Valérie Pécresse é a candidata da direita às eleições presidenciais francesas

04/12/2021 18:20:00

Valérie Pécresse é a candidata da direita às eleições presidenciais francesas

Valérie Pécresse é a candidata da direita às eleições presidenciais francesas

Valérie Pécresse tem 54 anos e é presidente da região de Paris desde 2015. Já desempenhou vários cargos como ministra no Governo de Nicolas Sarkozy, tendo estado à frente das pastas da Economia e do Ensino Superior

Pela primeira vez na história da direita moderna em França, o partido Os Republicanos escolheu uma mulher como candidata às eleições presidenciais, Valérie Pécresse, com todos os seus concorrentes às primárias a demonstrarem apoio à sua candidatura.

"Tenho uma boa notícia, meus amigos, a direita republicana está de volta. Ela está unida, com soluções e está pronta para o combate com uma força implacável porque a França não pode esperar. Ao mostrar-se indivisível, a França volta a ser invencível", disse este sábado a candidata na sede do partido, no 15.º bairro da capital do país.

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Valérie Pécresse é a candidata da direita às eleições presidenciais francesasPela primeira vez na história da direita moderna em França, o partido Os Republicanos escolheu uma mulher como candidata às eleições presidenciais, Valérie Pécresse, com todos os seus concorrentes às primárias a demonstrarem apoio à sua candidatura.

Após eliminações surpresa, direita francesa escolhe candidato às presidenciais de 2022A corrida trava-se entre o deputado Eric Ciotti e Valérie Pécresse, presidente da região que engloba Paris. Na primeira volta, ficaram separados por menos de um ponto percentual, mas Valérie viu os três candidatos eliminados darem-lhe o seu apoio

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Lusa Pela primeira vez na história da direita moderna em França, o partido Os Republicanos escolheu uma mulher como candidata às eleições presidenciais, Valérie Pécresse, com todos os seus concorrentes às primárias a demonstrarem apoio à sua candidatura.e receba as informações em primeira mão.Margarida Mota Jornalista A direita francesa escolhe, esta sexta-feira, um dos seus principais candidatos às eleições presidenciais agendadas para 10 e 24 de abril do próximo ano.Assine para partilhar E usufrua de todas as vantagens de ser assinante Em janeiro de 2022, o parlamento italiano (a par com representantes regionais) votará em segredo para eleger o próximo presidente do país, e a sua escolha terá implicações muito mais vastas do que aquelas que a maioria das pessoas pensa.

"Tenho uma boa notícia, meus amigos, a direita republicana está de volta. Ela está unida, com soluções e está pronta para o combate com uma força implacável porque a França não pode esperar. Martine, uma militante há 30 anos do partido, não conseguia conter a emoção perante esta escolha. Ao mostrar-se indivisível, a França volta a ser invencível", disse este sábado a candidata na sede do partido, no 15. Na primeira volta, ficaram separados por menos de um ponto percentual: Ciotti obteve 25,59% dos votos e Pécresse 25%.º bairro da capital do país. Há muito que esperávamos que isto acontecesse. Valérie Pécresse venceu as eleições internas do partido face a Éric Ciotti, com 60,95% da preferência dos votos dos cerca de 113 mil militantes que participaram nesta eleição, numa votação eletrónica que decorreu sem contestação.

A candidata da direita francesa tem 54 anos e é a presidente da região de Paris desde 2015, tendo desempenhado vários cargos como ministra no Governo de Nicolas Sarkozy, e tendo estado à frente das pastas da Economia, mas também do Ensino Superior. É uma mulher que não hesitou em saltar para a arena e combater contra quatro homens, é preciso ter uma certa força mental. Não foi além do quarto lugar, com 22,36% dos votos. A escolha da candidata foi festejada por dezenas de militantes que acorreram este sábado à sede do partido, ouvindo-se nos corredores"Pécresse a L'Élysée". Martine, uma militante há 30 anos do partido, não conseguia conter a emoção perante esta escolha. Valérie Pécresse concorreu nesta eleição interna contra quatro concorrentes - Michel Barnier, Xavier Bertrand, Éric Ciotti e Philippe Juvin -, contando agora com o apoio de todos eles, assim como outras figuras de peso do partido, para iniciar a sua campanha."Estou muito orgulhosa desta vitória. Outro candidato forte que não mereceu a confiança dos militantes deste partido, fundado em 2015 pelo ex-Presidente Nicolas Sarkozy para substituir a União por um Movimento Popular (gaullista), foi Michel Barnier , de 70 anos, até há pouco negociador principal da União Europeia para o ‘Brexit’, o processo de saída do Reino Unido da UE. Há muito que esperávamos que isto acontecesse. "Eu não vou ser uma Presidente dos ziguezagues que vai dizer a cada um o que querem ouvir.

Eu estive nos seus congressos. É uma mulher que não hesitou em saltar para a arena e combater contra quatro homens, é preciso ter uma certa força mental. Emmanuel Macron só tem uma obsessão, que é agradar, eu só tenho uma paixão: fazer", assegurou Valérie Pécresse. Afastados da corrida, tanto Barnier como Juvin defenderam que Pécresse é a melhor candidata para disputar as presidenciais. Ela tem a estatura de uma mulher de Estado." Valérie Pécresse concorreu nesta eleição interna contra quatro concorrentes - Michel Barnier, Xavier Bertrand, Éric Ciotti e Philippe Juvin -, contando agora com o apoio de todos eles, assim como outras figuras de peso do partido, para iniciar a sua campanha. "Peço a todos os franceses para porem de lado todas as palavras sem consequência, exasperadas de incapacidade de ação pública lançadas por Marine Le Pen ou Éric Zemmour. Com todos os candidatos dos principais partidos já escolhidos, faltando apenas saber se Emmanuel Macron quererá continuar no Palácio do Eliseu, Valérie Pécresse deixou já um aviso ao Presidente francês. O candidato que sair vencedor, esta sexta-feira, junta-se a uma longa lista de pelo menos 31 personalidades que já anunciaram a intenção de apresentarem candidatura ao Palácio do Eliseu .

"Eu não vou ser uma Presidente dos ziguezagues que vai dizer a cada um o que querem ouvir. As eleições francesas vão realizar-se em abril de 2022, com a primeira volta a decorrer a 10 de abril e, a segunda volta, para os dois candidatos com maior votação caso ninguém atinja mais de 50% dos votos na primeira volta, a 24 de abril. Entre o Presidente que está de saída e eu, há mais do que uma diferença de linha política, há uma diferença de carácter. Emmanuel Macron só tem uma obsessão, que é agradar, eu só tenho uma paixão: fazer", assegurou Valérie Pécresse. Partilhar.. A candidata aproveitou ainda para apelar aos franceses que pensam votar na extrema-direita de Marine Le Pen ou Éric Zemmour. "Peço a todos os franceses para porem de lado todas as palavras sem consequência, exasperadas de incapacidade de ação pública lançadas por Marine Le Pen ou Éric Zemmour.

Não precisamos de ser extremistas para estarmos ao ataque, não é preciso insultar para convencer", indicou a candidata d'Os Republicanos. As eleições francesas vão realizar-se em abril de 2022, com a primeira volta a decorrer a 10 de abril e, a segunda volta, para os dois candidatos com maior votação caso ninguém atinja mais de 50% dos votos na primeira volta, a 24 de abril. Os principais candidatos já declarados à eleição são: Yannick Jadot, dos Verdes, Jean-Luc Melenchon, da França Insubmissa, Anne Hidalgo, do Partido Socialista, Marine Le Pen, da União Nacional, e Éric Zemmour, candidato independente. .