Zara Racismo Brasil Internacional

Zara Racismo Brasil Internacional

Zara no Brasil acusada de ter código para proibir entrada de clientes negros. Gerente é português

21/10/2021 23:06:00

Uma loja da Zara – que pertence à gigante espanhola Inditex – em Fortaleza, no Brasil, utilizava o código “Zara zerou” através dos altifalantes do estabelecimento para alertar os funcionários da existência de clientes que deviam ser considerados como “potenciais suspeitos”. O gerente da loja é português e está indiciado no artigo 5.º da Lei de Crimes Raciais, por recusar, impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador.

Morreu José Eduardo Pinto da Costa, irmão do presidente portista Benfica x FC Dínamo Kiev - Record Jogos em Direto Morreu José Eduardo Pinto da Costa, irmão do presidente do FC Porto

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, citado pela imprensa brasileira, os “potenciais suspeitos” eram na maioria pessoas “negras” e que “usavam vestimentas simples”.A investigação começou quando, a 14 de setembro, a delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis, foi proibida de entrar na Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza.

A delegada pensou que havia sido proibida de entrar na loja por estar a comer um gelado, algo que violaria os protocolos de segurança contra a covid-19. No entanto, uma outra pessoa entrara minutos antes na mesma loja sem utilizar a máscara de proteção contra a covid-19 e fora atendida de forma correta, inclusive pelo mesmo funcionário que proibiu a delegada negra de entrar. headtopics.com

"As imagens analisadas pela Perícia Forense do Estado do Ceará e pelo Departamento de Inteligência Policial demonstram a atitude discriminatória do suspeito", assegurou a Polícia Civil."O material visual obtido por meio do circuito interno da loja revela o tratamento diferenciado dado pelo funcionário da loja à vítima. Nas imagens, é possível ver quando a vítima é expulsa do local, quando minutos antes, o mesmo funcionário atendeu uma cliente que, mesmo não consumindo nenhum alimento, não fazia o uso correto da máscara", detalhou a corporação em comunicado.

A Polícia Civil revela ainda que conseguiu identificar uma ex-funcionária da loja, que explicou como decorria o procedimento. “A loja, quando identificava que uma pessoa estava fora do padrão de cliente e estava ingressando naquele estabelecimento, era dito no sistema de som a frase ‘Zara zerou’”, contou.

“Isso era um comando que era dado pra que todos os funcionários da loja ou pelo menos alguns a partir de então começassem a observar aquela pessoa não mais como consumidor, mas como suspeito em potencial que precisava ser mantido sob vigilância da loja”, acrescentou o delegado-geral. "Quem eram essas pessoas? Eram pessoas que estavam com vestimentas mais simples e pessoas de pele escura", explicou.

A autoridade brasileira confirmou à agência Lusa que o gerente da loja é português. Bruno Filipe Simões António, de 32 anos, foi indiciado no artigo 5.º da Lei de Crimes Raciais, por recusar, impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador. headtopics.com

Morreu o médico José Eduardo Pinto da Costa, irmão do presidente do F.C. Porto Iniciativa Liberal exige divulgação dos pareceres científicos sobre vacinação infantil Morreu José Eduardo Pinto da Costa, irmão do presidente do FC Porto

Em comunicado, na terça-feira divulgado, a Zara Brasil refere que “não teve acesso ao relatório da autoridade policial até sua divulgação nos meios de comunicação”, mas “quer manifestar que colaborará com as autoridades para esclarecer que a atuação da loja durante a pandemia Covid-19 se fundamenta na aplicação dos protocolos de proteção à saúde, já que o decreto governamental em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos”.

“Qualquer outra interpretação não somente se afasta da realidade como também não reflete a política da empresa. A Zara Brasil conta com mais de 1800 pessoas de diversas raças e etnias, identidades de gênero, orientação sexual, religião e cultura. Zara é uma empresa que não tolera nenhum tipo de discriminação e para a qual a diversidade, a multiculturalidade e o respeito são valores inerentes e inseparáveis da cultura corporativa. A Zara rechaça qualquer forma de racismo, que deve ser combatido com a máxima seriedade em todos os aspectos”, sublinha.

Consulte Mais informação: Jornal SOL »

O Futuro do PSD

Escolhemos seis questões que determinam o futuro do PSD e sobre elas questionámos os dois candidatos a presidente do partido, que será eleito a 27 de Novembro

Português gerente de loja da Zara no Brasil acusado de racismo contra clienteA Polícia Civil brasileira acusou, esta quarta-feira, um cidadão português, gerente de uma loja da marca Zara num centro comercial de Fortaleza, de ter cometido o crime de racismo contra uma cliente negra, informaram fontes policiais à Lusa. A mulher estava a comer um gelado... Em qualquer loja de pronto a vestir seria proibido que uma pessoa a comer um alimento com estas características de entrar...

Português gerente de uma loja da Zara no Brasil é acusado de racismo contra clienteO caso remonta a 14 de setembro último, quando uma delegada de polícia negra foi barrada ao tentar entrar na loja Isso no Brasil é normal, qualqjer coisinha aqui é racista, machista, sexista, homofóbico..etc...

Galp entra no negócio da energia solar no Brasil com dois projetos de larga escalaEmpresa portuguesa anunciou ao mercado a aquisição de dois projetos de energia solar com uma capacidade total de 594 megawatts, reforçando a carteira de investimentos em fontes renováveis

Galp entra no solar no Brasil com a compra de dois projetos de 594 megawattsPartilhar artigo ... A Galp vai entrar nas renováveis no Brasil. A empresa portuguesa acordou a aquisição de dois projetos solares, com uma capacidade total de 594 megawatts de potência.

Energia solar do Brasil é a nova aposta da GalpDepois de Portugal e Espanha, a petrolífera liderada por Andy Brown entra no mercado da energia solar do Brasil com a dupla aquisição.

Relatório sobre a pandemia no Brasil pede que Bolsonaro seja indiciado por 10 crimesEntre os crimes de que o presidente do Brasil é acusado inclui-se o de crime contra a humanidade.