Marcelo quer uma clarificação dos partidos sobre a TAP nas eleições

Marcelo quer uma clarificação dos partidos sobre a TAP nas eleições

Transportadora Aérea, Turismo

02/12/2021 03:39:00

Marcelo quer uma clarificação dos partidos sobre a TAP nas eleições

No congresso da APAVT, Presidente da República pediu uma decisão sobre o aeroporto de Lisboa em 2022. Agências de viagens reclamam a manutenção de ajudas até à Páscoa.

Subscrever"Estamos preocupados", porque"é urgente que se confirme o apoio à retoma até à Páscoa", sublinhou na sua intervenção Pedro Costa Ferreira. Como afirmou,"hoje é absolutamente visível que as empresas estão mais frágeis, logo muito mais necessitadas de apoio". O líder associativo lembrou ainda que o turismo necessita que se resolvam os problemas da plataforma aeroportuária, da ligação ferroviária de alta velocidade e o futuro da TAP.

O Presidente da República não deixou passar em branco estas preocupações e, no seu discurso, lembrou que há um aspeto positivo na convocação das eleições legislativas para 30 de janeiro, que é a possibilidade de os concorrentes clarificarem as suas posições sobre estas matérias.

Relativamente ao novo aeroporto de Lisboa, exortou a que se tome"uma decisão e tome-se em 2022", lembrando que"sonhar com um hub forte em Portugal implica apostar na TAP". Como frisou,"é muito importante que os concorrentes às eleições clarifiquem" o querem com a TAP,"para que não haja angústias metafísicas no decurso da legislatura". headtopics.com

#AlertaCiberAtaques2022. Quem está a salvo?

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros, aproveitou também a sua intervenção na sessão de abertura do congresso para apelar a uma decisão sobre o aeroporto."Estar há 50 anos para decidir um novo aeroporto de Lisboa não é aceitável".

Francisco Calheiros expressou ainda dois desejos. O primeiro foi que a pandemia seja debelada rapidamente. Já o segundo é de que o futuro governo seja de"estabilidade", e que a"seguir à prioridade das finanças e à saúde, seja um governo da economia e das empresas". O líder associativo pediu ainda que o próximo governo reduza a carga fiscal e os custos de contexto às empresas."Que tenha coragem e arrisque", disse.

IncertezasO dia de abertura do congresso da APAVT contou ainda com a intervenção do antigo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, que destacou a existência de três fenómenos que irão impactar a Europa neste período de transição entre a pandemia e a endemia: inflação, juros e dívida. Na sua intervenção, sob o tema"Recuperação pós-covid: tendências globais, mundiais e nacionais", o antigo governante alertou que vamos ter que aprender a viver com inflação, que será passageira, mas mais longa do que inicialmente estimado e que esse fenómeno irá provocar um aumento dos juros entre 2,5 a 3% até 2024.

Respostas rápidas. Teve Covid-19? Saiba como pedir e para que serve o certificado de recuperação

A somar, há ainda que enfrentar o problema das dívidas públicas acima dos 100% do PIB que, nesta crise sanitária, alastraram a mais países europeus do que no período da última recessão. Como recordou, dantes eram quatro e agora são sete. Para Paulo Portas, a recuperação económica do país deverá assentar na competitividade e na constância."Nós precisamos de crescer constantemente, mas é com constância", lembrando que as políticas estão sempre a mudar. headtopics.com

O setor do turismo"só recuperará na fronteira de 2022 para 2023", apontou. Apesar disso, há algumas incertezas nesta fase de transição, nomeadamente o desconhecimento das novas variantes da covid, a duração da imunidade da vacina e o negacionismo. Para Paulo Portas,"as pessoas têm que ter um crivo para o que leem nas redes sociais". Como afirmou,"é absolutamente essencial acelerar a dose de reforço" da vacina e democratizar o seu acesso, que até agora está restrito a maiores de 65 anos.

Consulte Mais informação: Diário de Notícias »

Alec Baldwin assegura que não premiu gatilho da arma nas filmagensO ator diz não ter 'nenhuma ideia' de como terá surgido uma munição real nas filmagens.

Eutanásia sem doença fatal, o muro que separa Marcelo do ParlamentoNo requerimento ao Constitucional, em fevereiro, Marcelo admitia que o diploma abria a porta à morte medicamente assistida sem que a doença fatal fosse uma condição.

Marcelo convicto na viabilização do novo governo e OrçamentoO Presidente da República manifestou-se esta quarta-feira convicto na viabilização do novo governo e Orçamento do Estado, qualquer que seja o partido que o proponha ao parlamento, processo que não causará interferência no caminho do crescimento económico de Portugal.

Benfica estreia-se na Liga dos Campeões de voleibol com derrotaZenit S. Petersburgo impôs na Rússia a sua superioridade, com um triunfo por 3-0.

As Causas de José Miguel Júdice: a grande vitória de Rui Rio antielite, antimedia e anti-LisboaRui Rio ganhou por pouco mais de 1500 votos, mas politicamente teve uma grande vitória eleitoral, por mérito próprio. Segundo José Miguel Júdice o que justifica esta vitória é porque Rio soube aplicar uma estratégia anti-dirigentes, anti-elites, anti-Lisboa e os seus media, que sempre teve sucesso na “arraia miúda” dos militantes. Uma estratégia que Sá Carneiro e Cavaco Silva sempre souberam usar muito bem. Ouça 'As Causas', comentário emitido a 30 de novembro na SIC Notícias E anti-Júdice também 😜😜😜

Santa Bárbara e os trovõesA covid-19 e a implicação que tem na movimentação de pessoas de diferentes países vão fazer com que o recrutamento de mão de obra estrangeira se torne uma missão quase impossível.