'Preso por ter cão, preso por não ter'. Rio desvaloriza observações por causa de ajuntamentos na campanha - Renascença

“Preso por ter cão, preso por não ter“. Rio desvaloriza observações por causa de ajuntamentos na campanha

19/01/2022 03:15:00

“Preso por ter cão, preso por não ter“. Rio desvaloriza observações por causa de ajuntamentos na campanha

Líder do PSD diz que mais importante é saber qual é a taxa de vacinação das pessoas que estão internadas ou que morrem com a Covid-19.

No dia em que andou por terras de voto tradicional no PS, em Setúbal e Castelo Branco, Rui Rio teve arruadas muito menos numerosas - mas não menos efusivas - do que em Lisboa e em Barcelos.O tema do distanciamento social entrou na campanha laranja, esta terça-feira, com Rui Rio a ser questionado sobre o elevado número de pessoas que acompanham as ações de rua do PSD, precisamente no dia em que João Ferreira foi obrigado a abandonar a campanha da CDU por ter testado positivo à Covid-19.

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Rui Rio em campanha eleitoral em Castelo Branco. Foto: Tiago Petinga/Lusa No dia em que andou por terras de voto tradicional no PS, em Setúbal e Castelo Branco, Rui Rio teve arruadas muito menos numerosas - mas não menos efusivas - do que em Lisboa e em Barcelos. O tema do distanciamento social entrou na campanha laranja, esta terça-feira, com Rui Rio a ser questionado sobre o elevado número de pessoas que acompanham as ações de rua do PSD, precisamente no dia em que João Ferreira foi obrigado a abandonar a campanha da CDU por ter testado positivo à Covid-19. De manhã, em Setúbal, o candidato social-democrata desejou as melhoras a João Ferreira. À tarde, confrontado com os eventuais riscos associados aos ajuntamentos na caravana laranja, o líder do PSD neutralizou essa observação. "Dizem que é preso por ter cão e preso por não ter. Tanto faz dar na cabeça como na cabeça dar. Há várias expressões populares para isso. Se nós não tivéssemos ninguém, era a campanha que era fraca, que era murcha, que era isto, que era aquilo. Se tem muita gente, é perigoso por causa da Covid", referiu, para, logo a seguir, sublinhar que preferiria"saber se destes casos mais graves, de pessoas internadas ou que vieram a falecer qual é a taxa de vacinação dessas pessoas e se essas pessoas faleceram por causa da Covid ou se já tinham outras doenças associadas, em função da idade. Para Portugal é vital saber-se isso". Mas, e se ficar infetado?"Naturalmente, irei para casa e vou cumprir a lei". E, se assim for, quem substitui o líder? “Depois vejo quem vem para o terreno, mas vêm muitos, temos João como eles têm, temos sem ser João”, rematou sorridente. Contactos com a população, arruadas e a"comunicação social, que não sai da frente" O diretor de campanha do PSD pretende manter todas as ações de rua previstas, apesar dos grandes aglomerados que se têm juntado, atribuindo as concentrações à"mobilização" que não esperava e admitindo tentar controlar o fluxo. José Silvano entende que o partido não tem"culpa que algumas vezes as pessoas venham em demasiado", frisando que o partido não tem organizado arruadas, apelidando-as antes de"visitas a comércios" que se tornam"arruadas porque se junta demasiada gente". O secretário-geral do PSD comprometeu-se a tentar controlar"o fluxo" da mobilização, designadamente ao"não divulgar tanto" as ações de campanha. No entanto, atribuindo o aglomerado de pessoas que o PSD tem juntado a uma"mobilização" que o partido não esperava e à"comunicação social, que não sai da frente", José Silvano reiterou que o partido não vai abdicar das ações junto da população:"Nós não vamos deixar a campanha de rua por causa das pessoas, nalguns casos, se concentrarem mais. Asseguraremos as condições, mas não vamos cortar a campanha de rua", afirmou. Tópicos