Áustria é a primeira na Europa a tornar vacina obrigatória

Áustria é o primeiro país na Europa a tornar vacina obrigatória

16/01/2022 18:50:00

Áustria é o primeiro país na Europa a tornar vacina obrigatória

A obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19, com coimas entre 600 e 3.600 euros, está a gerar protestos na rua contra o governo conservador, mas no parlamento só a extrema-direita vota contra,

primeiro país da Europa a tornar a vacinação contra a covid-19 “obrigatória” para adultos, aplicando uma multa pesada a quem não o cumpra, comunicou este domingo o chanceler austríaco.“Conforme planeado,vamos tornar a vacinação obrigatória no início de fevereiro

“, disse, numa conferência de imprensa, o conservador Karl Nehammer, que chefia o governo austríaco em coligação com os Verdes e que provocou com este tema debates acalorados, quer no parlamento, quer na sociedade.A medida divide profundamente a sociedade austríaca, numa altura em que

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A Áustria vai ser o primeiro país da Europa a tornar a vacinação contra a covid-19 “obrigatória” para adultos , aplicando uma multa pesada a quem não o cumpra, comunicou este domingo o chanceler austríaco. “Conforme planeado, vamos tornar a vacinação obrigatória no início de fevereiro “, disse, numa conferência de imprensa, o conservador Karl Nehammer, que chefia o governo austríaco em coligação com os Verdes e que provocou com este tema debates acalorados, quer no parlamento, quer na sociedade. A medida divide profundamente a sociedade austríaca, numa altura em que 71,5% da população elegível tem o ciclo de vacinação completo, um número baixo se comparado com o de outros países europeus. No sábado, 27 mil pessoas manifestaram-se contra a medida em Viena, acusando o governo de desrespeitar as liberdades individuais. “É um projeto sensível”, mas “de acordo com a Constituição”, sublinhou o chanceler, em referência ao diploma que deverá ser aprovado na quinta-feira pelo Parlamento, onde conservadores e verdes têm larga maioria. Para esta medida contam ainda com os líderes dos partidos social-democrata e liberal. Só a extrema-direita é contra. Karl Nehammer adiantou que haverá “uma fase de adaptação” até meados de março, momento a partir do qual “serão feitos controlos” e aplicadas multas aos não vacinados. A infração será punida com coimas que variam entre os 600 e os 3.600 euros (em caso de reincidência). A vacinação de menores com mais de 14 anos chegou a estar em cima da mesa, mas a medida foi abandonada. Só se aplicará aos adultos, sublinhou o chanceler, mencionando ainda as exceções para as grávidas e todas as pessoas que não podem ser vacinadas por razões médicas .