PS afasta-se do PSD e Chega ultrapassa BE

16/01/2022 12:01:00

PS afasta-se do PSD e Chega ultrapassa BE

Sondagem, Política

PS afasta-se do PSD e Chega ultrapassa BE

Rui Rio perde fôlego e António Costa alarga vantagem ​​​​​​​para dez pontos percentuais a duas semanas das eleições.

Dizem às vezes os analistas políticos que um mês pode ser uma eternidade em política. Prova disso é a forma como evoluiu a relação de forças entre PS e PSD dos últimos dois meses. Em novembro, com os sociais-democratas dilacerados por uma luta interna, os socialistas conseguiram uma vantagem de 14 pontos.

PS capta votos à esquerdaVentura em maré altaA subida do Chega atropela vários adversários: desde logo o Bloco de Esquerda, que estagnou um pouco acima dos sete pontos percentuais, e desce para o quarto lugar (só ficaria à frente dos radicais de Direita na Área Metropolitana do Porto); a CDU, que se mantém próximo da casa dos cinco pontos (ora umas décimas acima, ora umas décimas abaixo); o PAN, que continua um caminho de desgaste lento e se aproxima perigosamente do patamar do deputado único; e sobretudo o CDS que, não obstante uma certa vivacidade, está reduzido a menos de dois pontos (com metade do seu eleitorado de 2019 a fugir para o Chega).Entre os partidos mais pequenos, o único que, tal como o Chega, ameaça progredir para outro patamar, é o Iniciativa Liberal. Sendo certo que não saiu do lugar durante estas primeiras semanas de campanha, ainda é um dos partidos que poderão ter um maior crescimento, relativamente às últimas legislativas: com um resultado a rondar os quatro pontos, pode pelo menos aspirar a eleger um grupo parlamentar nos dois maiores círculos eleitorais (Lisboa e Porto).

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Prince_x007 Preocupante a posição do Chega....quem neste partido votar ao caos, a médio ou longo prazo vai parar!!! Parece que os portugueses abriram finalmente os olhos, apesar da mentira repetida até à exaustão dos media,incluindo os públicos.

Tracking poll: PS lidera sem maioria absoluta, Chega é a terceira força mais votadaCNN Portugal. O canal de informação, com uma cultura multiplataforma, que acompanha, em tempo real e em diversos meios, os acontecimentos que marcam o país e o mundo.

PSD chumba OE se Costa vencer e apresentar proposta igualO presidente do PSD afirmou que, se o PS vencer as eleições legislativas de 30 de janeiro e António Costa apresentar o mesmo Orçamento do Estado para 2022 que foi chumbado, o partido votará contra. ah ah ah troca tintas Há um Rio que separa a realidade do País (PS) com a fantasia do Liberalismo (PSD, PP, IL CHEGA). O resto são pequenas pedras (BE, PCP, PAN). Não sei se os portugueses estão preparados financeiramente para um liberalismo.

Quem quer casar com o PSD? Edição PANRui Rio elogiou o PAN pela forma como está disposto a negociar acordos. Mas Inês de Sousa Real tem condições para esse apoio: debates quinzenais, ordenamento florestal e impostos.

Líder do CDS ambiciona governar sozinho com PSD, mas fala em eleitorado 'traído' - SIC NotíciasEm entrevista à agência Lusa, Francisco Rodrigues do Santos classificou o CDS-PP como “o partido que pode dar um passaporte ao PSD para poder governar Portugal”. CDS nem 1 deputado vai eleger nestas eleições. Está acabado. Vai mas é rezar umas ave Marias e tomar umas óstias...

As linhas vermelhas que separam PSD e PAN começam nos debatesRui Rio e Inês Sousa Real protagonizaram o último frente-a-frente televisivo antes do arranque oficial da campanha eleitoral

É preciso ter mais médicos de família. PSD aponta para recurso aos privados, PS aposta apenas no públicoEleições Legislativas 2022: É preciso ter mais médicos de família. PSD aponta para recurso aos privados, PS aposta apenas no público Curiosamente à conta da ideologia da esquerda o setor privado cresce como nunca Deus nos livre do PSD de novo no poder entregando o serviço público de saúde e de educação para os privados. Há que investir cada vez mais em serviços públicos de excelência

e receba as informações em primeira mão.Sondagem diária da Pitagórica para a TVI/CNN Portugal todos os dias no Jornal das 8 PUB A duas semanas das eleições estreámos esta noite, no Jornal das 8, uma sondagem diária que nos vai permitir ver a evolução do sentido de voto e tentar identificar quais os temas que têm reflexo nas intenções de voto dos portugueses.O presidente do PSD afirmou que, se o PS vencer as eleições legislativas de 30 de janeiro e António Costa apresentar o mesmo Orçamento do Estado para 2022 que foi “chumbado”, o seu partido votará contra .+ Rui Rio (PSD) e Inês de Sousa Real (PAN) debateram este sábado na RTP no último dos debates frente a frente antes das legislativas de 30 de janeiro.

Subscrever Carrossel no topo Dizem às vezes os analistas políticos que um mês pode ser uma eternidade em política. Prova disso é a forma como evoluiu a relação de forças entre PS e PSD dos últimos dois meses. É uma técnica de amostragem conhecida em todo o mundo como tracking poll. Em novembro, com os sociais-democratas dilacerados por uma luta interna, os socialistas conseguiram uma vantagem de 14 pontos. “Mas ele não diz nada disso, diz que se o PS ganhar logo se vê. Um mês depois, com Rui Rio catapultado por uma vitória interna que tantos consideraram impossível, a diferença para António Costa passou a ser de dois pontos. O PS lidera as intenções de voto. Mas o altifalante do carrossel promete sempre mais uma viagem: e o social-democrata perdeu o embalo (talvez porque a primeira leva de debates não lhe tenha corrido bem) e a distância volta a subir, agora para dez pontos. Já Rui Rio teve de estar na defensiva, respondendo aos ataques que o acusavam de"falta de respeito com o Parlamento", afirmando que é crítico do funcionamento do Parlamento, mas que não o despreza.

O tempo escasseia. António Costa alcança 38,9%, o que é longe da maioria absoluta. “Aí eu espero que os outros partidos, em particular os que me são mais próximos, negoceiem comigo para que possamos ter um Governo. E isso também é válido quando se olha para os tradicionais blocos à Esquerda e à Direita. O PS, que continua ancorado nos eleitores mais velhos (marca 48,7% entre os que têm 65 ou mais anos), volta a ultrapassar o conjunto da Direita democrática (da qual, seguindo os critérios dos próprios, se exclui o Chega), com uma vantagem de quatro pontos. Segue-se o Bloco de Esquerda, com 6,2%. PS capta votos à esquerda Por outro lado, se a falecida geringonça continua a valer mais 7,3 pontos percentuais do que a soma da Direita (incluindo o Chega), a relação de forças já não é a mesma de 2019. Na mesma entrevista, Rui Rio reiterou que, se tivesse sido primeiro-ministro nos últimos anos, teria deixado falir a TAP para criar outra empresa de raiz, como fizeram outros países com as suas companhias de bandeira devido à pandemia de Covid-19. Seja por causa do chumbo do Orçamento e da falta de confiança de Costa nos antigos parceiros, seja porque o eleitorado à Esquerda exige mais luta e menos negociação, o PS está a corroer a base do BE e do PCP: perdem em conjunto, nesta altura, 3,7 pontos percentuais relativamente às últimas legislativas. Tanto no caso do Chega como da IL, estes resultados deverão traduzir-se num aumento mais ou menos expressivo do número de deputados.

As alterações do sentido de voto nunca são assim tão lineares, mas os números sugerem pelo menos alguma coincidência entre a dimensão da queda do PSD e os ganhos somados de PS e Chega. E é nestas três forças políticas que residem as principais mudanças dos inquéritos de opinião da Aximage entre dezembro e janeiro. PUB PUB PUB O CDS surge como oitava força política, com uma intenção de voto de 1,7%. “Depois de meter 2 mil milhões de euros não ia perder esse dinheiro todo. Ventura em maré alta Os populistas de Direita regressam ao terceiro lugar, aparentemente impulsionados pela presença de André Ventura nos debates televisivos. A postura agressiva e as frases de efeito terão produzido resultados. Ficha técnica Durante 4 dias (10 a 13 de janeiro de 2022) foram recolhidas diariamente pela Pitagórica para a TVI e CNN Portugal uma subamostra de 152 entrevistas representativa do universo eleitoral português (não probabilístico) tendo por base os critérios de género, idade e região. Desde o rescaldo das eleições presidenciais, que também garantiram palco mediático ao líder no início do ano passado, que o Chega não revelava este fôlego nos barómetros.sapo.

É, aliás, a força política em que se adivinham maiores ganhos nas próximas eleições: está oito pontos acima do que conseguiu em 2019. A seleção dos entrevistados foi realizada através de geração aleatória de números de “telemóvel” mantendo a proporção dos 3 principais operadores identificados pelo relatório da ANACOM, sempre que necessário são selecionados aleatoriamente números fixos para apoiar o cumprimento do plano amostral. É improvável que André Ventura continue sem companhia no Parlamento. A subida do Chega atropela vários adversários: desde logo o Bloco de Esquerda, que estagnou um pouco acima dos sete pontos percentuais, e desce para o quarto lugar (só ficaria à frente dos radicais de Direita na Área Metropolitana do Porto); a CDU, que se mantém próximo da casa dos cinco pontos (ora umas décimas acima, ora umas décimas abaixo); o PAN, que continua um caminho de desgaste lento e se aproxima perigosamente do patamar do deputado único; e sobretudo o CDS que, não obstante uma certa vivacidade, está reduzido a menos de dois pontos (com metade do seu eleitorado de 2019 a fugir para o Chega). O estudo tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses, sobre temas relacionados com as eleições, nomeadamente os principais protagonistas, os momentos da campanha bem como a intenção de voto dos vários partidos..Entre os partidos mais pequenos, o único que, tal como o Chega, ameaça progredir para outro patamar, é o Iniciativa Liberal. Sendo certo que não saiu do lugar durante estas primeiras semanas de campanha, ainda é um dos partidos que poderão ter um maior crescimento, relativamente às últimas legislativas: com um resultado a rondar os quatro pontos, pode pelo menos aspirar a eleger um grupo parlamentar nos dois maiores círculos eleitorais (Lisboa e Porto). A ficha técnica completa bem como todos os resultados foram disponibilizados junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social que os disponibilizará oportunamente para consulta online.

SOLUÇÕES DE GOVERNO Maioria absoluta Um Governo de maioria absoluta continua a ser a solução política mais popular entre os portugueses (25%). Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. Mesmo que dois terços (67%) não acreditem que isso venha a acontecer nas eleições de 30 de Janeiro. No caso dos eleitores do PS e do PSD, a percentagem que pede este tipo de estabilidade governativa é superior à média: 37% no caso dos socialistas, 35% no caso dos sociais-democratas. Mas há outros segmentos da amostra em que esta é também a solução apontada mais vezes. Se o foco for a geografia, ganha entre os habitantes da região Norte (31%), da Área Metropolitana do Porto (28%) e da região Centro (22%).

Se a análise incidir nas faixas etárias, é a hipótese mais popular entre quem tem 18 a 34 anos (27%) e 35 a 49 anos (25%). Coligação de Esquerda Com apenas um ponto percentual a menos surge a segunda hipótese preferida dos inquiridos, um Governo que resulte de uma coligação à Esquerda (24%). Sem surpresa, é a mais apontada pelos eleitores da CDU (78%) e do BE (74%), mas também pelos que escolhem o PAN (43%), que afinal parecem pender mais para a Esquerda do que para a Direita. Também entre os socialistas é uma escolha popular (34%). Finalmente, ao nível regional é a mais citada pelos que habitam na Área Metropolitana de Lisboa (27%) e nas regiões a Sul (25%).

Finalmente, em termos de faixas etárias, tem o apoio da maior percentagem de eleitores com 65 ou mais anos (28%) e dos que têm 50 a 64 anos (27%). Coligação de Direita Alguns pontos mais abaixo surge a terceira possibilidade de tentar garantir uma maioria parlamentar, uma coligação à Direita (19%). Neste caso, é só entre dois segmentos partidários que aparece como a solução preferida: entre os que votam no Chega (64%) e na Iniciativa Liberal (58%). Também sem surpresa é a segunda hipótese mais referida pelos eleitores sociais-democratas (34%). Bloco Central A hipótese de socialistas e sociais-democratas juntarem forças no Parlamento, se nenhum deles vencer com maioria absoluta (uma hipótese bastante remota), assegurando assim a governabilidade, só convence 9% dos portugueses.

Há, no entanto, segmentos da amostra em que se nota uma preferência um pouco acima da média por esta solução: entre os que votam no PSD (14%) e nos portugueses de 65 ou mais anos (17%). Alianças pontuais Foi uma das soluções apontadas por António Costa no debate com Rui Rio: um Governo"à Guterres", com negociação diploma a diploma. E foi na verdade a solução que já vigorou nos dois últimos anos. A adesão dos portugueses, no entanto, é escassa: apenas 9% apontam para essa via (embora seja importante relembrar que o trabalho de campo da sondagem decorreu antes do líder socialista dar conta dessa possibilidade). O único segmento em que se regista uma adesão um pouco acima da média é entre os que vivem na região Sul do país.

QUE PARCEIROS PARA O PS E PSD? Os portugueses não se entusiasmam com a ideia de um Bloco Central. Mas, em caso de vitória do PS ou do PSD, sem maioria absoluta, é afinal para um entendimento entre os dois maiores partidos que aponta a maioria. Vitória socialista Se for o PS a vencer, 35% dos portugueses sugerem que António Costa dê prioridade ao PSD para uma coligação pós-eleitoral. Mas também é assim que responde a maior fatia dos que votam nos socialistas, ainda que com números mais modestos (30%). O segundo na linha de negociação é o BE, com 22%.

Só se somarmos as percentagens dos que escolheram como parceiro preferencial o BE, PCP ou PAN é que o resultado (40%) supera a hipótese de um entendimento ao Centro. Vitória social-democrata Se for o PSD a vencer, 37% dos portugueses sugerem que Rui Rio dê prioridade ao PS, para assegurar a estabilidade do seu Governo. No caso dos que votam nos sociais-democratas, o entusiasmo por esse entendimento ao centro é ainda maior (39%). O segundo sócio mais citado é o CDS (17%) - tem o apoio de 35% dos eleitores do PSD -, seguido do entendimento com o Chega (11%) ou com a Iniciativa Liberal (9%). Somados estes três, ficariam empatados (37%) com a"coligação" entre PSD e PS.

rafael@jn.pt FICHA TÉCNICA DA SONDAGEM A sondagem foi realizada pela Aximage para o DN, TSF e JN, com o objetivo de avaliar a opinião dos portugueses sobre temas relacionados com a atualidade política. O trabalho de campo decorreu entre os dias 6 e 12 de janeiro de 2022 e foram recolhidas 807 entrevistas entre maiores de 18 anos residentes em Portugal. Foi feita uma amostragem por quotas, obtida através de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por género, grupo etário e escolaridade. Para uma amostra probabilística com 807 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,017 (ou seja, uma"margem de erro" - a 95% - de 3,45%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem, Lda., sob a direção técnica de Ana Carla Basílio. Partilhar .