Rússia e restantes países do Mar Cáspio rejeitam presença de tropas estrangeiras - Renascença

30/06/2022 00:57:00

Rússia e restantes países do Mar Cáspio rejeitam presença de tropas estrangeiras

Rússia e restantes países do Mar Cáspio rejeitam presença de tropas estrangeiras

O Kremlin, que conseguiu que os Estados Unidos retirassem todas as suas bases militares da Ásia Central, acusou o Ocidente de tentar expandir-se para o antigo espaço soviético.

A Rússia, o Irão e outros países banhados pelo Mar Cáspio excluíram a presença militar estrangeira, numa clara alusão à NATO, nessa área, que é usada pelo exército russo para lançar mísseis contra a Ucrânia.

"A não presença no Mar Cáspio de forças armadas que não pertencem aos países limítrofes (Rússia, Irão, Cazaquistão, Azerbaijão e Turquemenistão)", lê-se no comunicado divulgado no final da reunião celebrada em Asjabad, a capital do Turquemenistão, e citado pela agência espanhola de notícias, a Efe

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Vladimir Putin Foto: Mikhail Metzel/EPA A Rússia, o Irão e outros países banhados pelo Mar Cáspio excluíram a presença militar estrangeira, numa clara alusão à NATO, nessa área, que é usada pelo exército russo para lançar mísseis contra a Ucrânia.Foto: Reuters De que forma a invasão Russa da Ucrânia abalou a segurança europeia e a estratégia da Nato? Qual deverá ser o novo conceito estratégico e de financiamento? Como deve a Aliança enfrentar a crescente influência da China? Estas são algumas das questões que vão estar em discussão durante os próximos três dias na capital espanhola na Cimeira da NATO.Foto: Sven Kanz/EPA O grupo dos sete países mais industrializados (G7) reforçou a condenação da Rússia pela invasão da Ucrânia e as sanções contra Moscovo, numa reunião de três dias que antecedeu a cimeira da NATO em Madrid.Foto: J.

"A não presença no Mar Cáspio de forças armadas que não pertencem aos países limítrofes (Rússia, Irão, Cazaquistão, Azerbaijão e Turquemenistão)", lê-se no comunicado divulgado no final da reunião celebrada em Asjabad, a capital do Turquemenistão, e citado pela agência espanhola de notícias, a Efe O Kremlin, que conseguiu que os Estados Unidos retirassem todas as suas bases militares da Ásia Central, acusou o Ocidente de tentar expandir-se para o antigo espaço soviético, considerado o 'quintal' da Rússia. O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, aproveitou a reunião para romper o isolamento internacional desde o início da invasão da Ucrânia, a que chama"operação militar especial", há mais de quatro meses. “Em 2010, a NATO procurava estabelecer uma relação com a Rússia de cooperação e parceira no rescaldo do que tinha acontecido em 2008 na Geórgia, nessa altura procurou-se fazer um ‘reboot’. No comunicado, ao mesmo tempo que defendem os princípios fundacionais das Nações Unidas, os cinco mandatários destacaram o "crescente papel da região do mar Cáspio no mundo" e"a importância da cooperação na esfera militar". A reunião realizou-se em Elmau, no sul da Alemanha, e antecedeu a cimeira da NATO em Madrid, que começa hoje à noite e decorre até quinta-feira. Os países, diz ainda o texto citado pela Efe, comprometem-se ainda a garantir a segurança e a estabilidade da região, e a não ceder o seu território a outros estados para cometer agressões ou outras ações militares contra algum dos seus vizinhos. Ora nada disso acontece agora e a Rússia passou a ser uma ameaça e nesta altura não se prevê qualquer relação de parceira”, explica à Renascença o Major General Carlos Branco. . O Presidente norte-americano destacou que os Estados Unidos têm aumentado as suas forças militares na Europa este ano e, em concreto, na Europa do leste, tal como outro aliados.