INSS começa a pagar pensões e aposentadorias com reajuste

INSS começa a pagar pensões e aposentadorias com novo piso salarial Veja o calendário

İnss, Pagamento

25/01/2022 15:45:00

INSS começa a pagar pensões e aposentadorias com novo piso salarial Veja o calendário

Com o novo piso salarial, de R$ 1.212, o pagamento para 36,4 milhões de segurados vai até o dia 7 fevereiro; veja o calendário

A orientação do INSS é que os segurados fiquem atentos: a data de depósito dos benefícios depende do número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço, para aqueles que foram concedidos recentemente ou a data em que já habitualmente recebia para aqueles que possuem seu benefício há algum tempo.

O trabalhador brasileiro conta com novas regras para se aposentar desde aR7Marcello Casal Jr/Agência BrasilReprodução/Pixabay'Isso vale até mesmo para analisar qual seria o melhor benefício para o segurado.” Entre os erros mais frequentes, estão: falta de inclusão de períodos especiais no cálculo; ausência de vínculos na aposentadoria; e não incluir salários de contribuição menores que os recolhidos ou, até mesmo, inexistentes.

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INSS começa pagar aposentadoria com reajuste hoje; veja calendárioOs melhores investimentos para aposentadoria são aqueles focados no longo prazo. Mas determinar as melhores opções dependerá de fatores como o perfil do investidor, o valor disponível para ser destinado a esse objetivo e o horizonte de investimento, ou seja, quanto tempo o dinheiro ficará alocado no ativo escolhido.

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Teto do INSS vai subir para R$ 7.087 para aposentados e pensionistas Esse reajuste, no entanto, não será aplicado a todos os beneficiários. Quem começou a receber os pagamentos a partir de fevereiro do ano passado terá a correção proporcional à inflação acumulada do mês de início do benefício até dezembro. Para quem se aposentou em fevereiro, por exemplo, a correção é de 9,86%. Quem passou a ser beneficiário em dezembro terá 0,73%. Os beneficiários devem considerar que os valores reajustados também sofrerão descontos do IR (Imposto de Renda). A orientação do INSS é que os segurados fiquem atentos: a data de depósito dos benefícios depende do número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço, para aqueles que foram concedidos recentemente ou a data em que já habitualmente recebia para aqueles que possuem seu benefício há algum tempo. Confira as datas Conheça cinco revisões que os segurados podem pedir no INSS O trabalhador brasileiro conta com novas regras para se aposentar desde a reforma da Previdência , que começou a valer em 13 de novembro de 2019. Entre elas: idade mínima passou a ser de 65 anos (homens) e de 62 anos (mulheres). Com as novas regras, boa parte dos trabalhadores terá de trabalhar mais tempo para conseguir se aposentar. A pedido do R7 , os advogados João Badari, especialista em direito previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, e Giovanni Magalhães, especialista em cálculos previdenciários da ABL Calc, listaram cinco que podem ser solicitadas após a reforma da Previdência. Clique nas imagens acima e confira: Marcello Casal Jr/Agência Brasil 1) Revisão dos adicionais de ação trabalhista Quem ganhou uma reclamação trabalhista e se aposentou depois da reforma da Previdência pode computar o tempo de serviço que a ação reconheceu como vínculo empregatício e adicionou no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) porque serão contabilizadas também todas as contribuições feitas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) neste período. 'Esse período adicional também pode ser utilizado, inclusive, se era o tempo que faltava para se aposentar na regra antiga', diz Badari que acrescenta: 'isso é possível porque, nesse caso, o segurado já tinha os requisitos para se aposentar antes da reforma'. Reprodução/Pixabay 2) Revisão do erro de cálculo da concessão Badari diz que há um grande percentual de erro nas concessões de aposentadoria pelo INSS. Por isso é importante pedir uma cópia do seu processo para verificar possíveis erros. 'Isso vale até mesmo para analisar qual seria o melhor benefício para o segurado.” Entre os erros mais frequentes, estão: falta de inclusão de períodos especiais no cálculo; ausência de vínculos na aposentadoria; e não incluir salários de contribuição menores que os recolhidos ou, até mesmo, inexistentes. Marcos Santos/USP Imagens 3) Inclusão da atividade especial Com a reforma da Previdência, não é mais permitido converter o período trabalhado em atividade especial (insalubridade, caso dos profissionais da saúde) em atividade comum. No entanto, dá para computar esse período que o trabalhador exerceu antes de 13 de novembro de 2019. Para homens, a cada dez anos trabalhados, há o acréscimo de 1,4 ano. Para mulheres, é de 1,2 ano. Marcelo Oliveira/EFE - 22.03.2021 4) Inclusão da contribuição como servidor público O segurado do INSS que trabalhou por um tempo como servidor público vinculado a um RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) poderá contabilizar esse período no cálculo da aposentadoria do regime geral. Para isso, ele deve solicitar a emissão da CTC (Certidão do Tempo de Contribuição) para o RPPS e enviar o pedido de análise ao INSS. É importante destacar que se o segurado optar por transferir este período para o INSS, não poderá utilizar esse tempo no regime anterior, caso queira reivindicar a previdência no RPPS. Antonio Cruz/Agência Brasil 5) Cálculo da aposentadoria da pessoa com deficiência Antes da reforma da Previdência, os benefícios previdenciários eram calculados conforme a Lei nº 9.876/89, mas a aposentadoria da pessoa com deficiência era regulamentada pela Lei Complementar nº 142. Apesar de ter terem as regras muito parecidas, há diferenças. Além do cálculo da média dos 80% maiores salários, a pessoa com deficiência poderia se aposentar com menos tempo de contribuição: 25, 29 ou 33, dependendo do grau de deficiência. Nesses casos, a aplicação do fator previdenciário seria opcional e poderia ser usado se trouxesse mais vantagens para o trabalhador. Com a reforma, veio uma mudança nas regras das aposentadorias e passou a ser considerada a média de 100% dos salários. Com isso, você teria uma porcentagem de acordo com o tempo que contribuiu a mais: 20 anos (homem) e 15 anos (mulher). orém, o Artigo nº 22 da emenda constitucional diz que até que uma lei discipline a aposentadoria da pessoa com deficiência, os benefícios continuariam sendo calculados conforme estabelece a Lei Complementar 142. Ou seja, é um benefício que mesmo após a reforma ainda tem de ser calculado na regra antiga. “O INSS se posicionou em alguns casos afirmando que as aposentadorias das pessoas com deficiência serão calculadas pelas novas regras. Isso é ilegal e inconstitucional', diz Magalhães. Para o advogado, se considerarmos que o artigo 22 prevê expressamente que enquanto não houver outra lei, vai ter de ser calculado exatamente como a lei complementar. Pixabay