Conflitos devem levar à saída de parlamentares; indefinição abre brecha para ofensiva de Lula, e Moro e Bolsonaro também disputam palanques regionais
RIO e SÃO PAULO — Criado já com o status de maior partido do país, e com um fundo eleitoral de quase R$ 800 milhões, o União Brasil virou alvo da cobiça dos principais pré-candidatos à Presidência e, após definir os comandos regionais, convive com conflitos internos que devem levar à saída de parlamentares.
Lula vem tentando construir uma aproximação com o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, egresso do DEM e lançado à reeleição com apoio do bolsonarismo local. Aliados de Mendes como o senador Carlos Fávaro e o deputado Neri Geller , pré-candidato ao Senado, abriram diálogo com o PT local, sob orientação do ex-presidente.O movimento de Lula aproveita também uma fissura na base de Bolsonaro no estado.
Lula também pode estar em palanques com o União Brasil na Paraíba e em Sergipe, onde o partido articula candidaturas ao Senado na chapa dos governadores João Azevêdo e Belivaldo Chagas , que apoiam o ex-presidente. Em ambos os casos, porém, o PT local quer montar palanques de oposição aos governantes.
Na Bahia e em Pernambuco, Neto e Coelho desejam manter seus palanques abertos, para facilitar coligações amplas e evitar as rejeições de presidenciáveis. No Ceará, Bolsonaro foi acompanhado por Capitão Wagner no último dia 8 ao visitar uma das obras da transposição do Rio São Francisco.
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