Marcelo: 'Se houver um agravamento que exigir tomada de medidas serão tomadas'

Marcelo: 'Se houver um agravamento que exigir tomada de medidas serão tomadas'

16/09/2021 21:56:00

Marcelo: 'Se houver um agravamento que exigir tomada de medidas serão tomadas'

O Presidente da República disse esta quinta-feira que a evolução da pandemia continuará a ser acompanhada e admitiu que se houver 'um agravamento' as restrições serão novamente impostas.

16 Setembro 2021, 17:35O Presidente da República disse esta quinta-feira que a evolução da pandemia continuará a ser acompanhada e admitiu que se houver “um agravamento” as restrições serão novamente impostas.O Presidente da República disse esta quinta-feira que a reunião no Infarmed com os especialistas representou o “fechar de uma página” mas considerou que as conclusões não significam a “conclusão do processo”, porque a evolução da pandemia continuará a ser acompanhada.

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“Os portugueses foram percebendo o que era fundamental que fizessem e aderiram. Não estivemos com uma pistola atrás a obrigá-los. Mesmo o confinamento, quando extremo, não era vinculativo e as pessoas aceitaram-no como tal, em consciência, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, em conferência de imprensa depois do encontro que envolveu governantes, deputados e epidemiologistas.

“Desde logo que houver circunstâncias que obriguem à imposição de restrições as restrições serão impostas. Vai haver uma monitorização permanente da situação. Se houver um agravamento que exigir tomada de medidas serão tomadas”, advertiu o chefe de Estado. headtopics.com

O Presidente admitiu que os calcanhares de Aquiles são sobretudo o início do ano letivo, o Natal, o fim do ano e o aparecimento de novas variantes do vírus, para os quais será feita uma examinação passo a passo. “Continua a haver internados, doentes em cuidados intensivos e mortes”, alertou Marcelo Rebelo de Sousa.

Na reunião no Infarmed, a Direção-Geral de Saúde (DGS) pôspandémicos em cima da mesa: um primeiro, mais simples, em que Portugal não tem de lidar com a preocupação uma nova mutação e a imunidade dure três anos, um segundo que desce esse

timingpara um ano e um terceiro cenário, mais grave, em que o país tem de enfrentar uma nova variante e o aumento da taxa de mortalidade. Consulte Mais informação: Jornal Económico »

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Procuram-se artistas que se inspirem no Douro — e há bolsas para os que lá viveremVivificar vai atribuir bolsas a quatro artistas residentes ou naturais da região do Douro, no valor de três mil euros. Candidaturas podem ser feitas até 19 de Novembro.

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