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Pesquisa indica maior índice de circulação nas ruas do Rio de Janeiro - CartaCapital

População estaria 'relaxando' na prática da quarentena e se acostumando com a pandemia?

10/04/2020 13:15:00

População estaria ‘relaxando’ na prática da quarentena e se acostumando com a pandemia?

População estaria 'relaxando' na prática da quarentena e se acostumando com a pandemia?

O nível médio histórico de circulação em Copacabana antes da Covid-19, que tinha 77% dele reduzido no último sábado de março (28/03), ficou em 70% neste último. Isso equivale a dizer que a cada 100 pessoas que saiam nas ruas do bairro antes da pandemia, 23 saíram no dia 28/03, e 30 neste (04/03). O mesmo foi observado em todos os outros bairros analisados, comparando-se os exatos dois dias. Na Tijuca, a diferença foi de 10%, antes com 95% de queda na média histórica de circulação e, mais recentemente, apenas com 85%. Em Botafogo, os dados foram ainda mais díspares, e se no último sábado de março os números apontavam 87% de queda no nível de circulação do bairro, no primeiro sábado de abril a porcentagem foi de apenas 60%. Na Barra da Tijuca, Centro, e Ipanema/Leblon (analisados em conjunto), a diferença, respectivamente, foi de 7%, 6% e 8%.

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O mesmo fenômeno, ainda de acordo com a análise, tem sido observado ao menos desde o dia 25/03, comparando-se os mesmos dias da semana seguinte. Ainda que não conte com comunidades e bairros do subúrbio carioca, a pesquisa põe em cheque locais historicamente movimentados na cidade e aponta para a análise da quarentena a longo prazo.

A médica infectologista Tânia Vergara, presidente da Sociedade de Infectologia do Rio de Janeiro e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, afirma não ter exatamente a mesma percepção de que o isolamento tem sido aos poucos deixado de lado, mas que alguns fatores podem contribuir para que essa movimentação aconteça, entre eles a falta de coordenação na comunicação pública. “O principal entrave para as medidas de isolamento social é a discussão que ainda há sobre sua validade pelas autoridades, o que deixa a população confusa e faz acreditar em uma série de contestações, exemplos e estratégias, muitas vezes baseadas em outros países, que não conversam bem com a realidade brasileira e contribuem para quebrar a noção de que a quarentena é eficiente”, diz ela.

➤Programas religiosos defendem templos abertos e fé contra coronavírusA famosa curva de contágio, alvo em que o objetivo das autoridades de saúde vai sempre no sentido de achatar, entra no cálculo de epidemiologistas na medida em que os maiores esforços públicos são pensados de acordo com o ponto crítico calculado. Previsto para o país entre o fim de abril e início de maio, seguindo projeções evolutivas da doença em outros países e considerando a quarentena, desrespeitar o isolamento agora, segundo Vergara, faria que o ponto crítico se adiantasse e tivesse maiores proporções, o que pegaria as autoridades despreparadas: “Agora é o pior momento para sair de novo, porque estamos chegando na hora em que vamos sofrer mais e podemos não estar preparados para isso.”

São três os cenários para uma quarentena duradoura que tenha altos índices de adoção, segundo a infectologista. O primeira deles, a massificação da conscientização, em todas as instâncias e por todos os meios possíveis, da eficácia de se isolar socialmente. O segundo, que as autoridades “parem de brigar” no discurso transmitido e se unifiquem pela adoção clara da quarentena, de forma a não confundir a população na estratégia adotada. Por último, a medida de força de proibir a circulação nas ruas, com multas e outras sanções, como aconteceu na Itália, o que ela não vê como uma impossibilidade. “Acho que também existe uma coisa humana de achar que não vou ser atingido”, completa.

“Acostumar-se” com a ideia de pandemia e “relaxar aos poucos” durante as semanas, mesmo sem duvidar de sua gravidade, tem a ver com uma série de fatores psicológicos, entre eles o nível de isolamento social que a saúde mental de cada pessoa pode aguentar sem sofrer graves golpes, segundo a psicanalista Lindinaura Canosa, da Sociedade de Psicanálise da Cidade do Rio de Janeiro.

➤9 pontos sobre o que sabemos de fato sobre o coronavírusCom pessoas que já passam por alguma condição especial, como ansiedade, depressão e tendências suicidas, o esperado é que esses problemas se agravem durante a pandemia e o isolamento, de forma que queiram se apegar a qualquer forma antiga de normalidade, como circular normalmente. Isso, quando não é uma questão de saúde: “tenho mantido 30% dos atendimentos presenciais, pois são pessoas que não suportariam não vir e temo pela saúde delas.”

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Nessas horas, ainda de acordo com a psicanalista, é comum que as pessoas procurem a “normalidade perdida” nos mínimos afazeres, como comprar roupas pela internet. “Provavelmente essa pessoa não vai poder usar a roupa nova tão cedo, mas apenas a possibilidade de comprá-la, como faria em uma situação normal, já funciona, na lógica dela, associando-se à normalidade”, explica.

O fenômeno do “relaxamento” também se liga às formas de tratar problemas, classificadas por Canosa em três vias: enfrentá-lo, o que seria manter a quarentena; paralisar-se e deprimir-se diante dele; fugir, o que seria reconhecer a gravidade, mas preferir não acreditar nela. O fato de termos que “nos isolar, mas de portas destrancadas”, é ainda mais decisivo, segundo ela, já que configura fato inédito mesmo em situações de risco: “quem mora em áreas de conflito, ao menos consegue ver o inimigo e ter noção clara dele, mas no caso da pandemia, nem isso é possível.”

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No Rio o povo tá mais acostumado com massacres. Carioca sempre se julgou superior. A verdade é que o estado de São Paulo leva o Brasil nas costas. Agora que São Paulo parou o Brasil vai afundar. Como separaram as pessoas em grupos de risco, quem tá fora do grupo acha que ñ vai morrer. O Carioca infelizmente se acoarumou com todo tipo de caos urbano.... Tráfico de drogas, milicianos, governador que adora matar e agora uma pandemia.

Vírus direcionado a dizimar pobres e idosos, quem puder mais chora menos, proteja se... Para o governo, somos todos vagabundos Principalmente nos bares!! Pessoas aglomeradas dançando e cantando. Talvez comemorando a sua provável contaminação. Lamentável que o vício pelo álcool os deixe tão dementes a tal ponto.

Quando os hospitais de campanha estiverem lotados e os médicos tiverem que escolher quem vive e quem morre , talvez, talvez a população caia na realidade . Ou o Mundo todo está errado ? Não só isso como tem empresa abrindo mesmo não sendo essencial. O trabalhador vai falar o patrão que não pode ir? Se acostumarem com isso, já viraram zumbis.

Resumindo, estão aceitando a morte ? Sim ou com ctz?! Eu fico me policiando aqui, pq...

Prefeitura do Rio de Janeiro confirma 6 mortes por covid-19 em comunidades - CartaCapitalAntes, secretaria estadual de Saúde havia informado mortes em favelas, mas assumiu erro e voltou atrás.

PF deflagra segunda fase da Lava-Toga no Rio de Janeiro | RadarPoliciais federais cumprem 15 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária expedidos pelo STJ. Quero ver essa operação chegar no STF logo! Mas e a quarentena? Não mude de assunto. Pra cima deles!!!!

Mulher é detida após apresentar comportamento 'inadequado' em praia da Zona Oeste do Rio; VÍDEOAgentes do Programa Recreio Presente informaram que ela desacatou e desobedeceu ordens dos policiais. 'Me solta, sua infectada louca', diz mulher para PM em vídeo. puta que pariu... Darwin! Flayslane passou da conta estavam certo que ia ter uma ditadura... Só erraram quem iam ser os ditadores... E agora criticam, quem era para ser o ditador, e se negou a ser.

Rio tem menos de 30% dos respiradores necessários, afirma Witzel - Saúde - EstadãoGovernador admite que Estado não terá condições de atender grande quantidade de pacientes Se tivesse adotado o remédio do Bolsonaro, os respiradores não seriam necessários. Vá tomar no seu cu, Witzel. Espero que o povo arranque vc do Palácio Guanabara te enchendo de amor e carinho. 😢 Fala com ele que já tem bolsotrumpcloroquina no mercado.

Ação voluntária para higienizar favela no Rio é interrompida por falta de água, dizem moradoresMutirão desinfeta as ruas do Santa Marta, em Botafogo, na Zona Sul. Sem água, tiveram que interromper a ação marcada para esta quinta-feira (9). wilsonwitzel vai de helicoptero jugar água do céu!? MCrivella vai mandar agentes carregarem galões d'Água para os idosos? CedaeRJ Vai mandar vefiricar o que aconteceu ? SE FOSSE NO LEBLON ATÉ A PMERJ ESTARIA CARREGANDO COPOS DAGUA PRA MATAR A CEDE DOS GRANFINOS ! Assim,como funciona essa higienização? Pq eu vi um prefeito lavando as ruas como medida contra o coronavirus, questiono a eficiencia dessa medida. Se for a mesma ideia é melhor que essa agua seja utilizada de outra forma.

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