Autárquicas, Autárquicas 2017, Política, Dinheiro, Portugal, Papel

Autárquicas, Autárquicas 2017

Se a fábrica da Dielmar fechasse ″era a bomba atómica″

Se a fábrica da Dielmar fechasse 'era a bomba atómica'

02/08/2021 19:12:00

Se a fábrica da Dielmar fechasse 'era a bomba atómica'

(Reportagem originalmente publicada a 24 de setembro de 2017)\nNem tudo são más notícias no interior de Portugal . Em Alcains, no concelho de Castelo Branco, uma empresa de confeções resiste a sair e dá emprego a quase 400 pessoas.

SubscreverHoje quem a lidera é a filha de um dos fundadores, a advogada Ana Paula Rafael, que em 2008 assumiu o comando. A Dielmar tem hoje uma faturação anual na ordem dos 14 milhões de euros. E a ambição é crescer:"Quero fazer da empresa uma multinacional!" Em Portugal, além de vender fatos para outras marcas que lhe põe o seu selo, tem seis lojas, todas com alfaiate residente. É essa uma das suas marcas: os fatos à medida. Neste caminho quer avançar agora para o mercado das vendas online.

Erupção do vulcão em La Palma pode durar até 84 dias Sismo de intensidade rara faz tremer edifícios e causa pânico em Melbourne ''Zorros'' na Avenida da Liberdade para alertar para a poluição

Ana Paula Rafael© Filipe Pinto / Global ImagensConversando com o DN, a gestora enfatiza uma das coisas que lhe permitiram sobreviver aos anos difíceis da crise 2011-2014: em vez de um ou dois grandes clientes preferiu sempre ter dezenas deles, mais pequenos - ou seja, não pôs as fichas todas no mesmo cavalo."Foi isso - diz - que aconteceu no vale do Ave. As empresas tinham tudo pendurado num ou em dois clientes." Daí o desastre.

Seja como for, a Dielmar ressentiu-se da crise. E aí foi preciso dar a volta e virar as apostas ao contrário. Com"muito sacrifício, muita dor e muito mês", Ana Paula Rafael fez-se ao caminho, viajando por esse mundo fora para pôr a empresa a exportar mais."Num ano cheguei a estar 18 semanas fora." Até lá, em números redondos, o mercado nacional valia-lhe 60% da faturação e o internacional 40% (com metade em Espanha). Agora o rácio é mais ou menos o inverso: 70% de exportação, 30% de mercado nacional. A empresa sobreviveu à tempestade. headtopics.com

A população da freguesia e de outras em volta não perdeu assim aquela que é porventura a sua maior fonte de emprego - sendo certo, no entanto, que por via do estouro monumental da bolha imobiliária - ali como no país todo - muitos jovens adultos puseram os pés ao caminho, emigrando para os mesmos destinos do êxodo dos anos 1960: França, Alemanha e Luxemburgo.

Ana Paula Rafael confirma:"Se fôssemos embora isto morria tudo." Foi isso que, garante, a levou a ficar - porque até nem lhe metia muito medo lançar-se para um mundo novo:"Eu gosto muito de viajar." As contas sobre a China foram feitas - mas verdadeiramente nunca esteve em cima da mesa a hipótese real de partir. Foi em Alcains que o seu pai, um tio e outros dois amigos fundaram a empresa e é lá que vai continuar. A gestora diz competir-lhe, entre outras coisas,"fazer a mediação" entre a experiência que é preciso ter nos trabalhadores - há costureiras ainda da fundação - e a inevitável necessidade de inovação.

© Filipe Pinto / Global Imagens(Reportagem originalmente publicada a 24 de setembro de 2017) Consulte Mais informação: Diário de Notícias »

'Se o que estivesse nos projectos da mina se realizasse seria o fim da aldeia'

Reportagem em Cuba. “Isto não se resolve com um pouco mais de arroz ou frango”Havana, a capital cubana, é uma cidade deserta, onde o único sinal de vida são patrulhas policiais e filas de pessoas que esperam por escassos alimentos. Repressão não basta para pacificar o povo

'Com a mina já se consegue fazer tudo'

E se ganhasse um Tesla ou um apartamento de luxo só por ser vacinado?Em Hong Kong, agora é possível. Estes e outros prémios fazem parte das campanhas para incentivar a população a vacinar-se.

A eliminação de Portugal no andebol: 'Se tudo fosse feito melhor, planificado melhor, se chegássemos mais cedo, como fizeram os outros...'Paulo Jorge Pereira, selecionador nacional de andebol, considerou decisiva para a eliminação prematura de Portugal no torneio olímpico a chegada tardia ao Japão e promete escrever, “daqui a uns anos”, um livro com o título “O golo que falta”, sobre as suas experiências como treinador de Portugal e as situações externas ao trabalho do grupo que não consegue controlar Portugal passou aos quartos!! Conhecem o site dos JO? Tivessem trabalhado mais. Isto são desculpas esfarrapadas 🙄 O Paulo Bento também dizia assim qualquer coisa com “ses”… tinha a ver com avós e camiões….

FC Porto volta a apontar o dedo: «Torna-se quase criminoso o vazio das bancadas»FC Porto - FC Porto volta a apontar o dedo: «Torna-se quase criminoso o vazio das bancadas»