Veja

Veja

Movimento antivacina é grave ameaça ao controle da Covid-19 no mundo

A ciência mergulha na mente dos que recusam a imunização e encontra as respostas necessárias para combatê-los

17/09/2021 13:00:00

O movimento antivacina preocupa cientistas, que constatam que as diferenças na imunização mundo afora podem potencialmente atrasar o controle global da pandemia. O desafio para superar essa questão é enorme. Entenda na reportagem de capa de VEJA :

A ciência mergulha na mente dos que recusam a imunização e encontra as respostas necessárias para combatê-los

Cilene Pereira e Simone BlanesAtualizado em 16 set 2021, 20h00 - Publicado em 17 set 2021, 06h00A RODA DA IGNORÂNCIA - Protestos no Brasil, nos EUA e na França: presentes no mundo todo, os antivacina comungam das mesmas falsas crenças e teorias da conspiração. Todos os números e estudos científicos desmentem essas insanidades - Aloisio Mauricio/Fotoarena; Angela WEISS/AFP; Kiran Ridley/Getty Images

Bolsonaro ficará uma semana sem poder fazer live no YouTube | Radar Econômico Guedes defende privatização e diz que Petrobras não valerá nada em 30 anos Vídeo mostra vendedor do Carrefour sendo humilhado por gerente enquanto limpa chão de joelhos em MS

PublicidadePublicidadeNesta semana, o Brasil teve duas boas notícias em relação à Covid-19. Na terça-feira 14, o Imperial College London informou que a taxa de transmissão da doença no país chegou a 0,81, a menor do ano. Isso significa que cada 100 pessoas infectadas pelo novo coronavírus o disseminam para outros 81 indivíduos. Em março, no pico da pandemia, o índice chegou a 1,23. Um dia depois, na quarta-feira 15, os números mostravam que a curva de mortes se mantinha estável havia 84 dias. Nos Estados Unidos, a situação é inversa. Depois da queda de casos observada nos primeiros meses do ano, o país voltou a registrar o avanço da pandemia de junho para cá e atualmente contabiliza mais de 41 milhões de habitantes infectados e 660 000 vidas perdidas. Separando as duas realidades estão as vacinas. Enquanto por aqui a imunização segue firme e avança — 40% dos brasileiros completaram o regime de vacinação — , nos Estados Unidos a campanha está estagnada. Na terra onde sobram imunizantes, pouco mais da metade da população (54%) está totalmente protegida. A nação presidida por Joe Biden, apoiador da vacina, e que tem como conselheiro de saúde Anthony Fauci, um dos mais respeitados infectologistas do mundo, bateu na barreira erguida pelos americanos que resistem à imunização. Passados os meses iniciais da campanha, quando tudo levava a crer que os americanos seriam os primeiros a completar o ciclo de proteção, a maior potência do mundo luta para mitigar a ação dos

anti-vaxxers(em inglês). É assim também em outros países, como a França, onde 63% das pessoas estão vacinadas, e o Canadá, com 68% de cobertura vacinal.Olhando de maneira superficial, não faltaria muito para que esses países alcançassem 90% ou mais da população completamente vacinada, porcentagem apontada por especialistas como o mínimo necessário para que se conquiste a imunidade de rebanho. Mas quando o que falta é justamente percorrer a parte mais difícil do caminho, a perspectiva deixa de ser positiva, como indicaram os autores de uma pesquisa publicada em fevereiro na revista científica headtopics.com

Nature. Em junho do ano passado, quando progrediam as pesquisas para a criação das vacinas, um grupo internacional de cientistas investigou qual porcentagem de habitantes de dezenove países, Brasil entre eles, estaria disposta a ser imunizada. Em média, 75% dos respondentes afirmaram que se protegeriam. Porém a discrepância de aceitação entre as nações foi significativa — e preocupante. As asiáticas apresentaram os índices mais altos, seguidas de países em desenvolvimento como o Brasil e Índia, com médias da população a favor da vacina em torno de 70% (hoje o Brasil está acima dos 90%). Entre os mais pobres, a aceitação tende a ser maior também. Diante disso, os cientistas concluíram: “A não aceitação universal em tomar a vacina contra a Covid-19 preocupa (…) A não ser que a questão seja mais bem entendida e enfrentada, as diferenças nas coberturas vacinais entre os países podem potencialmente atrasar o controle global da pandemia e a consequente recuperação social e econômica”. Mais claro, impossível.

À ESPERA DE INTERESSADOS - Centro de vacinação na França: apesar da grande disponibilidade, há baixa procura – Frederic DIDES/SIPA/.Compreender por que ainda existem indivíduos que não se vacinam, a despeito dos benefícios evidentes que o ato promove, tornou-se urgência inadiável no enfrentamento da pandemia. E a ciência tem respondido também a mais essa demanda. A literatura científica denomina o fenômeno de “hesitação à vacina”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ele pode fazer retroceder os progressos obtidos contra doenças que podem ser prevenidas por meio de imunizantes, responsáveis por evitar entre 2 milhões e 3 milhões de mortes por ano. Em 2019, antes da pandemia, a questão já preocupava a ponto de a OMS a ter incluído na lista das maiores ameaças à saúde pública daquele ano. O desafio para superá-la, porém, é enorme e reside basicamente na complexidade que a envolve. Afirmar somente que a resistência é resultado da ignorância é muito simplista. Por trás dos antivacina existe uma gama de fatores individuais, culturais, políticos e econômicos difíceis de ser identificados porque variam demais de grupo para grupo, de pessoa para pessoa. Lembre-se de que, nos Estados Unidos, boa parte dos cidadãos avessos às agulhadas reza pela cartilha de Donald Trump. Na França, há gente de esquerda que é do contra.

À PROCURA DE AJUDA - Ponto de imunização no Irã: em países mais pobres há menos resistência aos imunizantes – Atta Kenare/AFPNão ajuda, por irresponsabilidade, posturas como a da deputada bolsonarista Bia Kicis, presidente da CCJ da Câmara, que foi às redes sociais, publicou o vídeo de um suposto atleta universitário de futebol americano que diz estar internado no hospital com complicações cardíacas causadas pelo imunizante contra o novo coronavírus e cravou: “Ninguém deve ser obrigado a tomar vacina”. Atrapalha, também, a queda de braço entre o Ministério da Saúde e o governo do estado de São Paulo pela recomendação, ou não, de doses para adolescentes de 12 a 16 anos. Parece haver aí uma dança política, resultado da bagunça inicial na aquisição de frascos. As autoridades de Brasília só recuaram depois do anúncio de falta de imunizantes para adultos — e então, com o cobertor curto, a solução seria tirar do grupo mais jovem para oferecer ao mais maduro. Os negacionistas navegam na maré de dúvidas para alimentar medos imaginários. “É necessário promover um esforço contínuo junto à população alvo para detectar as causas da rejeição às vacinas e trabalhar sobre elas”, disse a VEJA a médica sul-africana Shingai Machingaidze, coordenadora do escritório sul-africano do European & Developing Countries Clinical Trials Partnership, parceria entre países europeus e africanos para o desenvolvimento e testes clínicos de vacinas. Shingai é autora principal de uma pesquisa publicada em julho na Nature na qual discute possíveis razões para a não aceitação das vacinas.

Continua após a publicidadeConhecer a origem do sentimento antivacina ajuda a jogar luz sobre a questão. Na verdade, ele surgiu quase imediatamente à criação do primeiro imunizante submetido a testes com metodologia científica validada. Isso foi em 1796, quando o médico britânico Edward Jenner fez um experimento no qual provou que o garoto James Phillips, de 8 anos, ficara imune à varíola depois de ter sido inoculado com varíola bovina. O médico levou tempo para convencer seus pares da procedência do que propunha, mas já no início do século XIX o uso da vacina começou a se popularizar. Porém, nem todos viam aquilo como algo positivo. Muitos pais tinham medo de que seus filhos morressem de varíola, párocos pregavam que vacinas não tinham a bênção de Deus porque usavam material extraído de animais e havia aqueles para os quais a doença era causada por matéria que caía do céu. headtopics.com

Vereadora Duda Salabert diz que foi vítima de transfobia em loja de shopping em BH Barroso envia à PGR ação sobre live de Jair Bolsonaro São Paulo atinge 100% da população adulta vacinada com primeira dose

É fato que durante décadas após a criação de Jenner, a relação risco-­benefício da vacinação não era tão favorável ao imunizante. Questões como condições sanitárias precárias, preparos malfeitos e efeitos colaterais importantes eram realidade. Muitíssimo diferente do que a medicina oferece hoje em relação às vacinas (qualquer uma), consideradas um dos recursos mais seguros e eficazes que a ciência já desenvolveu e apontadas em primeiro lugar na lista dos maiores avanços em saúde pública no século XX preparada pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos. A história também ensina que a adesão — ou não — às vacinas está associada aos contextos político, social e econômico de cada lugar. O que aconteceu no surto de varíola de Montreal, no Canadá, em 1885 é exemplar nesse sentido. À época, a parte da cidade habitada por canadenses ingleses estava impregnada do espírito vitoriano de apreço à ciência e ao progresso. O restante era ocupado por canadenses franceses pobres e sem acesso à informação. Sentia-se no ar a tensão que dividia canadenses de origem inglesa ricos dos canadenses franceses sem dinheiro. Assim que os casos começaram a explodir, os ingleses correram a se vacinar. Os franceses resistiram. O que se seguiu depois foi uma tragédia. A polícia foi enviada aos bairros pobres para obrigar que os moradores se vacinassem, causando ainda mais horror à ideia da vacinação entre aquela população. O surto terminou com 3 234 mortes. Nada menos que 90% dos óbitos ocorreram na parte francesa. Perderam a vida especialmente crianças com menos de 10 anos de idade.

LIXO DA HISTÓRIA - Andrew Wakefield: banido da medicina após fraudar estudo – Anthony Devlin/PA Images/Getty ImagesO episódio é apenas um entre dezenas de outros semelhantes registrados ao longo dos séculos XIX e XX. No Brasil, a Revolta da Vacina, ocorrida em 1904, no Rio, seguiu roteiro semelhante ao levante no Canadá. Embora a cidade vivesse grave surto de varíola — 1 800 pessoas tinham sido hospitalizadas —, havia resistência da população em se imunizar. Bastou o então presidente da República, Rodrigues Alves, reinstaurar a obrigatoriedade da vacina para que os tumultos começassem. Por fim, a regra caiu. Porém, além de estimular a reação negativa das pessoas, a confusão foi usada politicamente por adversários do chefe de Estado.

Flagelos perpetrados contra negros em nome da ciência e a insistência em sobrepor o direito individual de decidir como cuidar do corpo ao direito coletivo de estar protegido engrossam a cultura na qual cresce o movimento antivacina. O caso dos 399 negros de Tuskegee, no Alabama, submetidos durante quatro décadas a um estudo clínico totalmente antiético reverbera até hoje entre os militantes anti-imunização. Embora a história não tivesse nada a ver com vacinas, mas com o tratamento da sífilis, ela impulsiona uma série de

fake newsentre a comunidade nos Estados Unidos. Da mesma forma, há quem ainda queira questionar a decisão seminal proferida pela Suprema Corte dos Estados Unidos em 1905 no célebre caso Jacobson versus Massachusetts. Henning Jacobson, pastor e morador do estado americano, acreditava ser imune à varíola e, por se recusar a se vacinar, foi multado. Ele recorreu à Justiça invocando o direito a cuidar do corpo sem interferência do Estado. O entendimento da Suprema Corte foi o de que, em casos que ameaçam a saúde de todos, prevalece o coletivo em detrimento do individual. Ponto. headtopics.com

ABSURDOS EM SÉRIE – Letitia, West e Clapton: os três astros foram às redes sociais disseminar informações erradas, prestando um grande desserviço a toda a sociedade – @letitiawrightbr/Instagram; Divulgação; Universal Music/.

Na mente daqueles que resistem à imunização, no entanto, esses eventos estão vivos e sustentam suas posições mesmo que o mundo seja diferente dois séculos depois da criação da vacina. A razão? De acordo com uma pesquisa da Universidade de Oxford, indivíduos assim construíram uma engenharia psíquica que lhes permite ouvir e seguir só o que acreditam ser verdade e ignorar afirmações que contrariam suas crenças. “Questões como a da vacinação dependem muito das premissas de cada um”, diz o psicólogo Carlos Augusto de Medeiros, doutor em ciências do comportamento e professor do Centro Universitário de Brasília. “Se uma pessoa acha que a imprensa é controlada por grupos que manipulam os indivíduos, tentará justificar de maneira racional as pós-verdades em relação a vacina.” Esta é uma das explicações para o fato de que muitos apregoem por aí que vacinas causam transtorno do espectro autista. É mentira. A relação é resultado de uma das maiores farsas na medicina, protagonizada pelo inglês Andrew Wakefield e jogada para o lixo da história científica assim que a fraude foi descoberta. Em 1998, Wakefield inventou dados com o objetivo de demonstrar que a tríplice viral estaria associada ao transtorno. Desmascarado, ele foi banido da medicina e a revista

Seu Jorge e Alexandre Pires anunciam a turnê 'Irmãos' - Emais - Estadão Deputados querem abrir reservas florestais do Mato Grosso para mineração - Economia - Estadão Botijão de 13 quilos pode custar até R$ 135 em Belo Horizonte

The Lancet, em que o artigo tinha sido publicado, se retratou.LEVANTE - Revolta da Vacina, em 1904: em meio a um surto de varíola, a população se rebelou contra a vacinação – Acervo Biblioteca Nacional/.Um outro elemento ajuda a entender um pouco mais sobre o mecanismo que leva uma pessoa a continuar preferindo a lorota, mesmo sabendo a verdade. Pior, que espalhe a contrafação, como fizeram o guitarrista Eric Clapton, a atriz Letitia Wright e o rap­per Kanye West nas redes sociais, falando de teorias estapafúrdias, evidentemente enganosas. Segundo a psicologia, há nesse comportamento um forte traço narcísico de personalidade. Pessoas que o manifestam tecem uma noção exagerada da própria importância. No caso das vacinas, entendem que suas habilidades cognitivas são superiores e se agarram às convicções que criam com base na visão superdimensionada que têm de si mesmas. E é no universo digital que se sentem mais seguras para amplificar a autolouvação. Guiados por essas informações, especialistas defendem que os

anti-vaxxerssejam combatidos com precisão cirúrgica. É imperativo agir dessa forma. No livroStuck — How Vaccine Rumors Start — And Why They Don’t Go Away, a antropóloga e estudiosa do assunto Heidi Larson chama a imunização de uma das maiores experiências globais de coletivismo e cooperação dos tempos modernos. Que assim seja. A ignorância não pode prevalecer sobre um projeto tão nobre.

Consulte Mais informação: VEJA »

O país que virou 'lixão' de roupas de má qualidade dos países ricos - BBC News Brasil

Todas as semanas, mais de 15 milhões de peças de roupas usadas chegam a Gana, mas apenas parte disso consegue ser reaproveitada.

Tem é gado nesse mundo Surpreendente esta conscientização de Lula sobre os pobres, agora é só Lula devolver os trilhões roubados e desviados por ele, pelo PT e a companheirada que os pobres agradecerão. Dará para colocar comida na mesa de milhões de pobres melhorando a vida do povo, o Brasil agradecerá

Essa veja é uma merda Como confiar nas reportagens dessa revista? Fica difícil. Isso sim é desinformação. Vacine os Filhos Adolescentes de Vocês! 💁🏻‍♀️ que Estão Fazem Tanta Questão. Genocídio é VOCÊS colocar uma Vacina Experimental nos adolescentes justificando os alardes dos Cientificozinhos da SIÊNSIA 'Parem com Isso. Os Pais Sabem o que é Bom prós Seus Filhos.E viva Ditadura

Não sou contra vacinas, tomei todas as que existiam quando era criança. Tomei outras, que a maioria desconhece, quando militar, mas não sou rato de laboratório... quando houver uma vacina, vou tomar. Mas, experimento, não! ferrari_arlene Esponha teu caso aqui,quem sabe essa mídia podre olhe os dois lados.

É...ignorância é o maior mal do mundo...pena q não tem vacina contra No Brasil, pessoas como eu, que não acredito na eficácia da vacina, tomei somente para não ter dor de cabeça com picuinha de governantes. SIMPLES! A adesão dos brasileiros à vacinação supera os 90% ! É uma das maiores do mundo. Ignorante, fake e golpista é a

Os cientistas deviam se preocupar em não fazerem testes com vírus de modo a potencializar seus danos como o realizados no laboratório chines!

Casa Branca se oferece para informar Nicki Minaj sobre vacinas contra a covid-19 - Emais - EstadãoEmais_Estadao Casa Branca se oferece para informar Nicki Minaj sobre vacinas contra a covid-19 Emais_Estadao Quem é Niqui Menage? Emais_Estadao Esses artistas passa o tempo todos se drogado não tem medo vai questionar há vacina Emais_Estadao Essa mulher é uma debilóide

Impressão minha ou a colocou o Augusto Nunes na capa? VÍRUS OU VACINAÇÃO EM MASSA EXPERIMENTAL DA IGNORÂNCIA SUBSTÂNCIAS NOCIVAS DESENCADEIAM MORTE. QUESTIONAR É SAUDÁVEL, SEMPRE FOI E NOSSA INDIGNAÇÃO É HUMANA.DADOS CADÊ No mundo existem dois tipos de pessoas As que não tomaram a vacina e podem pegar e transmitir o vírus e as que tomaram a vacina e podem pegar e transmitir o vírus. Precisa agradecer não.

Aqui temos o presidente do país como exemplo dessa ignorância. Israel já está na 4 dose em menos de um ano com uma vacina que não funciona, com número de casos disparados de internações. Ou seja, nada mudou. $iên$$ia Não podemos querer tapar o sol com a peneira, existem riscos e isso é declarado pelos fabricantes e as pessoas estão tento problemas… As pessoa tem o direito de esperar algo mais conclusivo, acredito que já somos muitos como cobaia…

Compartilhem a verdade

CPI da Covid ouve diretor de empresa acusada de prescrever 'kit Covid' - ISTOÉ IndependenteA CPI da Covid no Senado ouve nesta quinta-feira (16) o diretor executivo da operadora de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior. De acordo com relatos obtidos pela comissão, a empresa teria indicado a seus usuários o uso de remédios comprovadamente ineficazes contra a Covid-19. Batista Júnior conseguiu no Supremo Tribunal Federal o direito […] Besteirol

Se o governo disser: Não comam Merda… A Revista VEJA: leia as propriedades medicinais e alimentares das fezes… A Holanda se tornou o oitavo país a suspender, como medida preventiva, o uso da vacina Oxford-AstraZeneca por causa de preocupações em torno de uma suposta ligação entre o imunizante e o surgimento de coágulos sanguíneos. - BBC

Controle global da pandemia? Seria bom então os fabricantes doarem vacinas para os países africanos que possuem taxas irrisórias de vacinação, pq ninguém fala disso? Só vale se for para vender? O vírus da ignorância no BR chama: Jair Messias Bolsonaro, o famoso chifrudo. Covid: por que Seychelles, país mais vacinado no mundo, registra aumento de casos de coronavírus - BBC

No Brasil são poucos os contaminados pela teoria da conspiração? Só se for no Brasil paralelo da Veja, pois no Brasil de Bolsonaro a situação é bem diferente. Esta sobrando especialista nesta pandemia!

Vacinação de adolescentes contra a Covid-19: entenda o que se sabe e o que está em prática no mundoMinistério determinou que imunização de adolescentes de 12 a 17 anos só deverá ser feita naqueles que tiverem deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade G1 vacina adolescentes ministério da saúde deveria mudar o nome pra ministério da doença só faz merda, impressionante

Dose de reforço aumenta proteção contra Covid em idosos, comprova estudoPesquisa feita em Israel mostrou que após a injeção extra, o risco de infecção caiu 11,3% e o de casos graves, 19,5% É 19,5% de 100% ou 19,5% de 50%?

Depoimento de diretor da Prevent Senior à CPI da Covid é adiado - CartaCapitalPedro Batista Júnior recebeu a intimação na tarde desta quarta-feira e justificou que não teria 'tempo hábil' para comparecer ao Senado Covarde!!! Deveria estar preso!

CPI da Covid pede explicações à pasta da Saúde sobre suspensão de vacinaMinistério da Saúde tem 48 horas para informar os motivos que levaram à interrupção da imunização de adolescentes sem comorbidades Manda chamar DrTedros que ele te explica Circo. só vou levar essa cpi a sério o dia que entrarem lá e deixarem ao menos 3 no chão cheio de bala começando pelo verme renan calheiros, caso contrário continua um circo que só vcs da mídia aplaudem