Primeiro-ministro australiano congratula-se com decisão judicial contra Djokovic

Primeiro-ministro australiano congratula-se com decisão judicial contra Djokovic

Novak Djokovic, Ténis

16/01/2022 13:24:00

Primeiro-ministro australiano congratula-se com decisão judicial contra Djokovic

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, manifestou hoje a sua satisfação com a decisão judicial que confirmou o cancelamento do visto e a expulsão do país do tenista sérvio Novak Djokovic , alegando tratar-se de uma decisão de 'interesse público'.

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, manifestou hoje a sua satisfação com a decisão judicial que confirmou o cancelamento do visto e a expulsão do país do tenista sérvio Novak Djokovic, alegando tratar-se de uma decisão de"interesse público".

"Esta decisão de cancelamento foi tomada por razões de saúde, segurança e proteção, com base no interesse público", afirmou, em comunicado, o líder liberal australiano, que aplicou uma das políticas mais duras do mundo contra a pandemia de covid-19, e que enfrenta atualmente uma vaga de contágios, apesar de a maioria da população estar vacinada.

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Se o atleta fosse americano ,chinês, ou russo aí o assunto era outro , Covarde .... Está qualquer coisa muito errada no mundo....

Primeiro-ministro australiano congratula-se com decisão judicial contra DjokovicScott Morrison disse que Djokovic foi deportado por razões de 'saúde, segurança e proteção, com base no interesse público'. Os totalitários congratulam-se sempre que se limitem as liberdades, é o coro jornalístico aplaude

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Visto de Novak Djokovic foi cancelado para proteger 'sacrifícios' dos australianos, explica o primeiro ministro australianoAutoridades australianas voltaram a retirar, esta sexta-feira, o visto a Novak Djokovic e o sérvio deverá ter de abandonar o país sem participar no Australian Open.

″Muito desapontado″, Djokovic respeita deportação decidida pelo tribunal Novak Djokovic ficou 'muito desapontado' com a decisão de um tribunal federal australiano, que indeferiu o recurso do tenista sérvio, mantendo a decisão de o deportar da Austrália. Ninguém pode estar acima da lei,o resto é conversa 💪

Comentar O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, manifestou hoje a sua satisfação com a decisão judicial que confirmou o cancelamento do visto e a expulsão do país do tenista sérvio Novak Djokovic, alegando tratar-se de uma decisão de"interesse público". "Esta decisão de cancelamento foi tomada por razões de saúde, segurança e proteção, com base no interesse público", afirmou, em comunicado, o líder liberal australiano, que aplicou uma das políticas mais duras do mundo contra a pandemia de covid-19, e que enfrenta atualmente uma vaga de contágios, apesar de a maioria da população estar vacinada. O Tribunal Federal da Austrália decidiu por unanimidade numa audiência virtual que o cancelamento do visto do jogador de ténis pelo Ministro da Imigração tem uma base legal, pelo que Djokovic será deportado. Em causa está o facto de o tenista não ser vacinado, ter violado diretrizes de isolamento e ter prestado falsas declarações. Três juízes do Tribunal Federal confirmaram assim uma decisão tomada na sexta-feira pelo ministro da Imigração, o que significa provavelmente que Djokovic, que não está vacinado contra a covid-19, vai permanecer detido em Melbourne até ser deportado. Uma ordem de deportação inclui também, geralmente, uma proibição de três anos de entrar no país. PUB O número um do ténis mundial fica assim impossibilitado de disputar o Open da Austrália, que começa na segunda-feira. Djokovic chegou a Melbourne a 5 de janeiro com uma isenção médica que lhe permitiria jogar no Open da Austrália sem ser vacinado contra a covid-19, mas o visto foi posteriormente cancelado pelas autoridades alfandegárias, que consideraram que o tenista não era elegível para uma isenção médica das regras da Austrália para visitantes não vacinados. O sérvio ficou detido até uma decisão judicial na segunda-feira ordenar a sua libertação, mas o Governo australiano voltou a cancelar o visto. Djokovic, que pretendia atingir o recorde de 21 títulos em torneios de 'Grand Slam', caso ganhasse o Open da Austrália, admitiu esta semana ter prestado falsas declarações à entrada da Austrália, além de ter violado as diretrizes de isolamento face à pandemia de covid-19 na Sérvia. Djokovic tinha declarado que não tinha viajado nos 14 dias anteriores, mas na realidade tinha viajado da Sérvia para Espanha, enquanto no seu país natal deu uma entrevista a um meio de comunicação social francês sabendo que testara positivo ao coronavírus. O afastamento de Novak Djokovic, que figurava como primeiro cabeça de série e o mais forte candidato à vitória final em Melbourne, onde decorre o torneio entre 17 e 30 de janeiro, representa o fim da possibilidade de alcançar o 10.º troféu australiano e 21.º título do Grand Slam, descolando dos 20 'majors' do suíço Roger Federer e do espanhol Rafael Nadal. JN/Agências