Caixa Econômica estima alta de 10% do crédito imobiliário em 2022

Crescimento do crédito imobiliário tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação.

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18/01/2022 13:00:00

Crescimento do crédito imobiliário tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação g1 Caixa

Crescimento do crédito imobiliário tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação.

"Vamos crescer 10% e superar R$ 150 bilhões em concessões", disse Guimarães em entrevista à Reuters por telefone.Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em imagem de arquivo — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Maior financiadora imobIliária do país, a Caixa tinha um estoque de financiamentos no setor de R$ 542 bilhões em setembro passado, último dado público, alta de 8,7% em 12 meses.Em 2021 até setembro, a Caixa concedeu R$ 104 bilhões em empréstimo imobiliário, alta de 27,9% sobre um ano antes. Em termos anualizados, as concessões devem superar R$ 135 bilhões no acumulado do ano passado. Se a previsão para este ano for alcançada, haveria, portanto, uma desaceleração.

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A Caixa Econômica Federal prevê aumento de 10% das concessões de empréstimos para compra de imóveis em 2022, desaceleração em relação ao ano passado, em meio ao ciclo de alta da taxa básica de juros, disse o presidente-executivo do banco estatal, Pedro Guimarães. "Vamos crescer 10% e superar R$ 150 bilhões em concessões", disse Guimarães em entrevista à Reuters por telefone. Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em imagem de arquivo — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Maior financiadora imobIliária do país, a Caixa tinha um estoque de financiamentos no setor de R$ 542 bilhões em setembro passado, último dado público, alta de 8,7% em 12 meses. Em 2021 até setembro, a Caixa concedeu R$ 104 bilhões em empréstimo imobiliário, alta de 27,9% sobre um ano antes. Em termos anualizados, as concessões devem superar R$ 135 bilhões no acumulado do ano passado. Se a previsão para este ano for alcançada, haveria, portanto, uma desaceleração. Impulsionado pela queda da Selic à mínima histórica de 2% ao ano, o crédito imobiliário teve forte crescimento entre 2020 e o começo do ano passado. Mas esse ritmo tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação, que superou 10% em 2021. Segundo a Abecip, entidade que representa as financiadoras imobiliárias no país, a concessão de crédito no setor em novembro subiram 26,8% em relação a igual mês de 2020. Embora ainda fortes, os desembolsos desaceleraram. Em março, o crescimento ano a ano tinha sido de 172,7%. Atualmente em 9,25% ao ano, o juro básico do país ainda deve ter novos aumentos, segundo projeções majoritárias de economistas, podendo superar 11% nos próximos meses. Para Guimarães, no entanto, por ter taxas de juros mais baixas do que a maioria dos concorrentes, especialmente com linhas menos impactadas pela inflação, como a do SBPE, a Caixa deve seguir ampliando os desembolsos em ritmo superior. Segundo dados da corretora imobiliária Akamines, a menor taxa cobrada hoje pela Caixa é de 8,3% ao ano + TR, ante 9,99% do Santander Brasil, 9,5% de Bradesco e 9,1% de Itaú Unibanco. De acordo com o executivo, a combinação recente de aumento da inflação e do juro se refletiu em "pequena alta" dos números de inadimplência dos financiamentos imobiliários na Caixa nos últimos meses, mas o banco tem flexibilidade para negociar com os mutuários sem ter que retomar os imóveis. Desde meados de 2020, a Caixa concedeu pausas no pagamento de prestações a cerca de 2,5 milhões de mutuários, na esteira da crise desencadeada pela Covid-19. Guimarães disse que, no momento, não considera abrir novas pausas. "Não vemos necessidade disso agora", disse o executivo.