Investimento, Dinheiro, Hotelaria, Dinheiro

Investimento, Dinheiro

Quem compra os hotéis portugueses? Sete em cada dez são fundos

Quem compra os hotéis portugueses? Sete em cada dez são fundos

10/10/2019 09:51:00

Quem compra os hotéis portugueses? Sete em cada dez são fundos

Elevado crescimento do turismo colocam Portugal e Espanha no radar de grandes fundos internacionais. Investidores norte-americanos, chineses e sul-coreanos lideram.

SubscreverNo ano passado, o valor investido por estes fundos na Península Ibérica representou 1,9 mil milhões de euros, em compras diretas de unidades hoteleiras e outros dois mil milhões de euros em aquisições corporativas - do negócio e não apenas de um hotel.

Jorge Jesus: «Não pedi nenhum jogador do Flamengo ao presidente do Benfica» Italianos colocam Cavani no Benfica com salário anual de 9 milhões Brasil ultrapassa 100 mil mortes por Covid-19. Bolsonaro está de ''consciência tranquila''

Mas"a atração de capital fora da União Europeia é uma tendência internacional na hotelaria", diz Gonçalo Garcia, que estima que 77% das compras e vendas de hotéis em Portugal e Espanha sejam protagonizadas por investidores estrangeiros.

No ano passado, o valor investido por estes fundos na Península Ibérica representou 1,9 mil milhões de eurosNeste pacote mais alargado estão 309 milhões de euros em investimento realizado pelos operadores hoteleiros e 380 milhões através do regime das sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI) e outro tanto através dos bancos.

"Os maiores atores transfronteiriços são originários dos Estados Unidos, que investiram 2,3 mil milhões de euros, seguidos pela Malásia e México com 220 milhões e 210 milhões, respetivamente", refere o estudo da Cushman.

Em Espanha, a força destes fundos é inegável. No ano passado, o fundo de capital de risco Blackstone tornou-se o maior proprietário de hotéis em Espanha, com a aquisição da SIGI Hispania, por 1,9 mil milhões de euros. Os 46 hotéis da Hispania levaram a Blackstone para um total de 17 mil quartos em Espanha, à frente dos 11 mil do Meliá, dos 10 mil do H10 e dos 9 mil dos Hoteles Globales. A chegada a Espanha aconteceu ainda durante a crise com a venda de carteiras de bancos.

Na realidade portuguesa, EUA, China e Coreia são os principais mercados de origem destes investidores, destaca Gonçalo Garcia, que considera o mercado asiático muito promissor para o futuro da hotelaria.No primeiro semestre, Portugal registou um valor inédito nas transações deste segmento imobiliário de 469 milhões de euros

Foi precisamente a passagem dos hotéis Tivoli Avenida Liberdade, Tivoli Oriente e Avani Avenida Liberdade para o fundo Invesco (que gere os hotéis NH), por 313 milhões de euros, que fez catapultar o retorno obtido em Portugal com a venda de hotéis no arranque deste ano.

Explosivo de Beirute foi uma encomenda que não chegou a uma empresa portuguesa Italianos avançam que Cavani já assinou pelo Benfica com salário anual de 9 milhões de euros Covid-19. Trump reduz apoio de 600 para 400 dólares por semana para desempregados vítimas da pandemia

No primeiro semestre, Portugal registou um valor inédito nas transações deste segmento imobiliário de 469 milhões de euros, acima dos 461 milhões registados no mesmo período em Espanha. É algo que nunca tinha acontecido, revela a Cushman & Wakefield.

"Este aumento deve-se claramente a uma transação, o negócio entre o grupo Minor e a Invesco que gere os hotéis NH e que é uma transação dificilmente repetível", destacou Gonçalo Garcia.No ano passado, a procura destes investidores já se tinha feito sentir. A Cushman & Wakefield estima um aumento de 51% no retorno financeiro obtido pela venda de hotéis e grupos a estes grandes investidores para um total de 226 milhões de euros. Em Espanha, um mercado"com 20 anos de avanço", contabiliza-se um investimento de 3,8 mil milhões de euros em 2018, uma queda de 18,7%.

Consulte Mais informação: Diário de Notícias »

Os sete jovens jogadores que estão à porta da equipa principal do Benfica

Sete arguidos suspeitos de fraude no caso das golas antifumo

Sete arguidos suspeitos de fraude no caso das golas antifumoO processo que investiga os negócios efetuados no âmbito do programa Aldeia Segura/Pessoas Seguras, no qual estão incluídas as golas antifumo, tem sete arguidos por suspeitas de fraude na obtenção de subsídio, segundo o Ministério Público

Sete arguidos no caso das golas antifumo suspeitos de fraudeEm causa está a fraude na obtenção de subsídio, segundo o Ministério Público.\r\n

Sete arguidos suspeitos de fraude no caso das golas antifumoEntre os arguidos já conhecidos estão o ex-secretário de Estado da Proteção Civil José Artur Neves, que se demitiu no seguimento do caso, e o presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mourato Nunes Quando há dinheiro,não falham.

Sete arguidos suspeitos de fraude no caso das golas antifumo