Covid-19: infeção deu maior proteção do que vacina contra a variante Delta - SIC Notícias

Covid-19: infeção deu maior proteção do que vacina contra a variante Delta

20/01/2022 04:06:00

Covid-19: infeção deu maior proteção do que vacina contra a variante Delta

“Vacinação continua a ser a estratégia mais segura”, adverte o Centro de Prevenção e Controlo de Doenças dos EUA. “Vacinação continua a ser a estratégia mais segura”, adverte o Centro de Prevenção e Controlo de Doenças dos EUA.

Os não vacinados, mas que já tinham estado infetados com covid-19, estavam mais protegidos contra a variante Delta do que as pessoas apenas vacinadas, aponta um estudo da autoridade de saúde dos Estados Unidos divulgado na quarta-feira.

Para os Centros de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, apesar destes dados “a vacinação continua a ser a estratégia mais segura” contra o vírus SARS-CoV-2.Contrair a doença expõe as pessoas a complicações sérias, enquanto as vacinas provaram ser extremamente seguras e eficazes, salienta esta autoridade de saúde norte-americana.

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Claro que vcs sabem que a vacina e a mesma desde o início. A única mudança foi a variante! Só um idiota acreditava que o contato com uma parte ínfima do vírus sintetizada em laboratório poderia conferir mais proteção do que o contato com o vírus no seu estado natural. Onde é que eu já tinha ouvido isso antes?🤔🤔🤔 lembrei, os tais que os jornalistas chamam de negacionistas diziam, desde o início, exatamente isso😜.

às pessoas que sobreviveram ou não cabia no tweet?

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Lusa Os não vacinados, mas que já tinham estado infetados com covid-19, estavam mais protegidos contra a variante Delta do que as pessoas apenas vacinadas, aponta um estudo da autoridade de saúde dos Estados Unidos divulgado na quarta-feira. Para os Centros de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, apesar destes dados “a vacinação continua a ser a estratégia mais segura” contra o vírus SARS-CoV-2. Contrair a doença expõe as pessoas a complicações sérias, enquanto as vacinas provaram ser extremamente seguras e eficazes, salienta esta autoridade de saúde norte-americana. O estudo foi realizado antes das doses de reforços estarem amplamente disponíveis e do aparecimento da nova variante Ómicron, que representa atualmente mais de 99% dos novos casos de covid-19 nos Estados Unidos. Os resultados da investigação fornecem elementos-chave para analisar de uma forma mais eficaz as diferenças entre a imunidade adquirida pelas vacinas ou devido a uma infeção. Os CDC estudaram casos nos estados de Nova Iorque e Califórnia, entre maio e novembro de 2021. A variante Delta tornou-se dominante nos Estados Unidos no final de junho do ano passado. Ao longo do período em análise, as pessoas menos protegidas foram, sem margem de erro, aquelas que não foram vacinadas nem tinham contraído a doença anteriormente. Mas antes do surgimento da variante Delta, as pessoas que foram vacinadas e nunca contraíram a covid-19 estavam mais protegidas do que as pessoas não vacinadas, mas que já tinham sido infetadas. Cenário inverteu-se Após a disseminação da Delta, este cenário inverteu-se. Os indivíduos vacinados, mas não previamente infetados, correram menos seis vezes risco de contraírem a doença no Estado da Califórnia e cerca de cinco vezes menos em Nova Iorque. Este risco foi ainda mais reduzido para pessoas previamente infetadas, mas não vacinadas, sendo o risco 29 vezes menor na Califórnia e 15 vezes menor em Nova Iorque. Sobre o risco de hospitalização, os autores do estudo apenas encontraram uma inversão semelhante entre os dois períodos (antes e depois da variante Delta) na Califórnia. Para os CDC, estes dados explicam-se devido aos diferentes “estímulos da resposta imune” causados pelo contacto com o vírus real ou com a vacina. Esta reversão também “coincidiu com o início da diminuição da imunidade induzida pela vacina em muitas pessoas”, antes das doses de reforço, acrescentam os autores do estudo. Os CDC observam que os dados recolhidos sobre a Delta em outros países “também demonstram uma maior proteção para indivíduos previamente infetados, vacinados e não vacinados, em comparação com a vacinação apenas”. Apesar dos resultados, os autores do estudo garantem que é necessária uma investigação mais aprofundada, para apurar a durabilidade da proteção conferida pela infeção contra cada uma das variantes, incluindo a Ómicron. Saiba mais: