Estudante morto denunciou ao MPF abusos cometidos por seguranças da UFPB - CartaCapital

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Clayton Tomaz de Souza, conhecido como Alph, relatava desde 2016 que sofria ameaças da guarda da federal da Paraíba

Intervozes, Cartacapital

2/22/2020

Intervozes | Desde 2016, Clayton Tomaz de Souza, o Alph, relatava que sofria ameaças da guarda da Universidade Federal da Paraíba. Leia mais:

Clayton Tomaz de Souza, conhecido como Alph, relatava desde 2016 que sofria ameaças da guarda da federal da Paraíba

O estudante Clayton Tomaz de Souza (Alph) foi encontrado morto, após fazer denúncias em relação à segurança da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O corpo de Alph foi encontrado no dia 8 de fevereiro, às margens de uma estrada, em Gramame, na região metropolitana de João Pessoa, com uma marca de disparo de arma de fogo na nuca. A família fez o reconhecimento no dia 17. Desde 2016, ele relatava que sofria ameaças da guarda da UFPB, tendo desde aquela época denunciado o caso ao Ministério Público Federal. Desde a identificação do corpo de Alph, amigos, colegas, militantes, familiares, vieram às suas próprias redes para cobrar respostas, divulgar o crime ocorrido. Na noite da terça-feira 18, foi realizada uma homenagem ao estudante, na Praça da Alegria, no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, na UFPB. A cobertura dos veículos de comunicação locais, no entanto, focou em mostrar depredações realizadas no prédio da Reitoria e foi mais um motivo de indignação para a comunidade universitária. De acordo com o procurador José Godoy, do Ministério Público Federal, em matéria publicada pelo G1 Paraíba dia 20 de fevereiro, em 2016, o MPF recebeu o dossiê com denúncias contra a guarda universitária, mas o caso foi arquivado. Entretanto, outro processo corria em sigilo desde 2019, no qual Alph prestaria depoimento ainda em fevereiro de 2020. “O estudante seria ouvido quando foi encontrado morto”, diz a reportagem. Diversas reportagens da imprensa paraibana, no entanto, dão destaque a personagens que chegam a questionar o fato da denúncia ter sido realizada em vida por Alph, sem investir numa melhor apuração. O superintendente de Segurança Institucional da UFPB, Saint Clair Avilar, chega a afirmar que não existia Boletim de Ocorrência e leva quem assiste à desinformação. A fonte e até mesmo a imprensa, neste caso, estão repetindo o que Clayton denunciou. No Facebook e Twitter, Alph relatava que temia pela própria vida. Segundo o estudante, alguns membros da guarda universitária o ameaçavam constantemente. Em uma das publicações, compartilhadas no Twitter, ele diz “guardinha terceirizado achando que é polícia, jurando que serve a um Estado. Ameaça minha pessoa, e a UFPB finge não ver. Meu sangue vai aspirar (sic) nas mãos de vocês, quando eles fizerem o que tanto dizem que farão, a mim e a outros e outras”. A afiliada da Rede Globo , no último dia 19 de fevereiro, “dedicou 9 minutos do seu telejornal a mostrar o prédio da reitoria e nenhum minuto para investigar demais denúncias de abuso de poder e assédio de guardas universitários”, denunciam amigos do estudante. A matéria da do dia 19 de fevereiro fala que a reitoria estava “destruída”. No Programa Correio Manhã , da mesma data, da emissora afiliada à Record , a matéria se dedicou a mostrar o prédio da reitoria. Em matéria do JPB , da TV Cabo Branco , o delegado do caso, Paulo Josafá diz que a família não informou sobre as ameaças que ele sofria, mas o repórter pergunta “ele era usuário de drogas? Tem alguma informação sobre isso?”, numa situação que tenta criminalizar a vítima. Sobre as notícias que deram mais visibilidade à quebra dos vidros da reitoria em protesto do que as circunstâncias da morte do rapaz, amigos e familiares consideram consternantes. Sem investir, de fato, em investigar sobre as denúncias contra os abusos de poder dentro da Universidade Federal da Paraíba, abraçam uma narrativa que culpabiliza as vítimas. A mídia também não ouviu explicações por parte da empresa Força Alerta Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda, responsável pela terceirização de trabalhadores de segurança na UFPB. Protestos querem resposta à violência Clayton Tomaz de Souza, natural de Arcoverde, Pernambuco, foi coordenador geral do DCE da UFPB, nos anos 2016-2017 e membro da gestão do Centro Acadêmico de Filosofia por três anos. Além disso, foi conselheiro estudantil do Consuni (Conselho Superior Universitário), por dois anos, e membro estudantil na comissão da revisão estatutária da UFPB (Estatuinte) pelo Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA). Na sua atuação no movimento estudantil em João Pessoa, Alph lutava por assistência estudantil para outros alunos que, assim como ele, vinham de outras cidades com o sonho de fazer uma graduação. Além disso, era crítico da política de segurança na Universidade Federal da Paraíba. Ele acreditava em um modelo de guarda universitária que não fosse truculento e que não criminalizasse espaços. ➤ Consulte Mais informação: CartaCapital

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