Covid-19: vacina não afeta mulheres em tratamentos de fertilidade - SIC Notícias

Covid-19: vacina não afeta mulheres em tratamentos de fertilidade

26/01/2022 04:07:00

Covid-19: vacina não afeta mulheres em tratamentos de fertilidade

Segundo estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista Obstetrics & GynecologyEstes.

A vacinação contra a covid-19 não afeta a taxa de fertilidade nas mulheres submetidas a tratamentos de fertilização in vitro, revela um estudo realizado nos Estados Unidos e divulgado na terça-feira.Para os autores da investigação, publicada na revista Obstetrics & GynecologyEstes, estes resultados somam-se ao “crescente corpo de evidências” que garante que a vacinação contra a covid-19 não afeta a fertilidade.

A equipa de investigação do Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, comparou taxas de fertilização, gravidez e aborto prematuro em pacientes de fertilização in vitro que receberam duas doses da vacina, da Pfizer ou Moderna, e obtiveram os mesmos resultados que entre as mulheres não vacinadas.

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Lusa A vacinação contra a covid-19 não afeta a taxa de fertilidade nas mulheres submetidas a tratamentos de fertilização in vitro, revela um estudo realizado nos Estados Unidos e divulgado na terça-feira.As 17 comunidades autónomas espanholas e as duas cidades autónomas do norte de África (Ceuta e Melilla) têm competências próprias em matéria de saúde, o que as leva a aprovar medidas muito diferentes no âmbito da luta contra a pandemia de covid-19.infetado em novembro do último ano , e já em dezembro foi hospitalizado em estado grave, com necessidade de ventilação mecânica.em Vila Real.

Para os autores da investigação, publicada na revista Obstetrics & GynecologyEstes, estes resultados somam-se ao “crescente corpo de evidências” que garante que a vacinação contra a covid-19 não afeta a fertilidade. A equipa de investigação do Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, comparou taxas de fertilização, gravidez e aborto prematuro em pacientes de fertilização in vitro que receberam duas doses da vacina, da Pfizer ou Moderna, e obtiveram os mesmos resultados que entre as mulheres não vacinadas. Quanto aos países e territórios europeus, devem comunicar a sua chegada à Galiza as pessoas procedentes de Portugal, Kosovo, Dinamarca, Andorra, Chipre, Ilhas Faroé, França, Gibraltar, Grécia, Guernsey, Islândia, Irlanda, Ilha de Man, Jersey, Luxemburgo, Mónaco, Montenegro, São Marino, Eslovénia e Suíça. “Este é um dos maiores estudos para rever a fertilidade e os resultados dos ciclos de fertilização in vitro em pacientes que receberam vacinas contra a covid-19”, salientou Devora A. Com LUSA. Aharon, a principal autora do estudo e especialista em fertilidade da Escola de Medicina Icahn em Mount Sinai (ISMMS). A listagem de países inclui ainda vários Estados das Américas, da Ásia, de África e a Austrália, na Oceânia. A investigação não encontrou diferenças significativas na resposta à estimulação ovárica, qualidade dos óvulos, desenvolvimento embrionário ou resultados da gravidez entre pacientes vacinadas e não vacinadas. O facto de se terem reduzido ajuda a recuperar mais rapidamente aquilo que se perde no ensino à distância.

“As nossas conclusões de que a vacinação não teve impacto nestes resultados devem ser tranquilizadoras para as mulheres que estão a tentar engravidar ou que estão no início da gravidez”, acrescentou a especialista.. O estudo incluiu pacientes cujos óvulos foram retirados dos ovários e fertilizados com esperma em laboratório, criando embriões que foram congelados e depois descongelados e transferidos para o útero. E ainda mulheres que passaram por um tratamento médico para estimular o desenvolvimento do óvulo. Os dois grupos de transferência de embriões congelados e descongelados (214 vacinadas e 733 não vacinadas) obtiveram taxas semelhantes de gravidez e perda precoce de gravidez. Já os dois grupos de mulheres submetidas à estimulação ovárica (222 vacinadas e 983 não vacinadas) apresentaram taxas semelhantes de recuperação de óvulos, fertilização e embriões com número normal de cromossomas.

As pacientes alvo do estudo receberam os tratamentos entre fevereiro e setembro de 2021. Os autores da investigação esperam que os resultados aliviem a ansiedade das pessoas que pretendem engravidar, acrescentou o hospital em comunicado. “Com este trabalho podemos ajudar a tranquilizar os pacientes em idade reprodutiva e permitir que tomem as melhores decisões. Cria conforto às pessoas saberem que a vacina contra a covid-19 não afeta o seu potencial reprodutivo”, pode ler-se. A divulgação deste estudo coincide com a vaga da nova variante Ómicron, altamente contagiosa.

Os investigadores referiram ainda que estudos anteriores apontam que a vacinação ajuda a proteger as mulheres grávidas contra o desenvolvimento da doença grave, confere anticorpos aos bebés e não aumenta o risco de parto prematuro ou problemas de crescimento do feto. .