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Polónia, Elaine Thompson

'Supersónica' Elaine Thompson brilhou no estádio olímpico e revalidou título dos 100 metros

Atleta conquistou o recorde olímpico e segunda melhor marca mundial de sempre.

31/07/2021 17:38:00

Modalidades - 'Supersónica' Elaine Thompson brilhou no estádio olímpico e revalidou título dos 100 metros

Atleta conquistou o recorde olímpico e segunda melhor marca mundial de sempre.

Elaine ThompsonFOTO: JOE GIDDENSA jamaicana Elaine Thompson-Herah revalidou este sábado o seu título olímpico dos 100 metros, com o triunfo em Tóquio a corresponder também a recorde olímpico e segunda melhor marca mundial de sempre.

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O hectómetro feminino, que rendeu uma tripla no pódio à Jamaica, acabou por deixar para segundo plano a vitória de Daniel Stahl no disco, com 'dobradinha' sueca, e o triunfo da Polónia na estreia no calendário olímpico da estafeta mista de 4x400 metros.

A marca de Thompson, 10,61 segundos com vento desfavorável de 0,6 metros por segundo, é a melhor em 33 anos e só é superada pelos 10,49 segundos da norte-americana Florence Griffith-Joyner nos 'trials' dos Estados Unidos em 1988 - uma marca muito contestada, com suspeitas de 'doping' e de ter sido conseguida com vento irregular. headtopics.com

Leia tambémPortugal espera conquistar medalhas nos Europeus de AtletismoThompson, campeã no Rio2016, foi ladeada no pódio por Shelly Ann Fraser-Pryce (10,74), a anterior bicampeã, em 2008 e 2012, e por Shericka Jackson (10,76), uma atleta mais nova, que dá garantias de que a 'escola' jamaicana tem futuro na especialidade.

Só Fraser-Pryce, até hoje a mais rápida do ano, deu a sensação de que podia ombrear com a nova campeã, mas, aos 60 metros, Thompson embalou para uma vitória categórica e muito festejada quando caiu no tartã após cruzar a meta.

Aos 29 anos, Thompson ainda pode sonhar com um histórico terceiro triunfo, mas a concorrência promete ser forte por parte da mais jovem Shericka Jackson, até agora especialista de 400 metros, bem como da nova geração de norte-americanas, sobretudo Sha'Carri Richardson, inesperada ausente por ter tido há um mês um controlo positivo por canabis.

Leia tambémTrês medalhas de ouro num campeonato europeu de pista coberta: Portugal faz história com Pichardo, Dongmo e MamonaQuanto a Fraser-Pryce, está com 35 anos e, depois de subir ao pódio em quatro edições consecutivas, não vai apontar para Paris2024. Para já, chega à sétima medalha, em todas as provas, e juntará pelo certo mais uma, na estafeta 4x100 metros. headtopics.com

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Tal como há cinco anos, pelo quarto lugar ficou a costa-marfinense Marie-Josée Ta Lou, que na primeira ronda se tinha destacado com novo recorde de África, dando a impressão de que poderia intrometer-se na luta pelo pódio.Daniel Stahl é o novo campeão olímpico do lançamento do disco, confirmando o favoritismo com que chegou a Tóquio2020 e dando a primeira medalha de ouro de sempre na especialidade à Suécia.

Leia tambémFederica Pellegrini despede-se"em paz" das piscinas após fazer história em Tóquio 2020O campeão mundial de Doha2019 lançou a 68,90 metros, logo no segundo lançamento, sendo seguido no pódio por outro sueco, Simon Petterson (67,39), e pelo austríaco Lukas Weisshaidinger (67,05).

Muito perto do pódio ficou o australiano Mathew Denny (67,02 metros) e o quinto lugar pertenceu ao esloveno Kristjan Ceh (66,37), único lançador que ao longo da época parecia poder incomodar Stahl.Há cinco anos, Stahl nem sequer chegou à final, mas, desde então, não parou de progredir - segundo nos Mundiais de 2017 e campeão volvidos dois anos, sempre na liderança do 'ranking', com um recorde pessoal de 71,40 metros.

Leia tambémCatarina Costa, Rui Bragança e João Almeida são esperanças lusas no primeiro dia dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020Na 'novidade' 4x400 metros mistos, a primeira campeã é a Polónia, com um quarteto formado por Karol Zalewski, Natalia Kaczmarek, Justyna Swiety-Ersetic e Kajetan Duszynski. O primeiro título olímpico da especialidade foi conseguido em 3.09,87 minutos, novo recorde da Europa. headtopics.com

Desclassificados nas meias-finais na véspera, a República Dominicana e os Estados Unidos foram reinstalados para a final e ficaram com prata e bronze, respetivamente. Consulte Mais informação: Correio da Manhã »

Jamaicana Elaine Thompson-Herah vence 100 metros com novo recorde olímpicoAs três medalhas foram entregues a atletas da Jamaica.

Elaine Thompson-Herah bicampeã olímpica em pódio jamaicano nos 100 metros Elaine Thompson -Herah conquistou a medalha de ouro nos 100 metros planos nos Jogos Olímpicos de Tóquio, este sábado, numa prova que teve um pódio 100% jamaicano.

O mundo torcia pela mamã Shelly-Ann Fraser-Pryce, mas foi Elaine Thompson a revalidar o título dos 100 metros em TóquioShelly-Ann Fraser-Pryce foi campeã olímpica dos 100 metros em Pequim 2008 e Londres 2012. No Rio 2016, quando podia imitar o compatriota Usain Bolt e vencer pela terceira vez no hectómetro, uma lesão impediu-a de lutar pelo ouro. Em Tóquio 2020, poucos meses depois de fazer a segunda melhor marca de sempre na distância, procurava, finalmente, a história. Nunca nenhuma mulher havia conseguido três ouros nos 100 metros. Mas estava lá Elaine Thompson . E a também jamaicana colocou-se ela própria no caminho dos recordes Eu torcia para a Thompson... Não sei que corrida viu o autor da notícia, a Thomson esteve esteve sempre na frente, a meio da corrida, quando teve alguma pressão, disparou.

Jamaicana Elaine Thompson-Herah vence 100 metros com novo recorde olímpicoAs três medalhas foram entregues a atletas da Jamaica.

Elaine Thompson-Herah bicampeã olímpica em pódio jamaicano nos 100 metros Elaine Thompson -Herah conquistou a medalha de ouro nos 100 metros planos nos Jogos Olímpicos de Tóquio, este sábado, numa prova que teve um pódio 100% jamaicano.

O mundo torcia pela mamã Shelly-Ann Fraser-Pryce, mas foi Elaine Thompson a revalidar o título dos 100 metros em TóquioShelly-Ann Fraser-Pryce foi campeã olímpica dos 100 metros em Pequim 2008 e Londres 2012. No Rio 2016, quando podia imitar o compatriota Usain Bolt e vencer pela terceira vez no hectómetro, uma lesão impediu-a de lutar pelo ouro. Em Tóquio 2020, poucos meses depois de fazer a segunda melhor marca de sempre na distância, procurava, finalmente, a história. Nunca nenhuma mulher havia conseguido três ouros nos 100 metros. Mas estava lá Elaine Thompson . E a também jamaicana colocou-se ela própria no caminho dos recordes Eu torcia para a Thompson... Não sei que corrida viu o autor da notícia, a Thomson esteve esteve sempre na frente, a meio da corrida, quando teve alguma pressão, disparou.