Ursula Von Der Leyen, Migrantes

Ursula Von Der Leyen, Migrantes

Von der Leyen promete que UE não financiará muros para travar migrantes

Von der Leyen promete que UE não financiará muros para travar migrantes

22/10/2021 21:10:00

Von der Leyen promete que UE não financiará muros para travar migrantes

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu esta sexta-feira que a comunidade não financiará com fundos europeus a construção de muros ou arame farpado nas fronteiras externas contra a imigração ilegal.

Numa carta dirigida à Comissão Europeia há algumas semanas, 12 países - Áustria, Bulgária, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Grécia, Hungria, Lituânia, Letónia, Polónia e Eslováquia - pediram para que fosse permitido o financiamento europeu de"barreiras físicas", como"medida eficaz de proteção das fronteiras".

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A Lituânia está a construir uma cerca de arame farpado ao longo da sua fronteira com a Bielorrússia para conter o fluxo de migrantes ilegais que o regime de Alexander Lukashenko é acusado de orquestrar.O Presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, insiste na necessidade de medidas de controlo das fronteiras, dizendo que são"necessárias para gerir esta crise".

"Se a Lituânia construir uma cerca (...) deverá poder contar com a solidariedade europeia. Não cabe aos contribuintes lituanos financiar isso sozinhos", afirmou também o novo chanceler austríaco, Alexander Schallenberg. headtopics.com

A presidente da Comissão Europeia explicou que já existe financiamento para a gestão das fronteiras no orçamento europeu,"e não só para equipamento, mas também para pessoal e meios eletrónicos e infraestruturas", mas excluiu que as vedações e o arame farpado possam beneficiar desse dinheiro.

PUBO Presidente francês, Emmanuel Macron, corroborou esta ideia, acrescentando que as cercas são inúteis, já que muitos migrantes chegam à Europa por via aérea ou marítima.O tema da migração dominou parte relevante da discussão de hoje da cimeira europeia, com os líderes a procurar formas de responder à crise migratória criada pelo regime do Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, que tem facilitado a entrada na UE de milhares de imigrantes ilegais através das fronteiras com a Lituânia, Polónia e Letónia.

De acordo com Bruxelas, o regime de Lukashenko tem passado meses a promover uma"guerra híbrida", que resultou na entrada de milhares de migrantes ilegais na UE, a maioria deles do Iraque.Von der Leyen disse que, face ao ataque bielorrusso, a UE vai"manter a pressão" e que, para além das medidas propostas (suspensão de vistos para membros do Governo e outros cargos oficiais no país), Bruxelas está pronta a"explorar mais ações, não apenas dirigidas contra indivíduos, mas também contra entidades".

O Alto Representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell, disse hoje, referindo-se ao caso que envolve a Bielorrússia, que a UE também tem de"olhar para as companhias aéreas e operadoras de viagens que estão a colaborar com esta forma de usar seres humanos como armas". headtopics.com

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Num documento de conclusões aprovado na cimeira europeia, os estados-membros sublinharam hoje que não aceitarão"qualquer tentativa de países terceiros para instrumentalizar os migrantes para fins políticos".Além disso, a UE vai propor"alterações necessárias no quadro jurídico" comunitário e medidas concretas acompanhadas de apoio financeiro para"garantir uma resposta imediata e adequada" a este problema criado pelo fluxo migratório a partir da Bielorrússia.

A presidente da Comissão Europeia reconheceu que existem"abordagens diferentes" entre os países da comunidade no que diz respeito ao combate à migração ilegal e insistiu na necessidade de os países chegarem a um acordo sobre o Pacto Europeu de Migração e Asilo.

Para o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, existe agora uma"maior convergência" a nível da UE e uma"janela de oportunidade" para se chegar a um acordo sobre o pacto, apresentado em setembro de 2020.Para financiar as ações realizadas nas diferentes rotas migratórias, os líderes europeus consideraram que"deve ser atribuído pelo menos 10% da dotação financeira do Novo Instrumento de Vizinhança e Cooperação (NDICI) e outros instrumentos relevantes".

O texto também deixa claro que a UE"continua determinada a assegurar um controlo eficaz das suas fronteiras externas". Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

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