Brasil volta a bater recorde na média móvel de casos conhecidos de Covid em 24 horas, com 118,5 mil; média de mortes cresce mais uma vez

Brasil registra 396 mortes em 24 horas; média móvel de casos bate novo recorde #g1 #covid

Covid

22/01/2022 02:06:00

Brasil registra 396 mortes em 24 horas; média móvel de casos bate novo recorde g1 covid

País tem 622.647 óbitos e 23.757.741 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Médias móveis apontam mais de 200 mortos e 100 mil casos diários.

Brasil, 21 de janeiroCurva mostra a alta expressiva na média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1O país também registrou 396 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 622.645 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 257 -- a maior registrada desde 18 de novembro. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +114%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

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396 mortes, 396 não vacinados ? Será ? Vamos aguardar

Média móvel de casos de covid-19 em 24 horas atinge novo recorde no BrasilA média móvel de diagnósticos nos últimos sete dias foi de 110.442 – a maior marca registrada até aqui –, um avanço de 373% em relação aos casos registrados em 14 dias

Brasil registra 168 mil novos casos de covid-19 em 24 h, segundo ministérioEm boletim divulgado hoje, o Ministério da Saúde informou que foram notificados 168.495 novos casos de covid-19 entre ontem e hoje. O total de casos registrados da doença em todo o país chegou a 23.585.243.Pelos dados da pasta, houve o registro

Covid: Brasil registra 166 mil casos em 24 horas, diz ConassHouve 358 mortes, o que elevou para 622.563 o número de óbitos desde o início da pandemia no país; total de infecções subiu para 23.751.782.

Brasil registra nova alta de média móvel de casos de Covid-19 | CNN BrasilO Brasil registrou 166.538 novos casos e 358 óbitos por Covid -19 nesta sexta-feira (21), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde

Covid: Brasil tem média móvel de 100 mil casos por dia, diz consórcio | O Antagonista'Pool' da imprensa confirma novo recorde de infecções em 24 horas, mais de 205 mil; houve 349 mortes, número superior ao do Conass.

Brasil tem novo recorde e média diária de casos de covid-19 supera 110 milDe acordo com dados do Ministério da Saúde, o país tem um total de 622.205 óbitos e 23.585.243 casos confirmados da doença QUEREM APAVORAR A POPULAÇÃO? E O NÚMERO DE ÓBITOS? Anteriormente, qdo a Peste Chinesa estava ceifando muitas vidas, era a primeira informação que a Mídia Aloprada divulgava. PAROU POR QUE? 🤔🤔

O Brasil registrou nesta sexta-feira (21) 168.820 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 23.757.741 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 118.840 - a maior marca registrada até aqui. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +296%, indicando tendência de alta nos casos da doença. Brasil, 21 de janeiro Curva mostra a alta expressiva na média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1 O país também registrou 396 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 622.645 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 257 -- a maior registrada desde 18 de novembro. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +114%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença. O estado do Acre não registrou mortes por Covid nas últimas 24 horas. Dessa forma, a média móvel de vítimas atinge agora um patamar acima do que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro (leia mais abaixo). Na época, essa média indicava 183 mortos pela doença a cada dia. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Instabilidade nos sistemas Após o apagão de dados do Ministério da Saúde, os estados começaram a normalizar a divulgação de números de Covid-19 no Brasil no dia 4 de janeiro. Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 após ataque hacker foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão inicial de estabilização dos sistemas, de 14 de dezembro, não foi cumprida. No início de janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas foram reestabelecidas ainda em dezembro; afirmou que, no dia 7 de janeiro, normalizou a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados, e que o retorno do acesso às informações estava sido gradual. Apagão de dados do Ministério da Saúde completa um mês Segundo a pasta, a instabilidade no sistema não interferiu na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, como a Covid. É o oposto do que dizem pesquisadores. "A gente não consegue planejar a abertura de novos serviços hospitalares, de centros de testagem, abertura de novos leitos e entender as regiões onde o impacto da nova variante é maior", diz Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz. "A gente não viu a evolução e a chegada da ômicron. Ela não apareceu de repente no Ano Novo. Ela entrou ao longo do mês de dezembro, e a gente estava completamente em voo cego ali, porque não tinha dado nenhum; a gente não viu os dados crescerem", afirma o professor Marcelo Medeiros, fundador do Covid-19 Analytics. Ele interrompeu o serviço que auxilia autoridades a tomarem decisões em meio à pandemia. Curva de mortes nos estados Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados. Veja a situação nos estados O g1 divulga abaixo a média móvel de casos conhecidos, em vez da média móvel de mortes, em razão do momento da pandemia no Brasil. O grande número de vacinados com duas doses, perto de 69% da população, contribuiu para reduzir significativamente a quantidade de mortes no país. Associada a isso, a variante ômicron fez explodir o total de casos. Média móvel de casos conhecidos — Foto: Editoria de Arte/g1 Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Números da pandemia — Foto: Editoria de Arte/G1