Orçamento. Empresários da hotelaria e distribuição pedem menos carga fiscal

Orçamento. Empresários da hotelaria e distribuição pedem menos carga fiscal

24/09/2021 16:10:00

Orçamento. Empresários da hotelaria e distribuição pedem menos carga fiscal

O impacto da pandemia e de novas normas nestes setores justificam o apelo à redução da carga fiscal da parte da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição

A redução da carga fiscal é um apelo comum às associações de hotelaria e distribuição, no que toca ao Orçamento do Estado para 2022 (OE2022). As associações argumentam com os danos causados pela pandemia, que entendem justificar este alívio junto dos setores.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende como prioridade para o OE2022 a redução da carga fiscal e a aplicação temporária da taxa reduzida do IVA a todo o serviço de alimentação e bebidas. Isto, de forma a “reforçar a tesouraria das empresas, travar desemprego e encerramento de milhares de negócios, potenciando a sua recapitalização".

Paralelamente, a AHRESP propõe a criação de mecanismos/plataformas que apoiem e facilitem a contratação de recursos humanos, nomeadamente a contratação controlada de imigrantes, assim como o desenvolvimento de um programa de formação nas áreas das"competências digitais, do desenvolvimento pessoal e em áreas técnicas. headtopics.com

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) faz propostas na mesma linha, e insiste que uma redução da carga fiscal para as empresas e para os consumidores deve ser incluída no OE2022."Aqui não falamos apenas de IRC e IRS, mas também todos os impostos associados ao investimento e consumo e as tributações autónomas", disse a associação à Lusa. Para a associação,"as mudanças nas empresas não podem ser feitas sem os apoios necessários e o setor da distribuição está a ser particularmente visado pela legislação nacional e europeia em matérias tão diversas como o plástico e a sua utilização racional, o combate ao desperdício alimentar, o plástico de uso único e temas adjacentes".

Associação de renováveis quer redistribuir o jogoPor seu lado, a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) aponta que a Contribuição Extraordinária do Setor Energético (CESE) “deveria ser repensada numa revisão mais transversal de todos os impostos e taxas numa perspetiva de incentivo consciente de investimento e mudança de comportamentos que estimulem a transição energética".

A associação entende que a fiscalidade não está alinhada com os objetivos de descarbonização do país, e relembra as medidas que propôs neste âmbito, e que espera ver contempladas no OE. Estas resultarão na cobrança prevista de cerca de 1.180 milhões de euros adicionais no período de 2022-2030, de acordo com o estudo elaborado pela Deloitte e divulgado em maio.

A associação espera também que o OE2022 preveja a redistribuição fiscal das receitas arrecadadas pelo Governo com os municípios que pretendam acolher a instalação de centros eletroprodutores renováveis. Consulte Mais informação: Expresso »

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