População do Brasil deve encolher em quase 50 milhões até o fim do século, aponta estudo

Sem relação com coronavírus, novas estimativas globais preveem 'mundo moldado por árabes e africanos' e 2 bilhões de pessoas a menos que o previsto anteriormente.

15/07/2020 02:14:00

Sem relação com o coronavírus, novas estimativas globais preveem um 'mundo moldado por árabes e africanos' e 2 bilhões de pessoas a menos que o previsto anteriormente.

Sem relação com coronavírus, novas estimativas globais preveem 'mundo moldado por árabes e africanos' e 2 bilhões de pessoas a menos que o previsto anteriormente.

Fechar painel de compartilhamentoRovena Rosa/Agência BrasilImage captionPesquisadores apontam que a estimativa de vida dos brasileiros poderá saltar de em torno de 76 anos para uma média de 82 até o fim do séculoAté o fim desde século, a população do Brasil deve encolher em quase 50 milhões de pessoas, a China cairá de primeiro para terceiro país mais populoso do mundo, Japão, Itália e Portugal devem ter suas populações reduzidas a menos da metade e a lista dos 10 países com mais habitantes no planeta incluirá 5 africanos - hoje, só a Nigéria faz parte dessa lista.

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Este novo mundo com populações mais enxutas e idosas, onde migrações e trocas multilaterais preencherão vácuos na força de trabalho e abrirão espaço para novas potências é descrito por um novo estudo feito por pesquisadores da escola de medicina da Universidade de Washington e publicado nesta terça-feira (14) pela revista científica britânica The Lancet.

A partir de novas fórmulas para estimar taxas de natalidade, mortalidade e fluxos de circulação de pessoas, os autores desafiam previsões consagradas ao apontarem que a população mundial não deve crescer indefinidamente.

Mesmo com mais desmatamento, Ibama pode perder verbas no Orçamento de 2021Para os pesquisadores, depois de alcançar um pico de 9,7 bilhões de pessoas, a população global começará a encolher a partir de 2064 até chegar a 8,8 bilhões em 2100 - quase 2 bilhões de pessoas a menos que o previsto em estimativas da ONU, por exemplo.

Resultado de um aumento no acesso à educação e no acesso a métodos contraceptivos em todo o mundo, a queda no número de filhos por família se repetiria em 183 dos 195 países e territórios estudados, incluindo o Brasil.

Segundo os autores, a população brasileira saltaria de 211,8 milhões (dado de 2017) para um pico de 235,49 milhões em 2043, quando entraria em queda acentuada, até chegar a 164,75 milhões de brasileiros em 2100.As mortes decorrentes do novo coronavírus, ressaltam os pesquisadores,"dificilmente vão alterar significativamente as tendências de longo prazo previstas para a população global".

Ainda assim, apontam os pesquisadores, quando o tamanho da população e a distribuição destas pessoas por faixa etária mudam, a maneira como as pessoas vivem, o meio ambiente, as políticas públicas e a economia também se transformam.

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O Brasil do fim do século 21Os autores da pesquisa, que teve entre seus financiadores a Fundação Bill e Melinda Gates, apontam que a queda já percebida na quantidade de filhos por família no Brasil deve se intensificar nas próximas décadas.

Ao mesmo tempo em que a taxas de natalidade diminuirão, eles apontam que a estimativa de vida dos brasileiros poderá saltar de em torno de 76 anos para uma média de 82 até o fim do século.O resultado direto seria uma população mais velha que a atual – o que também pode significar um encolhimento na economia brasileira, como explica à BBC News Brasil o norueguês Stein Emil Vollset, professor de saúde global da Universidade de Washington e um dos autores do estudo.

“Prevemos reduções no PIB total no Brasil como resultado do encolhimento da população em idade ativa, o que por sua vez é impulsionado pelas baixas taxas de fertilidade no país”, disse o professor por e-mail à reportagem.

“As taxas de fertilidade no Brasil estão abaixo do nível necessário para manter os níveis atuais da população há vários anos e prevemos que as taxas de fertilidade permanecerão abaixo do nível necessário para crescimento ao longo deste século”, continuou Vollset.

Segundo o levantamento, o Brasil se manteria como 8ª maior economia do mundo até 2050. Mas, até 2100, o Brasil seria ultrapassado por Austrália, Nigéria, Canadá, Turquia e Indonésia, e cairia para a 13ª posição no ranking das maiores economias do mundo.

Dono da sexta maior população mundial em 2017, ano usado como referência pelo estudo, o Brasil deve ocupar a 13ª colocação entre os países com mais habitantes até 2100.Um novo futuroEm nota enviada a jornalistas, o editor-chefe da revista Lancet, Richard Horton, disse que a pesquisa “oferece uma visão sobre mudanças radicais no poder geopolítico”.

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“O século 21 assistirá a uma revolução na história de nossa civilização humana. A África e o mundo árabe moldarão nosso futuro, enquanto a Europa e a Ásia recuarão em sua influência”, diz.

Entre as principais movimentações no ranking das 10 maiores economias do mundo entre 2017 e 2100, segundo o estudo, destacam-se o avanço da Índia para o pódio dos maiores PIBs mundiais (um salto da sétima para a terceira posição) e uma ascensão meteórica da Nigéria, que saltaria da 28ª posição para a nona e se tornaria o primeiro país africano entre entre as 10 mais.

“Até o final do século, o mundo será multipolar, com Índia, Nigéria, China e EUA como potências dominantes. Este será realmente um mundo novo, para o qual devemos nos preparar hoje”, diz Horton.A Rússia, por sua vez, cairia da atual 10ª posição para a 14ª. O vácuo dos russos seria ocupado pelo Canadá, que pularia da 11ª para a 10ª posição.

Segundo o professor Vollset, as flutuações nos PIBs dos países resultariam, entre outros fatores, de um"declínio no número de adultos em idade ativa (...) que poderá resultar em grandes mudanças no poder econômico global até o final do século.”

No mundo inteiro, segundo o estudo, a fatia da população com mais de 65 anos será bem maior que a com menos de 20 (ou 2,37 bilhões contra 1,7 bilhão).Os pesquisadores argumentam que essa queda na proporção de jovens pode significar uma redução em índices como inovação das economias.

Também encolheria o mercado interno - formado por pessoas aptas a consumir bens e serviços. “Aposentados têm menos probabilidade de comprar bens de consumo duráveis do que os adultos de meia idade e jovens”, exemplificam os autores em nota à imprensa.

Segundo os autores, o fenômeno expõe “enormes desafios ao crescimento econômico trazidos por uma força de trabalho em declínio”, além de sobrecargas a sistemas de previdência social e saúde frente a populações cada vez mais idosas.

A explosão africanaO levantamento indica que as populações de 183 países do mundo devem encolher – “a não ser que a baixa natalidade seja compensada por imigração”.Ainda assim, a população da África subsaariana, em media, deve triplicar ate o fim do século, passando de 1,03 bilhões em 2017 para 3,07 bi em 2100.

Países subsaarianos, junto aos do norte da África e às nações do Oriente Médio serão os únicos, segundo o estudo, a registrarem aumento populacional até o fim do século.O ranking dos cinco países mais populosos do mundo trará Índia (1,09 bilhão), Nigéria (791 milhões), China (732 milhões), EUA (336 milhões) e Paquistão (248 milhões).

Já a lista das 10 maiores populações incluirá, além da Nigéria, outros quatro países da África: República Democrática do Congo, Etiópia, Egito e Tanzânia.A situação é bem diferente da Ásia e da Europa – continentes onde acontecerão as maiores quedas em termos populacionais.

No primeiro grupo, o Japão deve encolher das atuais 128 milhões de pessoas para 60 milhões em 2100, e a Tailândia deve ver sua população caindo de 71 para 35 milhões. A queda prevista para a China é ligeiramente menor, porém ainda impactante: de 1,4 bilhão em 2017 para 732 milhões em 2100.

Já na Europa, a população espanhola pode encolher de 46 a 23 milhões, enquanto a Itália perderá 30 milhões de cidadãos (de 61 para 31 milhões) e os portugueses irão de 11 para 5 milhões.A jornalistas, o diretor da escola de medicina da Universidade de Washington, Christopher Murray, disse que o “estudo oferece aos governos de todos os países a oportunidade de começar a repensar suas políticas sobre migração, força de trabalho e desenvolvimento econômico para enfrentar os desafios apresentados pelas mudanças demográficas".

“Para países de alta renda com populações em declínio, políticas abertas de imigração e políticas de suporte para que famílias tenham a quantidade de filhos que desejarem são as melhores soluções para sustentar os atuais níveis populacionais, de crescimento econômico e de segurança geopolítica”, diz o professor.

Os autores também ressaltam que as respostas de governos ao declínio da população não podem em qualquer hipótese interferir na liberdade e nos direitos reprodutivos das mulheres.LimitesEntre os possíveis problemas do estudo, os autores dizem que as previsões podem ser afetadas pela quantidade e qualidade dos dados, “embora o levantamento tenha usado os melhores dados disponíveis”.

Eles também apontam a possibilidade de imprevistos que possam afetar ritmos de “fertilidade, mortalidade ou migração Consulte Mais informação: BBC News Brasil »

Muito bom. Quanto menos gente, melhor pro meio ambiente. juliojcsb 2 coisas nao acabarão no mundo gente e barata nao precisam se preocupar pq praga se espalha rapido juliojcsb a equação é simples pobre faz : a) pobre b) mais pobre c)pobre pra cara* simples d responder Espero que sejam daqueles simplórios 57 milhões que em 2018 votaram nesse governo de imbecis :)

57 milhões seria um número ideal de encolhimento. Bobagem. Tem que ter em média 3 filhos. Avisa o pessoal da ANS que acha que em breve teremos uma piramide de cabeça pra baixo. Desconfio que o pessoal da agência não sabe que as pessoas morrem. Só o Bolsonaro, o genocida, já vai matar 1 milhão de brasileiros.

É por causa disso daí que o Brasil afunda. ForaBolsonaroGenocida Quem sobrar não terá mais um banco para chamar de seu. Tudo vendido, quase de graça. Fingers crossed!! Deve encolher... Por falta de vagas de trabalho. E super reprodução em massa por descuido. É muito filho nascendo sem querer. E tem medicamento de prevenção e camisinha em postos de saúde. Se a edução não avançar sobre esse tema..Não vai existir redução...Estudo fantasia.

país ~familista~ onde ninguém qer ter filhos kkkkkkkkkkkkk a world shaped by the same two tribes that invented slavery Dadavaldeger This world is fkd O único fato relevante e verdadeiro na reportagem é que alguém recebeu dinheiro para escrever. Isto gera emprego e renda e faz a economia funcionar. O resto da reportagem são previsões de um roteirista de filmes de Mad Max. Aliás, Mad Max se passava em 2021.

E a China? Está anotado. Vou verificar isso no final do século. O mundo será muçulmano, então? HELL YEAH Ainda bem! Amigo, a gente não sabe nem como vai estar o mundo ano que vem. Final do século capaz de nem ter mais humanidade XeuleBot xeulê Não sei se foi a reportagem que omitiu ou a pesquisa que não abordou mas fazer essa previsão sem considerar o aquecimento global e o impacto da população no meio ambiente me soa leviano.

Países atrasados com mais influência... Já temos quase. O corona virus já levou mais de 1 milhao e meio. Ja era pra estar diminuindo. vão ficar só os políticos. EXCELENTE NOTÍCIA!!!! ESPERO QUE SEJA VERDADE!!! 'Mundo moldado por árabes e africanos', mas que beleza... O Habib's vai falir Tomara que diminua senão a humanidade acaba com o resto do planeta

Eu vou contribuir, não terei filhos. rs Qual a causa? Acho essas previsões têm uma possibilidade muito grande de erro. Não conseguem prever as mudanças de rumo que podem acontecer em país, seja por mudanças políticas, relógiosas ou ideológicas. Não conseguem prever que países podem ser cindir ou até se fundir com outros.

Tem que acabar o ser humano A impressão que eu tenho é completamente o contrário, as pessoas do Brasil continuam tendo mais filhos do que podem criar e isso só aumenta a miséria. Idade ativa? muita gente trabalha até a morte e outros já nascem trabalhando. Imagine como será o mundo moldado por árabes. Grupo sobre políticas e atualidades (SEM alinhamento com o DESgoverno). Conheça - WHATS: TELEGRAM:

A fome já mata mais que o coronavirus, daí a redução populacional. Lula já prévia isso. Isso é terrível, nós, brancos e cristãos precisamos fazer mais filhos. Logo o islã vai ditar as regras no mundo é isso ? Só de birra eu vou ter 5 filhos. Graças a Deus!! Podia começar a diminuir na linha de trem que eu pego pro trabalho

Essa é uma notícia TERRÍVEL para o Brasil. Esse país ainda é uma nação por construir, os vazios demográficos nas regiões norte e centro-oeste precisam.ser ocupadas. É a própria sobrevivência do Brasil, soberania nacional e a integridade territorial que estão em jogo. menos gente menos demente. acho q já posso pensar em filhos...

Olavo vai enlouquecer. Deus te ouça Que bom! Se a covid demorar mais do que pensamos pra ser exterminada serão mais do que 50Mi, não vai sobrar um pra contar a história, Covid-80 vai ta matando o povo ainda. Do jeito que as coisas vão, vamos reduzir isso até o final do ano que vem. ForaBolsonaro MilitaresGenocidas ForaGuedes

resultado da esquerda. e não foi por educação sexual, mas por uma puta geração de babacas. Acho é pouco ainda! Tem muita gente! Via-do não tem útero é por isso. Kkkkkkkkkkk Queria lamentar.... Graças a Deus já tem gente de mais nesse país Este tipo de informação é inútil. Ninguém vai estar aqui para comprovar

Nossa, só teremos anões! Que assim seja. Eu já vou contribuir não deixando herdeiros. rsrs Enfim, uma boa notícia! o olho do genocida até brilhou... já ta pensando nos trens pra colocar as pessoas... Porque todo mundo está pagando o que fez e voltando para as suas origens. Com nosso histórico de desacreditar do potencial de tragédia de algumas situações, posso prever até o final da próxima década.

amém Os autores ressaltam que as políticas governamentais não podem interferir nos direitos reprodutivos das mulheres, mas imigração tá ok, segundo os mesmos pesquisadores. A ciência tá cada vez mais ideologizada! envelhecimento e um país voltado à mão de obra braçal são uma péssima combinação...

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