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A crise ambiental não é “um prato doce”. Mas eles metem a colher

Crise Climática Agora: A crise ambiental não é “um prato doce”. Mas eles metem a colher

23/09/2019 08:16:00

Crise Climática Agora : A crise ambiental não é “um prato doce”. Mas eles metem a colher

Na Semana do Clima , procurámos activistas de diversas associações e movimentos portugueses. Actuam de forma diferente, com um propósito comum: alertar para a crise ambiental e climática que o planeta atravessa. Utilizar menos o carro, reduzir o cons

(LPN) nasceu, as preocupações ambientais eram “bem mais ligeiras” do que as actuais. “A conservação da natureza era preocupação de uma minoria particularmente bem informada” — como era o caso do poeta Sebastião da Gama, que alertou para a destruição da Mata do Solidário, na Serra da Arrábida, na altura “a ser destruída para fazer carvão, e “estimulou Carlos Manuel Baeta Neves e um conjunto de personalidades do meio académico” a fundar a LPN. É a “mais antiga associação de ambiente da Península Ibérica”, conta Jorge Palmeirim, actual presidente.

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Hoje em dia, o cenário é diferente: “O aumento do nível educacional da sociedade e a globalização da informação” fizeram com que os problemas ambientais deixassem de preocupar apenas uma minoria,para levar milhões de estudantes de todo o mundo a sair à rua em defesa do planeta

. As associações ambientalistas passaram a proliferar pelo país — com diferentes áreas de actuação, mas um propósito comum. A LPN manteve-se activa, ajustando as suas acções às preocupações de agora: passou da “escrita de artigos de opinião e entrevistas em órgãos de comunicação social” para “actividades de educação ambiental em escolas e diferentes tipos de instituições”.

FotoJorge Palmeirim, presidente da LPNDRA educação ambiental é o campo de actuação de diversas associações. AQuercus, por exemplo, cuja data de fundação remonta a 1985, tem como “pedra basilar” as acções de formação nas escolas: “Desde as Olimpíadas do Ambiente [programa de formação ambiental para jovens do 7.º ao 12.º ano que teve a última edição em 2012], ao Projecto 80 [programa de sensibilização para a sustentabilidade, que aconteceu até 2018], a centenas de acções isoladas como debates, conferências e palestras, actividades de plantação de árvores com escolas”, enumera João Branco, tesoureiro e ex-presidente da associação.

Mas a acção não se esgota aqui. Há trabalho no terreno, que envolve, por exemplo, “hospitais veterinários com infra-estruturas para recuperar animais selvagens”: os centros de estudos e recuperação de animais selvagens de Castelo Branco, de Montejunto e de Santo André recebem animais feridos e tratam-nos com o “mínimo contacto com o ser humano”, para que sejam novamente libertados na natureza. Além dos animais, também a preocupação pela floresta autóctone marca a agenda da Quercus. Foi, aliás, o motivo primordial para a criação da associação: “

”, atira João Branco.FotoJoão Branco, da QuercusAdriano MirandaPelo caminho, em 1995, a associação criou também o Centro de Informação de Resíduos com vista a fomentar a gestão sustentável dos resíduos. O tema das alterações climáticas, afirma, era também algo que preocupava a Quercus “desde o início” — e sempre foi a motivação principal da

, cujo lema é “Justiça climática, já!”Da desobediência civil ao consumo conscienteAntes de se juntar à Climáximo, em 2018, Paula Sequeiros pertencia a um outro movimento, o Colectivo Clima, que tinha “objectivos muito semelhantes” aos do movimento centralizado em Lisboa. “Preocupavam-nos as explorações de petróleo e gás que estavam anunciadas para todo o país e, acima de tudo, uníamo-nos pela ideia da

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justiça climática”, refere a activista. Quando levaram a Climáximo para o Norte do país, a acção focava-se essencialmente em saídas à rua para “distribuir comunicados e conversar”, ou “fazer sessões para explicar o que eram as alterações climáticas”. Tarefa difícil: “Debatíamo-nos muitas vezes com alguma incredibilidade. Porque não estamos a servir um prato doce a ninguém quando falamos de alterações climáticas, é sempre uma conversa dura e difícil.”

FotoPaula Sequeiros, activista da ClimáximoNelson Garrido Consulte Mais informação: Público »

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