Renault e Geely querem atacar o mercado sul-coreano juntas

Renault e Geely querem atacar o mercado sul-coreano juntas

24/01/2022 02:35:00

Renault e Geely querem atacar o mercado sul-coreano juntas

A Geely é um monstro na indústria automóvel, mas não na Coreia do Sul. Daí que pretenda juntar-se à Renault, que tem uma importante presença no país, para trabalhar em equipa.

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.A Geely não é apenas mais um fabricante de automóveis chinês e são vários os motivos que aconselham a tê-la em consideração. Para começar, é um dos poucos construtores que não pertence ao Estado chinês, o que não o impediu de crescer a um ritmo impressionante. Depois, hoje é dona, para além da Geely, da Volvo e da Polestar, além da Lotus, Proton, Zeekr, Link & Co e a empresa que fabrica os táxis londrinos. É ainda, através do seu CEO e fundador (em 1997), Li Shufu, o maior accionista privado da Daimler, que detém a Mercedes, possuindo ainda 50% da Smart, a meias com o grupo alemão.

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Rio volta a atacar Costa:Ninguém vota em quem diz muito mal dos outros - CNN PortugalCNN Portugal. O canal de informação, com uma cultura multiplataforma, que acompanha, em tempo real e em diversos meios, os acontecimentos que marcam o país e o mundo. Calma nazizinho já está ganha as eleições. Relaxa e espera dia 31. Ah e nem é preciso continuar a campanha 😁😁

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Catarina Martins diz que ″era bom que o PS mudasse de agulha″Coordenadora do Bloco de Esquerda esteve no Mercado de Santana, nas Caldas da Rainha. Esta senhora ainda não entendeu que este discurso é um presente para direita. Stasi o quê?

Custas judiciais e mais recursos são as prioridadesOs partidos concordam na necessidade de investimento na Justiça e na redução das custas, mas os agentes do sector querem medidas mais concretas que a área de governação seja uma prioridade. redução das custas não altera porra nenhuma.....alteração dos critérios de dispensa e de apoio do estado...isso sim, fará muita diferença. 🇵🇹🥀

23 jan 2022, 23:31 Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. A Geely não é apenas mais um fabricante de automóveis chinês e são vários os motivos que aconselham a tê-la em consideração. Para começar, é um dos poucos construtores que não pertence ao Estado chinês, o que não o impediu de crescer a um ritmo impressionante. Depois, hoje é dona, para além da Geely, da Volvo e da Polestar, além da Lotus, Proton, Zeekr, Link & Co e a empresa que fabrica os táxis londrinos. É ainda, através do seu CEO e fundador (em 1997), Li Shufu, o maior accionista privado da Daimler, que detém a Mercedes, possuindo ainda 50% da Smart, a meias com o grupo alemão. Sempre à procura de novos mercados para crescer, a Geely apontou agora armas à Coreia do Sul. Para entrar num mercado difícil, onde a Hyundai e a Kia detêm uma posição maioritária, os chineses apostaram em encontrar num parceiro que lhes permitisse apressar o processo, em vez de montar uma empresa de raiz, o que seria lento e dispendioso. O parceiro escolhido foi o Renault Group, que além da Renault, Alpine, Dacia e Lada, inclui ainda a sul-coreana Samsung Motors. O interesse da Geely nesta solução é evidente, mas os franceses têm também muito a ganhar. Pelo menos é esta a opinião de Luca de Meo, o CEO do grupo francês, que saudou o início desta parceria com a Geely, assumindo que com esta cooperação pretende “reforçar os 20 anos de presença da Samsung Motors no mercado da Coreia do Sul”. Além do mercado doméstico da Samsung, a parceria Renault-Geely visa ainda usar a Coreia do Sul como base para fabricar veículos para avançar para outros mercados asiáticos. Para tal muito contribuirão os conhecimentos dos franceses no campo dos híbridos e híbridos plug-in, com os chineses a contribuírem com as inúmeras plataformas que pensam produzir e que até já prometeram vender a concorrentes, com o novo parceiro francês a juntar-se a este grupo. PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR Leia também: