Brasil, Covid-19, Pandemia, Cloroquina, Hidroxicloroquina, Donald Trump, Organização Mundial De Saúde, Jair Bolsonaro, Manaus

Brasil, Covid-19

Tratamento ilegal com cloroquina mata mulher 27 dias depois de ser mãe

Tratamento ilegal com cloroquina mata mulher 27 dias depois de ser mãe

15/04/2021 13:45:00

Tratamento ilegal com cloroquina mata mulher 27 dias depois de ser mãe

Uma mulher, de 33 anos, infetada com covid-19, foi tratada com nebulização de hidroxicloroquina, em Manaus , no Brasil . Médica não seguiu protocolos nem consultou o marido da paciente, que estava no hospital com o filho recém-nascido há apenas 27 dias. A mulher morreu.

.A médica ginecologista e obstetra realizou este tratamento experimental sem seguir os protocolos médicos e legais exigidos, nomeadamente a aprovação prévia por um comité de ética em investigação. Por outro lado, na autorização apresentada à paciente não estão descritos os riscos inerentes à intervenção.

«Mercenário, fora desta equipa!»: João Félix insultado por adeptos do At. Madrid Líder do CDS acusa Costa de caminhar para 'venezuelização' do regime Detidos 7 caçadores furtivos que abatiam elefantes para tráfico de marfim em Angola

O jornal"Folha de São Paulo" refere que, depois da nebulização, o estado de saúde de Jucileia agravou-se, tendo falecido a 2 de março, 27 dias após ter sido mãe. O hospital justifica o óbito com a infeção generalizada causada pela covid-19.

Mais casos, mais quatro mortesOutra mulher, também após o parto, recebeu o mesmo tratamento e teve alta quase dois meses depois, segundo o"Folha de São Paulo".O jornal brasileiro revela que pelo menos mais três mulheres fizeram nebulização de hidroxicloroquina sem terem dado autorização e morreram. Uma delas, de 32 anos, estava grávida de cinco meses. Foi feita uma cesariana de emergência mas o bebé também morreu. headtopics.com

"Tratou-se de um ato médico, de livre iniciativa da profissional [Michelle Chechter], que não faz mais parte do quadro da maternidade, onde atuou por cinco dias", informou em comunicado o secretário de Estado da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo.

Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

O povo brasileiro é mesmo burro. fake news como sempre O Genocida deu moral o povinho sai matando Boa imagem