Economia

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Trabalhadores da refinaria de Matosinhos manifestam-se contra ″cinismo″ de Costa

Trabalhadores da refinaria de Matosinhos manifestam-se contra 'cinismo' de Costa

24/09/2021 09:44:00

Trabalhadores da refinaria de Matosinhos manifestam-se contra 'cinismo' de Costa

Os trabalhadores da refinaria da Galp, em Matosinhos, manifestam-se, esta sexta-feira, em frente à câmara municipal contra o 'desrespeito e cinismo' das declarações do secretário-geral do PS, António Costa, sobre o encerramento deste complexo petroquímico, em abril.

Os trabalhadores da refinaria da Galp, em Matosinhos, manifestam-se, esta sexta-feira, em frente à câmara municipal contra o"desrespeito e cinismo" das declarações do secretário-geral do PS, António Costa, sobre o encerramento deste complexo petroquímico, em abril.

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"António Costa mente descaradamente, os trabalhadores não aceitam e marcam um protesto", lê-se na convocatória da manifestação, agendada para as 11.30 horas, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site-Norte)

No domingo, durante uma ação de campanha para as eleições autárquicas, em Matosinhos, António Costa, na qualidade de secretário-geral do PS, afirmou que"era difícil imaginar tanto disparate, tanta asneira, tanta insensibilidade" como a Galp demonstrou no encerramento da refinaria de Matosinhos, prometendo uma"lição exemplar" à empresa. headtopics.com

Estas declarações do líder socialista mereceram críticas por parte de toda a oposição, dos sindicatos e da Comissão de Trabalhadores (CT) da Petrogal."O SITE-Norte e os trabalhadores não aceitam que António Costa desrespeite o sofrimento de quem perdeu o posto de trabalho após anos de entrega e empenho e não aceitam ser utilizados de forma tão hipócrita em discurso de campanha eleitoral", adiantou a estrutura sindical.

No comunicado, o sindicato frisou que António Costa, enquanto primeiro-ministro, nunca se mostrou disponível para receber os trabalhadores, mantendo-se"calado e submisso" todos estes meses aos interesses da Galp.PUBAlém do Governo, o SITE-Norte estendeu as críticas à presidente da câmara, a socialista Luísa Salgueiro, por desde a primeira hora"assumir o facto como consumado, abdicando de lutar pelos postos de trabalho".

A Galp desligou a última unidade de produção da refinaria de Matosinhos em 30 de abril, na sequência da decisão de concentrar as operações em Sines.A petrolífera justificou a"decisão complexa" de encerramento da refinaria com base numa avaliação do contexto europeu e mundial da refinação, bem como nos desafios de sustentabilidade, a que se juntaram as características das instalações.

O encerramento da refinaria de Matosinhos, em abril, representa perdas de 5% do PIB em Matosinhos e de 1% na Área Metropolitana do Porto, segundo um estudo socioeconómico a que a Lusa teve acesso.O estudo, encomendado pela Câmara Municipal de Matosinhos à Universidade do Porto para avaliar os impactos socioeconómicos do fecho do complexo petroquímico no concelho, traça um"cenário particularmente grave" para a região Norte e para o país, caso não seja dado qualquer destino àquela instalação industrial. headtopics.com

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O Estado é um dos acionistas da Galp, com uma participação de 7%, através da Parpública. Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

Devia se manifestar Portugal todo ....

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