Visão | Legislativas: Os líderes e os partidos que não vão aos debates dos grandes

13/01/2022 14:00:00

#Legislativas2022: Os líderes e os partidos que não vão aos debates dos grandes

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Legislativas2022: Os líderes e os partidos que não vão aos debates dos grandes

A política (e os políticos) não se esgota nos rostos que, na última dezena de dias, os portugueses têm repetidamente visto na televisão. Longe do frenesim mediático dos debates, 12 partidos correm pelo sonho de uma vaga no Parlamento

Vitorino SilvaFoi em 1999 que Vitorino Silva se tornou o improvável protagonista de um Congresso do PS, com um discurso que arrancou gargalhadas e terminou num efusivo abraço ao então líder António Guterres, perante uma sala em êxtase. Hoje, o político que os portugueses conhecem como “Tino de Rans” usa, como palanque, o RIR – partido que concorre a todos os círculos eleitorais (e que, há dois anos, somou mais de 35 mil votos). Para estas eleições, o RIR aposta “na defesa da democracia”, que Vitorino Silva diz estar “a ser desrespeitada por um sistema que prejudica os pequenos partidos”. Garante, ainda assim, que o RIR “vai chegar à Assembleia da República”, com a eleição de Márcia Henriques (candidata por Lisboa) ou do próprio (pelo Porto). “O povo está cansado dos mesmos rostos de sempre. Eu sou o único candidato fora do sistema. O RIR é povo autêntico.”

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RIR – Reagir, Incluir e Reciclar Vitorino Silva Foi em 1999 que Vitorino Silva se tornou o improvável protagonista de um Congresso do PS, com um discurso que arrancou gargalhadas e terminou num efusivo abraço ao então líder António Guterres, perante uma sala em êxtase.as crianças já não voltam todas para casa se houver um caso numa turma e, apesar de continuarmos nas dezenas de milhares de novos casos por dia, a situação nos hospitais parece longe de ser dramática .11 de Janeiro de 2022, 15:35 Partilhar notícia..

Hoje, o político que os portugueses conhecem como “Tino de Rans” usa, como palanque, o RIR – partido que concorre a todos os círculos eleitorais (e que, há dois anos, somou mais de 35 mil votos). Para estas eleições, o RIR aposta “na defesa da democracia”, que Vitorino Silva diz estar “a ser desrespeitada por um sistema que prejudica os pequenos partidos”. Não é que não acreditássemos, mas estavam a ser desenvolvidas várias vacinas e acima de muitos por cento de população vacinada teríamos imunidade de grupo, ufa, estava quase tudo a terminar ainda mal tinha começado . Garante, ainda assim, que o RIR “vai chegar à Assembleia da República”, com a eleição de Márcia Henriques (candidata por Lisboa) ou do próprio (pelo Porto). “O povo está cansado dos mesmos rostos de sempre. Artigo exclusivo para assinantes. Eu sou o único candidato fora do sistema.ad-ctn:not(:empty):before {top:0;} O frente a frente tem início marcado para as 20:30, com uma duração prevista de 75 minutos, e será moderado por João Adelino Faria (RTP), Clara de Sousa (SIC) e Sara Pinto (TVI), a partir do cineteatro Capitólio, em Lisboa.

O RIR é povo autêntico.” Ergue-te José Pinto-Coelho Nas legislativas de 2019, o Ergue-te (ex-PNR) perdeu mais de dez mil votos (ficando-se em pouco mais de 17 mil), resultado que se explica facilmente com a ascensão do Chega. O partido que, desde 2005, é presidido por José Pinto-Coelho – cabeça de lista por Lisboa – apresenta-se a estas eleições em três linhas: “Combater a perda de identidade nacional, atribuindo nacionalidade portuguesa apenas a filhos de pais portugueses, combater a corrupção do sistema e, neste contexto, devolver a liberdade às pessoas, para que possam lutar contra uma pandemia que, na verdade, não passa de uma fraude”. Seguro no que chama “coerência ideológica”, José Pinto-Coelho não teme maus resultados, devido ao aumento da concorrência no campo da direita radical, preferindo marcar diferenças. “Somos o único partido nacionalista português e vamos continuar o nosso percurso, independentemente de surgirem por aí uns vendedores da banha da cobra. Ainda assim, Rio recusou que o debate seja decisivo para o resultado das eleições antecipadas de 30 de janeiro, dizendo não se poder olhar para o frente a frente político como um jogo de futebol “Porto-Benfica”.

” Quanto a objetivos, Pinto-Coelho aponta para a “entrada no Parlamento, para mudar a Constituição e derrubar o regime”. Artigo exclusivo para assinantes. .