Putin revela dois novos navios quebra-gelo para exibir ″poder ártico″ da Rússia

22/11/2022 20:27:00

Putin revela dois novos navios quebra-gelo para exibir 'poder ártico' da Rússia

Putin revela dois novos navios quebra-gelo para exibir 'poder ártico' da Rússia

Presidente russo continua a apostar no domínio das novas rotas de navegação no Ártico

e receba as informações em primeira mão.Foto: Sergey Savostyanov/EPA O presidente de Cuba, Miguel Diáz-Canel, disse esta terça-feira que a Rússia e Cuba têm o mesmo inimigo,"o império ianque", numa alusão aos Estados Unidos.Tokaiev depois de votar nas eleições presidenciais antecipadas Reuters/KAZAKH PRESIDENTIAL PRESS SERVIC O Presidente do Cazaquistão, Kassim-Jomart Tokaiev, garantiu a reeleição para um novo mandato de sete anos, depois de vencer confortavelmente as eleições presidenciais antecipadas de domingo.Há 37 min Antigo primeiro-ministro já vê um (o único) fim para a guerra e deixa uma mensagem de esperança Vladimir Putin sempre soube que a Ucrânia não ia entrar na NATO, que não havia perigo de instalação de mísseis norte-americanos em território ucraniano ou até que Kiev não consistia em qualquer ameaça a Moscovo.

Subscrever Devido às alterações climáticas que tornam o Ártico mais navegável e às reservas de petróleo e gáss nas regiões árticas da Rússia, a região está a assumir um maior significado estratégico.Putin sorriu quando o Yakutia, um quebra-gelos de 173,3 metros com um deslocamento de até 33.O presidente cubano, que está na Rússia a cumprir a segunda etapa de uma digressão que já o levou à Argélia, prosseguirá na Turquia e terminará na China, qualificou as sanções contra os dois países como “injustas” e “arbitrárias” “Mas a Rússia pode sempre contar com Cuba”, frisou Diáz-Canel, que se declarou como “admirador” da “grande liderança” de Putin e sublinhou que Havana sempre condenou as sanções impostas a Moscovo pelo Ocidente devido à campanha militar na Ucrânia, iniciada a 24 de fevereiro passado.540 toneladas e que pode furar blocos de gelo de até três metros, foi lançado à água nas docas.Tokaiev teve a concorrência de cinco outros candidatos, mas nenhum era conhecido ou sequer verdadeiramente representante da oposição política ao regime.Dois outros quebra-gelos da mesma série, a Arktika e o Sibir, já estão em serviço, e outro, o Chukotka, está programado para 2026, adianta a Reuters.Por isso, para evitar manipulações, evocou o discurso de Putin, em setembro, quando anexou quatro regiões ucranianas, o que demonstrou “um pensamento muito bem estruturado”.O presidente russo revelou ainda que para 2027 está previsto lançamento de um superpoderoso quebra-gelo movido a energia nuclear de 209 metros conhecido como"Rossiya", com um deslocamento de até 71.Invadiu a Ucrânia porque pensava que o faria mais popular, porque estava iludido e porque não tinha ninguém para o confrontar”, afirmou Boris Johnson, referindo-se mesmo aos “conselheiros tipo padres ortodoxos tontos” que aconselham a mais alta figura do Kremlin, e que lhe dizem que a Ucrânia não é um país com direitos próprios.

380 toneladas capaz de quebrar gelo com quatro metros de espessura.Os Estados Unidos manipularam a situação, tentaram encontrar na guerra, como sempre fazem nas guerras extraterritoriais […], a possibilidade de emergir como o grande solucionador de problemas” disse.A agência France Press diz ter testemunhado um grande número de eleitores a tirar fotografias em frente aos locais de voto, com a justificação de que são “obrigados” a provar que votaram aos seus empregadores."São necessários para o estudo e desenvolvimento do Ártico, para assegurar uma navegação segura e sustentável nesta região, para aumentar o tráfego ao longo da Rota do Mar do Norte", disse Putin referindo-se aos quebra-gelos nucleares."O desenvolvimento deste corredor de transporte mais importante permitirá à Rússia libertar mais plenamente o seu potencial de exportação e estabelecer rotas logísticas eficientes, inclusive para o Sudeste Asiático".“Tudo isso é fruto da tradicional amizade que foi cimentada pelo camarada Fidel Castro”, afirmou Putin, defendendo que os dois países devem reforçar a cooperação e traçar planos para o desenvolvimento das relações até 2030.Desde que Putin chegou ao poder, a Rússia tem reforçado silenciosamente a sua presença no Ártico, onde tem mais de 24.000 km (15.“É o símbolo de toda uma época, a época do movimento de libertação nacional, do fim do sistema colonial e da criação dos nossos Estados independentes e soberanos na América Latina e na África”, afirmou.Ainda que entenda as preocupações dos europeus quando chega o inverno e os preços continuam a aumentar – a inflação ronda os 10% em Portugal, número que Boris Johnson até prevê que possa ser maior no Reino Unido – o britânico não quer uma paz “podre”, uma paz negociada segundo as exigências de Moscovo.

000 milhas) de costa que se estende desde o Mar de Barents até ao Mar de Okhotsk.A partir de 2005, a Rússia reabriu dezenas de bases militares da era soviética no Ártico, modernizou a sua marinha e desenvolveu novos mísseis hipersónicos concebidos para escapar aos sensores e defesas dos EUA.Por isso, é justamente considerado um dos líderes mais brilhantes e carismáticos” do século XX, declarou Putin.De acordo com peritos, o Ocidente poderá levar até 10 anos para conseguir alcançar os avanços russos na região.Partilhar.A iniciativa de erguer uma estátua em homenagem ao líder cubano foi da Sociedade Histórica Militar Russa, que destinou 20 milhões de rublos (cerca de 333 mil dólares) para esse fim.

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