E depois da covid-19, o que vai mudar no mundo? 15 respostas dos especialistas

E depois da covid-19, o que vai mudar no mundo? 15 respostas dos especialistas

29/03/2020 10:52:00

E depois da covid-19, o que vai mudar no mundo? 15 respostas dos especialistas

Pandemia. O nosso dia a dia mudou muito. E poderá nunca mais ser igual. Do emprego à forma como socializamos, passando pela nossa relação com a Natureza. Especialistas apontam pistas para o que aí vem

JornalistaQualquer compressão social e individual estendida no tempo cria no ser humano um inevitável desejo de liberdade e de libertação. Na opinião do psicólogo e terapeuta familiar Manuel Lemos Peixoto, depois da pandemia e das ordens de distanciamento social, surgirá na maior parte das pessoas a vontade de proximidade dos outros. Ultrapassado o receio da doença e da morte, irá pulsar o desejo da vida, do prazer e de alguns excessos. O terapeuta recorda o que a História ensina, tal como aconteceu na I e II Guerra Mundial, e aposta que depois de superado este problema, as populações vão encontrar-se mais, brindar mais, abraçar-se mais, beijar-se mais e praticar mais sexo. Os cumprimentos sociais com os cotovelos e pés não vieram para ficar, apesar de passar a haver mais consciência da higiene e receio de novos contágios. Por outro lado, Manuel Lemos Peixoto considera que depois desta intensa experiência digital de socialização à distância com os outros, surgirá um aumento das patologias nas relações sociais. Já que irá acentuar e extremar nalgumas pessoas mais obsessivas, fóbicas, solitárias, viciadas nas aplicações, uma maior tendência para o isolamento, para socializarem apenas e só através das redes e saírem menos à rua, do que faziam antes.

Resultado preliminar da autópsia a George Floyd exclui morte por asfixia “O racismo não está a piorar. Está a ser filmado”: os sufocados Brasil supera Espanha e já é o quinto país do mundo com mais mortes provocadas pelo coronavírus

B.M.Vamos aprender “às nossas custas”, mas seremos “pessoas diferentes”. Esta é a convicção de José Gomes Pereira, diretor de medicina desportiva do Comité Olímpico de Portugal, que acredita que há pelo menos uma mensagem que todos já retiveram com esta pandemia: “A medicina é exercida por médicos, a enfermagem por enfermeiros e a saúde é de todos nós.” Por isso, “todos têm de ser agentes da sua promoção e conhecer os procedimentos que devem adotar para melhorar a sua qualidade de vida”. O também professor na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa lembra que o aumento da longevidade teve que ver com a evolução da medicina, “mas sobretudo com a educação para a saúde” e que é provável que o novo coronavírus “possa vir a ser um gatilho para as pessoas perceberem o quão vulneráveis são”. E essa vulnerabilidade será reduzida se diminuirmos os comportamentos de risco. “Esta pandemia veio criar uma consciencialização sobre a nossa fragilidade. Quando ultrapassarmos esta fase vamos encarar a saúde e este fenómeno que é mantermo-nos vivos e saudáveis de forma diferente”, diz o clínico, lembrando a importância “da alimentação, da qualidade do sono, exercício físico e de não fumar” como vetores para uma maior resistência à doença.

L.P.G.AQUIpara continuar a ler.Para aceder a todos os conteúdos exclusivos do site do Expresso também pode usar o código que está na capa da revista E do Expresso. Consulte Mais informação: Expresso »

Será sadismo? Mas cada um só tem aquilo que merece. Ninguém obrigou os brasileiros a votar no Bolsonaro, nem os ingleses a escolher o irmão do Trump, nem os americanos a escolher o irmão do Boris, nem os filipinos a escolher aquele sujeito. Pelo menos têm o melhor ministro das Finança para salvar o País. Não vai haver desemprego, nem faltar dinheiro às famílias para alimentar os filhos. Este é um governo a sério liderado por um indiano e ajudado pelos comunistas, do melhor que há no mundo.

Uma coisa que podia mudar: deixar de haver tantos especialistas, palpitadores e comentadores, e mais notícias e investigação jornalística baseada em factos... As causas da quarentena no prolongamento de situações de burnout, isolamento social com depressão, vítimas confinados com agressores, situações frágeis a nível matrimonial associado a educação de filhos habituados a não ter os pais em casa, carência economia, etc. Pólvora!

Covid-19: CDS quer cheque até 15 mil euros para empresas encerradasLíder do partido, Francisco Rodrigues dos Santos, apresenta 15 medidas para proteger o emprego, entre elas a atribuição de cheques de emergência a PME com a atividade suspensa, que pode ir até 15 mil euros, a fundo perdido. O chiquitito ainda anda de fraldas borradas. A fundo perdido? Para os patrões meterem o dinheiro no bolso? O tempo dos novos ricos do cavaquismo que encheram o bolso de fundos perdidos já era. Cresce e aparece ó 'cabeça de velho'. É um dejecto destes sportinguista. Porra!! Já brotam as soluções mágicas das cartolas dos populistas ! Afunda portugal! 👏🏻👏🏻👏🏻

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Apenas 31% dos portugueses revelam “confian\u00e7a” face \u00e0 pandemia da Covid-19Só agoiros ... Phodasse🤟 StayIndoorsPhodeibos😂 biba o PêÉss😷