom, a venda de equipamento ao regime de Teerão, em violação das sanções norte-americanas.

Leia TambémCFO da Huawei processa Canadá por “detenção ilegal”O acordo alcançado designa-se por acusação diferida, no qual o acusado concorda com algumas condições em troca do que o Departamento de Justiça pode deixar cair o caso.

Reid Weingarten, um dos advogados de Meng, confirmou em mensagem de correio eletrónico a existência do acordo, mas não avançou detalhes, em particular sobre aquelas condições.Mas sabe-se que o acordo contempla o adiamento até ao final de 2022 da eventual apresentação de acusações por"fraude bancária". headtopics.com

Obviamente, é para dissolver, e depressa OE2022 chumbado. PSD quer eleições o mais rápido possível Jesus: «Não houve tretas nem jogadores a mandarem-se para o chão.. eu não deixo que entrem nisso»

Leia TambémPrisão domiciliária da diretora financeira da Huawei é um luxoUm representante do Departamento de Justiça propôs ao tribunal nova-iorquino o"adiamento", até 01 de dezembro de 2022, quatro anos depois da deteção de Meng Wanzhou no Canadá, das acusações feitas no final de 2018 contra a dirigente da Huawei, designadamente por"conspiração" para cometer uma"fraude bancária".

Se o acordo não for contestado ou rompido até àquela data, as acusações caem, segundo o representante do Departamento de Justiça.Com a aceitação dos termos do acordo, acabam três anos de batalha judicial e diplomática entre Pequim, Washington e Otava.

Leia TambémCFO da Huawei paga fiança. Trump admite vir a intervir a favor de acordo comercialO Governo do Candá anunciou sexta-feira que os dois canadianos detidos na China desde dezembro de 2018 como retaliação pela detenção de Meng Wanzhou, a principal responsável financeira da Huawei, foram libertados por Pequim.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou na sexta-feira à noite que Michael Spavor e Michael Kovrig foram libertados pelas autoridades chinesas e estão agora a caminho do Canadá. Consulte Mais informação: Jornal de Negócios »

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Huawei promete defender-se das acusações de 'conspiração' e 'fraude bancária' por parte dos EUAA Huawei garantiu hoje que vai 'defender-se' das acusações da justiça norte-americana, mesmo depois de as autoridades deste país terem retirado as acusações de fraude contra a diretora financeira e fundadora, Meng Wanzhou, que foi libertada.

Huawei promete defender-se das acusações dos EUAO anúncio aconteceu no momento em que a filha do fundador e diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, regressava à China, na sequência de um acordo com as autoridades para suspender o julgamento por fraude

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