RTP. Comissão de Trabalhadores critica 'influência' da FPF

15/01/2022 23:41:00

Rtp, Fpf

A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP defende que a estação pública deve «limitar a influência» da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no canal. A opinião foi tornada pública num dos últimos boletins da CT. «Se queremos que a RTP sobreviva como serviço público, uma das prioridades que devemos fixar-nos em 2022 consiste em limitar a influência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) na tomada de decisões da estação», lê-se na nota. 

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CT da RTP critica 'influência' da FPF

MP investiga RTP por tráfico de influênciaREDE CRIMINOSA!!

RTP. MP investiga tráfico de influências na TV públicaTudo o q é empresas públicas ré um fartar de vilanagem.... É so encher os bolsos, e' pra isso q o BE e PS são contra as privatizações, ex TAP, pr'a eles e pra amigos....e a dívida pública a aumentar,nunca haverá dinheiro para aumentar as pensões de 300,eles comem tudo

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Sindicato dos Trabalhadores da CGD prolonga greve às horas extraA greve dos trabalhadores da CGD às horas extraordinárias foi prolongada até 18 de fevereiro, pelo pagamento de todo o trabalho suplementar e por relógio de ponto eletrónico nas agências.

FPF; A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP defende que a estação pública deve «limitar a influência» da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no canal.Email RTP terá pago quatro milhões de euros para garantir os direitos da Taça de Portugal e da Supertaça.tráfico de infuência O Ministério Público (MP) está a investigar denúncias de corrupção e favorecimento na RTP.Email O caso não é novo mas ganha novos contornos agora que o Ministério Público o investiga: Eduardo Pestana terá ganho milhares de euros com horas extraordinárias com o aval de Hugo Gilberto, da direção de informação da RTP.

A opinião foi tornada pública num dos últimos boletins da CT. «Se queremos que a RTP sobreviva como serviço público, uma das prioridades que devemos fixar-nos em 2022 consiste em limitar a influência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) na tomada de decisões da estação», lê-se na nota. A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP defende que a estação pública deve «limitar a influência» da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no canal.  E acrescenta que «se essa influência é excessiva, a culpa não é da FPF, que no seu próprio interesse trata de influenciar, mas da RTP, que no seu próprio interesse devia impedir o excesso». O objetivo é «denunciar e tentar demonstrar a existência de indícios de corrupção, associação criminosa, favorecimento, tráfico de influências, abuso de confiança e abuso de poder» que ligam o jornalista da RTP Eduardo Pestana aos seus superiores hierárquicos: diretor-adjunto Hugo Gilberto e coordenador da editoria de desporto da RTP Porto, Manuel Fernandes Silva. Em causa está a notícia divulgada pelo Correio da Manhã sobre que dá conta que a estação pública deverá pagar quatro milhões de euros para adquirir a Taça de Portugal e a Supertaça até 2024. «Se queremos que a RTP sobreviva como serviço público, uma das prioridades que devemos fixar-nos em 2022 consiste em limitar a influência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) na tomada de decisões da estação», lê-se na nota. O Nascer do SOL sabe que as críticas à aposta «excessiva» da estação pública no futebol surgem nos corredores da estação e essa ideia fica também espelhada neste comunicado da Comissão de Trabalhadores. Os factos ocorreram entre o segundo semestre de 2017 e o início de 2020.

«Vivemos um contexto em que nos falam de uma ‘situação financeira muito mais difícil do que se supõe’, e em que se invoca essas dificuldades para recusar investimentos inadiáveis em tecnologia, em instalações e, não menos importante, em trabalho com direitos. Em causa está a notícia divulgada pelo Correio da Manhã sobre que dá conta que a estação pública deverá pagar quatro milhões de euros para adquirir a Taça de Portugal e a Supertaça até 2024. O documento refere que a situação foi «repetida, reiterada e prolongada no tempo», acrescentando que «daqui resultante, incorreu, não apenas, na prática reiterada de uma ilegalidade, prevista na legislação do Trabalho e demais regulamentação aplicável, que não poderia ser estranha a quem desempenha funções que obrigam ao conhecimento dos preceitos jurídico-legais que as enquadram, como originou a acumulação, em anos consecutivos, de retribuições mensais extraordinárias para o jornalista Eduardo Pestana, injustificadas à face dos normais procedimentos de distribuição de trabalho, e inequivocamente desproporcionais face às auferidas, no mesmo período, pelos restantes jornalistas da editoria de Desporto da RTP no Porto, seus colegas de trabalho». Ora, apesar desse aperto do cinto, vem agora a público que a RTP terá contratado os direitos da Taça de Portugal e da Supertaça Cândido de Oliveira por 4 milhões de euros». Se este valor é real ou não, não se sabe, até porque a CT ainda aguarda a resposta do Conselho de Administração. «Vivemos um contexto em que nos falam de uma ‘situação financeira muito mais difícil do que se supõe’, e em que se invoca essas dificuldades para recusar investimentos inadiáveis em tecnologia, em instalações e, não menos importante, em trabalho com direitos. Mas, dizem, o que torna esta alegação plausível é  «o historial conhecido». A denúncia destes factos foi, aliás, denunciada pela Comissão de Trabalhadores (CT) da estação pública em outubro de 2020. «Com sucesso variável, a FPF sempre se arrogou o direito de tirar e pôr diretores de Informação da RTP, sempre se arrogou o direito de ditar à RTP condições leoninas para os seus protocolos - porque não havia agora de conseguir um regime de exceção para a austeridade preconizada pelo CA? Para promover os seus interesses, a FPF faz o que sempre tem feito; para acautelar os seus interesses, a RTP deve começar a fazer o que é necessário», acusam os trabalhadores. Se este valor é real ou não, não se sabe, até porque a CT ainda aguarda a resposta do Conselho de Administração. A denúncia destes factos foi, aliás, denunciada pela Comissão de Trabalhadores (CT) da estação pública em outubro de 2020.

E lembram casos: «Se um pivot da RTP corta a palavra à segunda figura da hierarquia do Estado, porque ao mesmo tempo há um direto em que o jogador João Palhinha se lembrou de partilhar os seus estados de alma, engolimos em seco». Mas há mais: «Se uma reportagem sobre o Estado Islâmico na RTP 3 é interrompida e durante mais de duas horas a emissão fica tomada pela saída do treinador do Benfica, sem explicações ao público que seguia a reportagem; se essa grosseria atrai a crítica do escritor Valter Hugo Mãe e certamente de mais espetadores, voltamos a engolir em seco», acrescentam. «Com sucesso variável, a FPF sempre se arrogou o direito de tirar e pôr diretores de Informação da RTP, sempre se arrogou o direito de ditar à RTP condições leoninas para os seus protocolos - porque não havia agora de conseguir um regime de exceção para a austeridade preconizada pelo CA? Para promover os seus interesses, a FPF faz o que sempre tem feito; para acautelar os seus interesses, a RTP deve começar a fazer o que é necessário», acusam os trabalhadores. E mais. Ver Comentários Leia Também .