PS alarga “direito a desligar” e restringe exceções

PS alarga “direito a desligar” e restringe exceções

22/09/2021 10:25:00

PS alarga “direito a desligar” e restringe exceções

Segundo a proposta socialista, o 'direito a desligar' aplica-se também ao trabalho presencial e o empregador tem ainda 'o dever de se abster de contactar o trabalhador' fora do período de trabalho. Exceções são mais limitadas do que na proposta de 2019

, são mais restritivas do que as que no passado impediram alianças parlamentares.Em causa está o direito do trabalhador a desligar o telemóvel da empresa ou de não atender uma chamada fora do horário de trabalho, bem como de desligar outros sistemas de comunicação relacionados com a atividade profissional. Mas agora também o empregador"tem o dever de se abster de contactar o trabalhador" fora do período de trabalho.

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Há exceções de"força maior" que, segundo os especialistas, correspondem ao que comummente se designa como"imprevistos": por exemplo, acidentes ou até um incêndio. As exceções agora admitidas pelos socialistas são mais limitadas do que as que já foram defendidas no passado - exceções essas que, em 2019, levaram o BE a não fazer um acordo para fazer passar a legislação com o PS.

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PS quer exceções mínimas ao direito a desligarNova proposta do PS aplica-se ao teletrabalho e ao trabalho presencial. Prevê que o direito a desligar seja também um dever do empregador e restringe as exceções ao mínimo, ao prever que só seja afastado em situações de “força maior”, como uma emergência.

As Causas. O PS e o relativismo moralAntónio Costa usa de alguma prudência, mas muitos candidatos socialistas sem cautelas nem vergonha aludem à sua ligação direta ao governo, ao acesso ao número do telemóvel do Primeiro-Ministro e a argumento semelhantes para terem acesso privilegiado ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) se forem eleitos. A estratégia é hábil e aposta no relativismo moral de muitos portugueses: 60,5% acham (e criticam) que serão os políticos e empresários que se encontram perto da esfera política que vão beneficiar do PRR. Mas querem estar dentro…

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'Abusa', 'engonha' e 'empurra com a barriga' - como a CDU vê agora o PSCom as eleições à vista, o tom dos discursos da campanha da CDU mudou. Está cada vez mais direto e muito mais duro em relação ao adversário direto. PS, Governo e primeiro ministro estão na mira. Em todas as intervenções, tanto o secretário geral comunista como os vários candidatos autárquicos aproveitam o tempo de antena para lançar rajadas de tiros contra os socialistas. Até ao dia 25 é assim toma café só, depois com o Costa... o poder vai gordo e a oposição magra e vazia de ideias

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Costa quer pôr mais “bandeirinhas” do PS (e não só) em terrenos PCPHá quatro anos passou ligeiro em terras da CDU. Foi a Évora e a Beja de fugida ouvir os candidatos carregarem as críticas ao PCP. Agora, apesar de moderado no tom, já foi mandando umas indiretas ao parceiro da esquerda. Costa quer roubar Alcácer do Sal e Évora ao PCP e manter Beja