Música, confetis e uma aparição falhada de negacionistas na última arruada do PS

Música, confetis e uma aparição falhada de negacionistas na última arruada do PS

Legislativas 2022, Ps

28/01/2022 22:31:00

Música, confetis e uma aparição falhada de negacionistas na última arruada do PS

A última arruada da campanha socialista terminou em festa, ainda que a vitória seja incerta. O tom dominante da tradicional descida do Chiado, em Lisboa, foi de confiança, aliada a uma última tentativa de colar o PSD ao Chega. Um grupo de negacionistas tentou, sem sucesso, aproximar-se de Costa.

Houve gritos de vitória, mas foram tímidosA verdade é que, assim que termina a resposta, a mulher vê um homem aproximar-se."Já tem idade para ter vergonha na cara", atira-lhe este apoiante socialista. Mas, logo depois, recebe duas abordagens mais amigáveis, de gente que quer oferecer-lhe uma bandeira do

."Se me oferecer essa rosa, aceito", responde a apoiante laranja, apontando para as flores empunhadas por esses apoiantes socialistas. Um deles acede. Cumprimentam-se, vence a democracia.PUBMenos cordial foi o surgimento-relâmpago de alguns membros do ADN, o partido negacionista surgido a partir das cinzas do PDR, a antiga força fundada por Marinho e Pinto."Liberdade sim, ditadura não!", berra, até à exaustão, uma mulher de megafone em riste. O objetivo parece ser provocar um episódio mediático; os alarmes da comitiva socialista soam e, apesar de alguns sobressaltos, a caravana consegue virar para a Rua do Carmo sem problemas de maior.

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Campanha acaba hoje. PS e PSD descem o ChiadoÀs 24 horas de hoje, termina a campanha eleitoral das legislativas antecipadas que se realizam no domingo. O PS e o PSD fazem esta tarde a tradicional descida do Chiado, em Lisboa, à vez, primeiro desfilarão os socialistas, depois os sociais-democra Adeus doce sossego, vêm ai os trauliteiros do parlamento.

Os Club Makumba são música de resistência, dança como libertaçãoTó Trips e João Doce, “homens do rock”, juntaram-se a Gonçalo Prazeres e Gonçalo Leonardo, “pessoal do jazz”. Desenharam um mapa à volta do Mediterrâneo, inspiraram-se n’A Jangada da Medusa de Gericault e criaram a música que traduzisse ambos. Club

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ali faria horas depois. E não tem medo de exibir a bandeira social-democrata?"Não. Vivemos numa democracia". Houve gritos de vitória, mas foram tímidos A verdade é que, assim que termina a resposta, a mulher vê um homem aproximar-se."Já tem idade para ter vergonha na cara", atira-lhe este apoiante socialista. Mas, logo depois, recebe duas abordagens mais amigáveis, de gente que quer oferecer-lhe uma bandeira do ."Se me oferecer essa rosa, aceito", responde a apoiante laranja, apontando para as flores empunhadas por esses apoiantes socialistas. Um deles acede. Cumprimentam-se, vence a democracia. PUB Menos cordial foi o surgimento-relâmpago de alguns membros do ADN, o partido negacionista surgido a partir das cinzas do PDR, a antiga força fundada por Marinho e Pinto."Liberdade sim, ditadura não!", berra, até à exaustão, uma mulher de megafone em riste. O objetivo parece ser provocar um episódio mediático; os alarmes da comitiva socialista soam e, apesar de alguns sobressaltos, a caravana consegue virar para a Rua do Carmo sem problemas de maior. Mais uns metros, novo acontecimento:"A verdadeira notícia está ali em cima!", grita aos jornalistas uma jovem mulher, surgida como um relâmpago e que, logo depois, desaparece na multidão. Seguimos a sugestão e erguemos o olhar: na passagem pedonal que liga o elevador de Santa Justa ao Carmo, e que cruza os telhados daquela rua, alguns manifestantes exibiam uma faixa onde se lia:"Não às minas, sim à vida". Se Costa leu, não se manifestou. Até ao final, com ponto marcado para o Rossio, a caravana do