Qual o tamanho do estrago bolsonaresco? - CartaCapital

23/01/2022 05:15:00

Qual o tamanho do estrago bolsonaresco?

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Qual o tamanho do estrago bolsonaresco?

O autoritarismo e o iliberalismo não são nem fantasmas, nem ameaças futuras, mas uma realidade que já deteriora nossa ordem constitucional

, sobre o que para ele seria o caráter fantasmagórico dos perigos de um segundo mandato bolsonaresco para o regime hoje vigente no País. Segundo Pereira, a reiterada contenção do autoritarismo presidencial durante este primeiro mandato, ilustrada por diversos episódios em que ele teve suas ações bloqueadas ou corrigidas, demonstraria que não há riscos de uma inflexão autoritária se porventura Bolsonaro vier a ser reeleito.

A análise de Pereira foi objeto, nesta semana, de uma crítica de Celso Rocha de Barros,Folha de São Paulo. Nela, Barros aponta que nada do que Pereira observa em sua coluna e num ótimo livro de que é coautor, lidando com o mesmo tema, leva em consideração situações graves e inusitadas como as ocorridas durante o período bolsonaresco – a crise dos comandos militares, o abortamento do manifesto empresarial pela democracia, o 7 de Setembro golpista, o financiamento governamental da mídia bolsonarista, a deslegitimação do processo eleitoral, a captura da PGR, o constante choque entre Poderes e a partidarização das Forças Armadas.

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Bolsonaro e sua trupe da uma aula de como não se deve governar, foi eleito o pior presidente do Brasil de todos os tempos, mais um recorde negativo para o desgoverno Bolsonaro. Chora miseráveis!!! Parabéns presidente Bolsonaro Recuperar o Brasil de estragos feitos pelos políticos é missão inglória. O Brasil é o país da rachadinha, milícia, mensalão, petrolão, tratolão, orçamento secreto, fundo eleitoral bilionário, etc e tal. Pior que isso é ver que milhões de pessoas creem em messias políticos.

É incalculável no momento, e levaremos décadas para reestruturar novamente o país para chegarmos ao patamar em que fomos a 6° economia do G-20. Levará décadas para recuperar Vá fazer compras em um supermercado, vai encher o tanque do seu carro , conte quantas pessoas poderiam ser salvas com a vacinação começando em dezembro... não há espaço em um tweet para enumerar os malefícios deste desgoverno.

No meu entender imensurável Estratrago enorme nos bolsos dos vagabundos que estavam acostumados a roubar o dinheiro do povo. Tirou o PT do poder e vai ser reeleito. Bolsonaro tira sono da esquerda. Menor que o Lulesco e tb o dilmesco! Folhetim defensor de ladroes!!!!!

Quem eram os alienistas, grupo do qual Sigmund Freud fez parte - BBC News BrasilO fundador da psicanálise, considerado uma das mentes mais influentes e polêmicas do século 20, era um alienista — assim como seus colegas. _vancelotte meus coleguinhas fer4

Imenso. 👍 Um imbecil que é impossível quantificar o tamanho do estrago. Estrago financeiro na mídia mamateira. Do tamanho de 621.000 vidas perdidas até este momento, e crescendo. Obrigado (SQN) aos envolvidos. Infinito LulaEoPTDestruiramOBrasil LulaEoPTDestruiramOBrasil LulaEoPTDestruiramOBrasil LulaEoPTDestruiramOBrasil heldersalomao RodrigoMaia joicehasselmann KimKataguiri SF_Moro ArthurLira_ marceloramosam GFiuza_Oficial

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'Eu prefiro o caminho da revisão', diz vice-presidente do PT sobre o futuro da reforma trabalhistaEm entrevista a CartaCapital, José Guimarães defendeu a criação de uma comissão tripartite e cogitou o 'aproveitamento' de pontos da reforma Há um ano atrás denuncio a falta de Remédios para Alzheimer nas Farmácias de Alto Custo. Continuo enfrentando esse problema e mesmo com 2 Liminares o SUS não cumpre. Me ajuda dando voz? Minha mãe está sem remédio! Esse cara não é o da cueca de dollar? Ou estou enganado? Não gostei de nenhuma linha dessa entrevista. Triste ver que a posição 'conciliatória' não mudou, ou talvez só se acirrou.

Do tamanho de um país.

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CBF vai exigir vacinação completa dos jogadores em torneios da entidade neste ano - Esportes - EstadãoEntidade seguirá realizando testes rotineiros antes dos jogos e resultado negativo dos exames também será cobrado Esporte Ainda bem que não vamos ver Felipe Melo Esporte Tetradose Esporte O povo devia exigir que quen estiver completamente vacinado não pode contrair covid

Ouvir Elza Soares é conhecer profundamente as dores e amores das mulheres negras do BrasilSua trajetória foi como a metáfora com a qual ela mesma se definiu: insubstituível, inigualável, incomparável. E sempre será Santa ignorância. É muita bobagem. uma das obras mais ricas da MPB. ela gravou com todo mundo. ontem estava ouvindo Elza no carro e pensei 'acho que ela não gravou o Gil' e algumas músicas depois tava lá ela cantando Drão. Chorei! Não tenho competência para julgar o trabalho dessa senhora. Só me espanto com o que ela fez com o próprio rosto. Mal consigo olhar. As pessoas, principalmente as mulheres, deveriam fazer uma profunda reflexão sobre essas intervenção estéticas. Eu acho.

O último navio negreiro dos EUA e uma 'cidade de revoltas' expõem o racismo em Sundance - CartaCapital'Descendant' e 'Riotsville, USA' são dois dos vários documentários e filmes sobre justiça racial exibidos no festival de cinema independente

do dia 10 de janeiro último , sobre o que para ele seria o caráter fantasmagórico dos perigos de um segundo mandato bolsonaresco para o regime hoje vigente no País.A equipe da BBC News Brasil lê para você algumas de suas melhores reportagens Episódios Fim do Podcast Na França, no início do reinado de Luís 16, o movimento filantrópico — inspirado nas ideias de Jean-Jacques Rousseau — revelou, entre outras denúncias, as condições miseráveis ​​em que se encontravam os confinados nos Hospitais Gerais do reino.Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretenderia revogar ou revisar a reforma trabalhista do governo de Michel Temer (MDB).A equipe da BBC News Brasil lê para você algumas de suas melhores reportagens Episódios Fim do Podcast Na França, no início do reinado de Luís 16, o movimento filantrópico — inspirado nas ideias de Jean-Jacques Rousseau — revelou, entre outras denúncias, as condições miseráveis ​​em que se encontravam os confinados nos Hospitais Gerais do reino.

Segundo Pereira, a reiterada contenção do autoritarismo presidencial durante este primeiro mandato, ilustrada por diversos episódios em que ele teve suas ações bloqueadas ou corrigidas, demonstraria que não há riscos de uma inflexão autoritária se porventura Bolsonaro vier a ser reeleito. A análise de Pereira foi objeto, nesta semana, de uma crítica de Celso Rocha de Barros, Folha de São Paulo . (. Nela, Barros aponta que nada do que Pereira observa em sua coluna e num ótimo livro de que é coautor, lidando com o mesmo tema, leva em consideração situações graves e inusitadas como as ocorridas durante o período bolsonaresco – a crise dos comandos militares, o abortamento do manifesto empresarial pela democracia, o 7 de Setembro golpista, o financiamento governamental da mídia bolsonarista, a deslegitimação do processo eleitoral, a captura da PGR, o constante choque entre Poderes e a partidarização das Forças Armadas. “Eu prefiro o caminho de pegarmos as reformas que foram feitas e retirar delas tudo aquilo que quebrou, que não serviu ao País. Se, por um lado, Pereira aponta o quanto as instituições foram capazes de impor limites ao autoritarismo bolsonaresco, tornando pouco críveis suas ameaças, por outro, Barros observa o quanto elas falharam em fazê-lo no tempo hábil e de forma mais efetiva, evitando estragos sérios – como as milhares de vidas perdidas para a Covid-19 em decorrência da incúria sanitária do governo federal, especialmente no concernente ao atraso no início da imunização.). A esse respeito, vale notar que o infectologista Pedro Hallal, da UFPEL, comparando os números brasileiros com os de outros países, estima que poderiam ter sido evitadas cerca de 80% das mortes produzidas pela pandemia."milhares de insanos são trancados nas prisões sem que ninguém pense no menor remédio ", diz um trecho do documento.

Ou seja, 480 mil pessoas poderiam ainda estar vivas, fosse a atual gestão federal um governo normal e não a tanatocracia caquistocrática a que estamos submetidos. "O semilouco se confunde com o louco perdido, o furioso com o louco tranquilo: alguns são acorrentados, outros são deixados em liberdade em seu cárcere. Se você me pergunta: o que deve ser aproveitado? Talvez alguma coisa do ponto de vista da CLT”, disse. Noutras palavras, diferentemente do que afirma Pereira numa réplica a Barros , a gestão de Bolsonaro não é um mero “governo ruim”, mas um que viola nosso pacto civilizatório no que ele tem de mais elementar – e expresso constitucionalmente. Danos humanos da magnitude do que o bolsonarismo produziu, ao gerar tal morticínio em massa, não são pormenores ou resultados contingentes a governos ruins – como inegavelmente é o caso do atual que, contudo, vai muito além disso." Embora as reformas para melhorar a situação tenham sido temporariamente interrompidas pela revolução, o relatório teve grande repercussão no país, que se tornou uma república. O fato de freios institucionais e sociais terem sido ativados, evitando que os desastres fossem ainda maiores, não os torna negligenciáveis, tampouco os corrige.” Segundo o vice-presidente do PT, a ideia é identificar os pontos que precisam ser reformados, “preservando o interesse de uma eventual comissão tripartite”, ou seja, um acordo entre trabalhadores, empresários e o governo. Não se trata de danos que, apesar dos pesares, podem ser absorvidos tranquilamente pela salutar alternância democrática no poder e compensados mediante correções de rota. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Em 1814, um filantropo, membro do Parlamento britânico, descobriu em um hospital um americano acorrentado a um dispositivo de ferro por mais de uma década Reformas semelhantes ocorreram em outras partes do continente. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Em 1814, um filantropo, membro do Parlamento britânico, descobriu em um hospital um americano acorrentado a um dispositivo de ferro por mais de uma década Reformas semelhantes ocorreram em outras partes do continente.

Dando mais substância a esta argumentação, as forças políticas atuantes e as instituições do Estado brasileiro foram impotentes para impedir que o desgoverno produzisse 480 mil mortes – e essas pessoas não voltam mais. Da mesma maneira, foram incapazes de coibir a escalada desenfreada do desmatamento – e a riqueza natural destruída não tem como ser recuperada por gerações, mesmo que iniciativas nessa direção sejam tomadas. Alienismo alienado Ambos os termos permaneceram em uso. Também citou a pretensão de derrubar o teto de gastos, aprovado sob o governo Temer para congelar investimentos públicos. É de destruição definitiva e morte que se trata, não de meros prejuízos materiais passíveis de superação, ou da correção de rumos de uma administração desastrada. Nos dois casos, princípios fundamentais de nossa ordem política foram violados sem que houvesse meio para impedir tal coisa. Relembrando sua experiência como um "jovem alienista", o renomado psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung — colaborador mais próximo de Freud — escreveu em 1952: "Nossa formação como alienistas estava intimamente relacionada à anatomia do cérebro, mas não à psique humana. Eis a quebra do pacto civilizatório. Porque o Lula sabe lidar com o Congresso Nacional, o Lula sabe lidar com as diferenças, sabe lidar com o empresariado." "Observações meramente clínicas — e subsequentemente post mortem, quando se costumava olhar para um cérebro que não mostrava sinais de anormalidade — não eram particularmente esclarecedoras.

Supor que tudo correu bem e que fomos salvos do pior sem maiores arranhões seria como imaginar, após uma guerra, que ela não tenha representado danos à humanidade porque, ao fim e ao cabo, um inimigo perverso foi derrotado militarmente." "O axioma 'doenças mentais são doenças cerebrais' não dizia nada a ninguém. Ora, a vitória dos mais justos numa guerra pode significar a prevenção de mais destruição, mas de forma alguma elimina o desastre pregresso, que poderia ter sido impedido caso houvesse prevenção contra as causas que levaram ao conflito armado. Os que morreram em campos de batalha ou de extermínio não retornam, por melhores que sejam os termos do armistício e as penalidades aplicadas aos criminosos de guerra. "Fascinantemente", observa o psicólogo físico e forense Stephen A. Eu não vejo necessidade de a gente inventar polêmica agora se deve ou não. O governo Bolsonaro representa um estrago concreto em nossa ordem democrática análogo aos danos irreversíveis de uma guerra; não são apenas ameaças e não se trata de um imaginário fantasma. Isso, claro, se entendermos tal ordem de forma mais ampla, não restrita apenas à continuidade da disputa eleitoral e ao funcionamento formal dos Poderes do Estado em 2022 e depois, mas como a proteção hoje de direitos fundamentais de seus cidadãos – não por acaso previstos constitucionalmente. "O pêndulo histórico oscilou dramaticamente nos últimos cem anos, do biologismo bruto dos primeiros alienistas até os penetrantes conhecimentos da psicologia profunda no século 20, e agora, lamentavelmente, de volta à nossa conceitualização predominantemente neurobiológica e médica. "O pêndulo histórico oscilou dramaticamente nos últimos cem anos, do biologismo bruto dos primeiros alienistas até os penetrantes conhecimentos da psicologia profunda no século 20, e agora, lamentavelmente, de volta à nossa conceitualização predominantemente neurobiológica e médica.

Constituições democráticas – que definem nosso pacto civilizatório – são documentos que contemplam mais do que regras procedimentais de funcionamento do aparato estatal, da competição política e da tomada de decisões; elas também abrangem – inclusive os enumerando – direitos fundamentais. E isso é assim, a bem da verdade, desde configurações políticas protodemocráticas, como na constituição americana de 1787, que apenas foi aprovada porque houve acordo político entre os constituintes para que contemplasse também uma carta de direitos ( Bill of Rights ) no pacote de suas dez primeiras emendas, além das regras procedimentais de funcionamento do Estado. Desse modo, como deve ser qualificado um governo que deliberadamente desrespeita prerrogativas básicas, como o direito à vida, em vez disso produzindo a morte de milhares de seus cidadãos por causas evitáveis? Quão efetivas foram as instituições estatais para impedir que isto acontecesse? E para que continuasse ocorrendo, como agora na celeuma em torno da vacinação de crianças e do passaporte sanitário? E, se as instituições não foram efetivas para assegurar o cumprimento do pacto que as embasa, em que medida se pode considerar que esse Estado democrático de direito já não tenha sido degradado? Ou seja, o autoritarismo e o iliberalismo bolsonarescos não são nem fantasmas, nem ameaças futuras, mas uma realidade fática que já deteriora nossa ordem constitucional democrática no presente, com resultados bastante palpáveis. O prejuízo já se deu e, daqui para a frente, trata-se de, primeiro, evitar que seja ainda pior e, segundo, tentar alguma reparação, reconstruindo um país devastado. As eleições de 2022 e a posse de quem for legitimamente eleito serão cruciais para isso, mas não trarão de volta à vida aquilo e aqueles que foram aniquilados pela atual gestão.

Tudo isso, claro, se não tivermos a desventura de dar ao atual presidente um segundo mandato. Relacionadas .