“Tive pena de não ter estado mais tempo com o Sérgio Conceição. É muito apaixonado. Até o Fernando Rocha ele levou a um almoço de equipa”

“Tive pena de não ter estado mais tempo com o Sérgio Conceição. É muito apaixonado. Até o Fernando Rocha ele levou a um almoço de equipa”

27/11/2021 11:32:00

“Tive pena de não ter estado mais tempo com o Sérgio Conceição. É muito apaixonado. Até o Fernando Rocha ele levou a um almoço de equipa”

Ainda hoje Josué Sá, agora no Ludogorets, recorda o entusiasmo do pai a preparar-se para assistir aos jogos do Sporting, fosse na TV ou no estádio. A paixão pelo futebol contaminou-o cedo e aos oito anos já estava a jogar no clube do coração. Ficou na academia dos leões nove anos, mas foi a dureza das gentes do norte que o transformaram em homem. Viveu num seminário com outros jogadores e quase partiu o dedo no pé numa brincadeira; foi emprestado ao GD Chaves onde lhe fizeram uma partida de 'mau gosto' com o carro e regressou a Guimarães. Depois, abriu asas para voar além fronteiras, período sobre o qual falamos na segunda parte desta entrevista

Nasceu em Lisboa. Onde cresceu? Quem são os seus pais e o que faziam? É filho único?Sim, sou filho único. O meu pai, Rui, tinha uma peixaria e distribuía peixe pela cidade de Lisboa, pelos restaurantes, hotéis, não era tanto para venda ao público. A minha mãe, Fernanda, chegou a trabalhar na empresa dele, mas não tinha um emprego fixo, ia trabalhando onde recebia mais dinheiro. Eu cresci em Belas, na zona de Queluz-Sintra, até aos 17 anos, altura em que fui para Guimarães.

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Deu muitas dores de cabeça aos seus pais em criança?Não, era um puto calminho. Era um bocado nerdzinho, jogos de computador e essas coisas [risos]. E jogar à bola com os amigos.O que dizia que queria ser quando fosse grande?Sempre foi jogador de futebol. Nunca tive um plano B. O meu pai sempre gostou muito de futebol, é um sportinguista fanático, e acabei por ir jogar para o Sporting pela mão dele. Nós víamos sempre futebol, eu gostava de ir ao estádio e de ver na televisão também por causa da emoção do meu pai a ver os jogos. Lembro-me de o ver a preparar-se para ver os jogos. Por isso, desde miúdo comecei a desenvolver paixão pelo futebol, na escola só jogava futebol.

Quando começou a treinar num clube?Aos seis anos fui treinar nas escolinhas Footescola do Carlos Barnabé e do Carlos Xavier. Aquilo era uma espécie de ATL, não era nada sério, mas era uma filial do Sporting, quando os miúdos davam nas vistas ali, o Sporting chamava para fazer captações. Aos oito anos, chamaram-me para as captações, fui e fiquei. headtopics.com

Ainda se lembra do que sentiu quando lhe disseram que ia fazer captações ao Sporting?Lembro-me de sentir um nervosismo extremo e de não saber lidar com essas emoções. Era tipo:"Eh, mas eu não quero ir. Mas tenho de ir.” Eram essas coisas que me passavam pela cabeça. Estava mesmo muito nervoso, mas fui e correu tudo muito bem no primeiro treino. Deram logo feedback ao meu pai, para preparar as coisas porque ia ficar no Sporting.

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O seu pai deve ter ficado"maluco" de contente, não?Ficou, ficou. Ainda hoje é uma paixão partilhada. Ele vê todos os meus jogos. Ver o filho jogar no clube do coração, foi ouro sobre azul. O meu pai tinha a visão do que eu ia ganhar ao estar nas escolas do Sporting o máximo de tempo possível, pelos ensinamentos que eles dão também enquanto ser humano, enquanto homem, não só como jogador. A estrutura que eles tinham e julgo que ainda têm para os miúdos era excelente, era um ambiente de excelência onde qualquer pai quer ver o filho inserido, porque vai ser melhor em todos os sentidos, como jogador, como pessoa, e nessas idades é muito importante.

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